sexta-feira, 31 de maio de 2013

E o Brasil segue avançando... pro buraco!



Leiam no Estadão:

Brasil despenca no ranking de competitividade

Feito pelo instituto IMD, resultado mostra ainda que o País está entre 'maiores perdedores' e precisa superar importantes gargalos para crescer 


Com a economia mais fechada entre os principais mercados do mundo, com uma infraestrutura defasada e com um dos três governos mais ineficientes, o Brasil despenca no ranking mundial de competitividade durante os anos da presidente Dilma Rousseff. O País ainda faz parte dos "maiores perdedores" em termos de competitividade dos últimos 15 anos. Para os especialistas, não há como a economia crescer e empresas se internacionalizarem se importantes gargalos permanecerem.

Os dados são do instituto IMD, uma das principais escolas de negócios no mundo e com sede na Suíça. Hoje, a entidade divulga seu ranking anual de competitividade.

Entre 2010 e 2013, o Brasil caiu da 38.ª posição no ranking para o 51.º posto, entre 60 países avaliados. Em apenas um ano, a queda foi de cinco posições diante de países asiáticos que ganham terreno e deixam o Brasil em uma situação incômoda. Entre os Brics, só a África do Sul está em uma situação pior que a do Brasil. 

Peru, Colômbia ou Ucrânia são, hoje, economias mais competitivas que o Brasil. No continente americano, o Brasil é apenas a sétima economia mais competitiva. O ranking é liderado pelos EUA, Suíça, Hong Kong e Suécia.

O instituto também aponta que o Brasil foi um dos países que mais perdeu espaço desde 1997. Os economistas do IMD estimam que não se pode comparar a classificação dos últimos 15 anos, já que o informe era preparado com menos países. Naquele momento, o Brasil era o 34.º. Mas, ainda assim, classificam o Brasil como um dos "maiores perdedores" desse período. 

"A América Latina tem sido decepcionante, com grandes economias como Chile, Brasil, Argentina e Venezuela perdendo terreno e sendo desafiadas pela competitividade emergente da Ásia", alertou o IMD.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Sinuca de Bico: Vejam a roubada em que o PT meteu nossa economia

Assistam à explicação do atual cenário da economia brasileira dada pelo economista Armando Castelar ao Globo News:

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Empacou! PIB frustra expectativas e Brasil caminha para ter novo pibinho em 2013



Não são nada boas para o Governo Dilma últimas notícias econômicas ... O PIB do primeiro trimestre foi divulgado hoje e veio bem abaixo do já pessimista cenário previsto. Crescimento estagnado, inflação alta, déficit comercial externo cada vez maior, consumo paralisado, juros em alta, indústria encolhendo sem parar e por aí vai. Não vai ser nada fácil resolver os danos causados pelo PT ao longo dos últimos 10 anos.

Mãos à obra, oposição!

Leiam na Veja:



Resultado do 1º tri indica: Dilma amargará 'pibinho' em 2013
Crescimento da economia entre janeiro e março decepcionou o mercado. Analistas ouvidos pelo site de VEJA alertam que o cenário é assustador 

Depois de mais um resultado decepcionante do desempenho econômico do Brasil - o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu apenas 0,6% no primeiro trimestre do ano -, a expectativa do governo para o crescimento da economia, de 3% ao final deste ano, fica cada vez mais distante. O resultado do primeiro trimestre, informado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou bem abaixo das estimativas de analistas, que previam alta entre 0,8% e 1% no período. O dado decepcionou o mercado e, segundo analistas ouvidos pelo site de VEJA, indica que a presidente Dilma Rousseff vai amargar um novo "pibinho" em 2013. Desde que assumiu o poder, em 2011, o melhor PIB obtido por Dilma foi o daquele ano, de 2,7%. Para analistas, os dados do primeiro trimestre indicam que a marca não será igualada em 2013.

Comenta Roberto Padovani, economista-chefe do Banco Votorantim: "Nós continuamos nos frustrando com a economia. É algo que aconteceu ao longo de todo o ano de 2012". Se o dado já veio ruim no começo do ano, a expectativa para os próximos trimestres não é muito animadora. Antes mesmo da divulgação do dado de hoje, a Tendências Consultoria - que apostava em alta de 0,8% no primeiro trimestre - trabalhava com projeções menores de crescimento para os demais trimestres do ano, uma média de 0,7%. Após a divulgação do PIB, a economista-sócia da Tendências Alessandra Ribeiro já fala em crescimento próximo a 2,5% no ano. Para Padovani está cada vez mais difícil fazer um diagnóstico da economia. "Os dados econômicos têm sido muito instáveis", afirma. 
A economista do Santander Fernanda Consorte diz que a divulgação do PIB é ainda muito pior na "abertura dos dados", ou seja, quando é observado o desempenho dos itens que compõem o PIB de forma mais detalhada. Ela explica que, ao analisar os componentes que formam o indicador, pode-se perceber que o crescimento ficou escorado no grande avanço da agropecuária, que subiu 9,7% na comparação com o último trimestre de 2012. O resultado foi o melhor desde o segundo trimestre de 1998, quando o setor registrou expansão de 13,9%. Fernanda reforça que o resultado visto na agropecuária nos primeiros três meses do ano é pontual e não deve se repetir ao longo do ano. "Agropecuária não deve cair, mas também não vai crescer sempre a um ritmo de quase 10%".

Outra surpresa negativa foi a indústria. Enquanto economistas esperavam recuperação, houve uma queda de 0,3% na comparação com o último trimestre de 2012. O que mais pesou para o dado foi a indústria de extração mineral, que registrou queda de 2,1% no período. Padovani explica que o recuo é marcado pela queda de produtividade da indústria petroleira, mas que isso deve ser algo mais pontual, devido a manutenções que interrompem as atividades. Além disso, o setor de serviços também desacelerou, o que já era esperado, mais a um ritmo mais intenso do que o previsto. A expansão dos serviços foi de apenas 0,5% no trimestre, ante alta de 0,7% no último trimestre de 2012.

Na análise de Fernanda, um olhar detalhado sobre os dados mostra que no primeiro trimestre a oferta teve desempenho maior do que a demanda. O PIB é analisado pelos economistas sob duas óticas: a da oferta, representada pelo setor produtivo (agropecuária, indústria e serviços) e a dos gastos, ou demanda, representada por investimentos, consumo das famílias, gastos do governo e balança comercial (exportações menos importações). Para ela, essa discrepância entre as duas óticas pode refletir numa estagnação nos próximos trimestres, visto que a produção foi maior do que o consumo, ou seja, os estoques devem permanecer altos e isso deve conter o setor produtivo.

O consumo, que sustentou o crescimento econômico no governo Lula, dá cada vez mais sinais de enfraquecimento. No primeiro trimestre deste ano, esse indicador ficou praticamente estagnado, com alta de apenas 0,1% na comparação com o quarto trimestre de 2012. "Ainda que esperássemos um consumo das famílias mais fraco, o dado veio pior", comenta Fernanda. Ela lembra que o endividamento e a inflação elevada estão diminuindo a renda da população. "O mercado de trabalho está morno, há quase nenhuma criação de vagas. Além disso, o crédito também ficou bem fraquinho nesse começo de ano."

Para Alessandra, o cenário econômico que está se desenhando no Brasil é bastante assustador. "Nós vamos crescer pouco e com inflação muito alta. Não fossem os estímulos (desonerações), estaríamos com inflação na casa de 7%. O mundo todo está crescendo muito pouco, mais a inflação lá é menor", critica. 

Investimentos —  Ainda sob a ótica da demanda, o resultado mais animador foi o dos investimentos, ou formação bruta de capital fixo (FBCF), que é uma medida dos investimentos realizados na expansão da capacidade produtiva interna. Para Padovani, houve um alívio, mas abaixo do esperado por ele. Entre janeiro e março, os investimentos subiram 4,6% na comparação com os três últimos meses de 2012, quando a FBCF teve a única alta do ano passado, de 1,3%. Padovani esperava uma expansão maior dos investimentos, na casa de 5,5%. O economista ressalta que a melhora nos investimentos "não significa que não haja desafio". Para ele, o maior deles é construir um quadro regulatório que consiga atrair capital da iniciativa privada. Ele enumera a necessidade de mudanças estruturais para resolver problemas como carga tributária elevada, dificuldades em logística, em infraestrutura e mão de obra.

O cenário revelado pelo PIB do primeiro trimestre mostra que as sucessivas desonerações que o governo vem fazendo não estão apresentando resultado para o setor produtivo. E pior: isso só compromete cada vez mais as contas fiscais. Para conseguir atingir a meta de superávit primário, o governo vem fazendo sucessivos malabarismos e usando créditos adicionais para cobrir o rombo da arrecadação. 

Recentemente, foi publicada uma decisão no Diário Oficial da União que permite que o governo use antecipadamente créditos da usina de Itaipu para fazer repasses ao Tesouro Nacional, o que compensaria a baixa arrecadação e ajudaria nas contas do superávit primário.

Para Alessandra, o governo não está fazendo a lição de casa. O consumo, que era então o motor propulsor do PIB, já não deve crescer muito. Ela enfatiza que o problema que afeta a economia do país não é de falta de demanda, mas sim de falta de oferta. Segundo a economista, as mudanças no marco regulatório - como o governo tem feito nas concessões de aeroportos, ferrovias, rodovias e portos, por exemplo - são feitas "às avessas". "O governo não faz nada para mudar isso. Nós temos de aumentar a capacidade produtiva e isso leva ainda algum tempo", explica.

Massa salarial está sendo corroída pela inflação, afirma IBGE



Leiam na Folha:

Com inflação alta, consumo das famílias desacelera no primeiro trimestre, diz IBGE


Com um cenário de inflação em alta, o consumo das famílias ficou praticamente estável (0,1%) no primeiro trimestre do ano na comparação com os três últimos meses de 2012, informou o IBGE nesta quarta-feira.
Foi o pior resultado desde o terceiro trimestre de 2011, quando teve queda de -0,2%. 

O PIB (Produto Interno Bruto, a soma das riquezas do país) cresceu 0,6% no primeiro trimestre do ano na comparação livre de influências sazonais com os últimos três meses de 2012. 

"Há diversos fatores que explicam essa desaceleração do consumo, como a inflação em alta. A massa salarial real está sendo corroída", afirma Rebeca de La Rocque, especialista do IBGE.
A alta de preços também inibe o consumo. 

Outros motivos apontados para o resultado são um ritmo menor de crescimento do crédito para pessoa física e a volta gradual do IPI, afirma. 

No caso dos veículos, que teve o benefício do IPI reduzido até dezembro, há ainda um consumo menor porque muitas famílias já adquiriram o bem recentemente. 

Na comparação entre os três primeiros meses do ano e o mesmo período de 2012, o consumo teve alta, com elevação de 2,1%. Foi o 38º crescimento consecutivo nesse tipo de comparação.

Apesar da elevação, o ritmo caiu. No último trimestre de 2012, a alta foi de 3,9% na mesma base de comparação. O crescimento de 2,1% foi o menor desde o quarto trimestre de 2011, quando teve o mesmo resultado.(...)

A defesa da classe média, por Rodrigo Constantino

No Globo:

A defesa da classe média 
O melhor programa social que existe chama-se emprego. Ele garante dignidade ao ser humano, ao contrário de esmolas estatais, que criam uma perigosa dependência 

Todos vimos, chocados, uma turba ensandecida invadindo agências da Caixa em diferentes estados, após rumores de suspensão do pagamento do Bolsa Família. Impressionou o fato de que a maioria ali era bem nutrida, em perfeitas condições de trabalho em um país com pleno emprego.

Uma das beneficiadas pelo programa, em entrevista, reclamou que a quantia não era suficiente para comprar uma calça para sua filha de 16 anos. O valor da calça: trezentos reais! Talvez seja parte do conceito de “justiça social” da esquerda progressista garantir que adolescentes tenham roupas de grife para bailes funk.

Não quero, naturalmente, alegar que todos aqueles agraciados pelas benesses estatais não precisam delas. Ainda há muita pobreza no Brasil, ao contrário do que o próprio governo diz, manipulando os dados. Mas essa pobreza tem forte ligação com esse modelo de governo inchado, intervencionista e paternalista.

O melhor programa social que existe chama-se emprego. Ele garante dignidade ao ser humano, ao contrário de esmolas estatais, que criam uma perigosa dependência. Para gerar melhores empregos, precisamos de menos burocracia, menos gastos públicos e impostos, mais flexibilidade nas leis trabalhistas, mais concorrência de livre mercado e um sistema melhor de educação (não confundir com jogar mais dinheiro público nesse modelo atual).

O ex-presidente Lula criticava, quando era oposição, o “voto de cabresto”, a compra de eleitores por meio de migalhas, esquema típico do coronelismo nordestino. Quão diferente é o Bolsa Família, que já contempla dezenas de milhões de pessoas, sem uma estratégia de saída? Um programa que comemora o crescimento do número de dependentes! O leitor vê tanta diferença assim?

A presidente Dilma disse que quem espalhou os boatos era “desumano”, “criminoso”, e garantiu que o programa era “definitivo”, para “sempre”. Isso diz muito. “Nada é tão permanente quanto uma medida temporária de governo”, sabia Milton Friedman. Não custa lembrar que o próprio PT costuma apelar para o “terrorismo eleitoral” em época de eleição, espalhando rumores de que a oposição pode encerrar o programa. Desumano? Criminoso?

Depois que o governo cria privilégios concentrados, com custos dispersos, quem tem coragem de ir contra? Seria suicídio político. Por isso ninguém toca no assunto, ninguém vem a público dizer o óbvio: essas esmolas prejudicam nossa democracia e não tiram essas pessoas da pobreza. As esmolas estimulam a preguiça, a passividade e a informalidade. Por que correr atrás quando o “papai” governo dá mesada?

O agravante disso tudo é que os recursos do governo não caem do céu. Para bancar as esmolas, tanto para os mais pobres como para os grandes empresários favorecidos pelo BNDES, o governo avança sobre a classe média. É esta que paga o preço mais alto desse modelo perverso. Ela tem seu couro esfolado para sustentar um estado paquidérmico e “benevolente”.

Para adicionar insulto à injúria, não recebe nada em troca. Paga impostos escandinavos para serviços africanos. Conta com escolas públicas terríveis, antros de doutrinação marxista. Os hospitais públicos também são péssimos. A infraestrutura e os meios de transporte são caóticos. A insegurança é total. Acabamos tendo que pagar tudo em dobro, fugindo para o setor privado, sempre mais eficiente.

Como se não bastasse tanto descaso, ainda somos obrigados a ver uma das representantes da esquerda, a filósofa Marilena Chauí, soltando sua verborragia em evento de lançamento de livro sobre Lula e Dilma. Chauí, aquela que diz que o mundo se ilumina quando Lula abre a boca, declarou na ocasião: “A classe média é um atraso de vida. A classe média é estupidez, é o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista.”

É fácil dizer isso quando ganha um belo salário na USP, pago pela classe média. Chauí não dá nome aos bois, pois é mais fácil tripudiar de uma abstração de classe. Mas não nos enganemos: a classe média que ela odeia somos nós, aqueles que simplesmente pretendem trabalhar e melhorar de vida, ter mais conforto material, em vez de se engajar em luta ideológica em nome dos proletários, representados pelos ricos petistas.

Pergunto: quem vai olhar por nós? Que partido representa a classe média? Com certeza, não é a esquerda das esmolas estatais bancadas com nosso suor, que depois ainda vem declarar todo seu ódio a quem paga a fatura.

Perdemos dois ícones da imprensa independente: Dr. Ruy Mesquita e Roberto Civita. Que a chama da liberdade de imprensa continue acesa!

Rodrigo Constantino é economista

terça-feira, 28 de maio de 2013

Então pega!

Segundo gol do Marquinhos Santos na vitória do Avaí sobre o Guaratingutá por 2x1. Quem sabe, sabe.

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Chupa que é de uva, Dilma!



Leiam na Globo.com

Renan anuncia que Senado não votará MPs aprovadas na Câmara 
Medidas provisórias aprovadas nesta terça na Câmara vencem no dia 3. Mesa do Senado só aceita MP que chegar sete dias antes do vencimento 

Após mais de uma hora e meia de reunião com os líderes partidários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou no final da tarde que a Casa não votará as medidas provisórias aprovadas pela Câmara nesta terça (28).

Duas MPs, a que assegura redução da tarifa de energia elétrica e a que desonera a folha de pagamento de setores da economia, foram aprovadas em plenário pelos deputados. Mas, segundo Renan Calheiros, chegarão ao Senado em prazo inferior ao estabelecido pela Mesa Diretora da Casa.

Durante a votação da MP dos Portos, no último dia 16, Calheiros disse que, por decisão da Mesa Diretora, o Senado não mais aceitaria receber da Câmara medidas provisórias a menos de sete dias do prazo de vencimento.

As duas MPs votadas nesta terça pela Câmara têm validade até a próxima segunda (3). Como o prazo passaria a contar a partir desta quarta (29), haveria somente seis dias de intervalo.

"Não estou discutindo o mérito das medidas provisórias. Estou discutindo o cumprimento de uma regra [a dos sete dias] estabelecida pelo plenário", afirmou Renan Calheiros.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti (responsável pela articulação política entre o Planalto e o Congresso), não vai comentar a decisão do Senado enquanto as medidas provisórias estiverem em vigência, informou a assessoria da pasta.

De acordo com o presidente do Senado, seria possível realizar a votação das duas MPs se houvesse acordo entre os líderes para contornar a norma dos sete dias definida pela Mesa Diretora.
“Evidente que, por um acordo consensual, acordo de procedimento de todos os líderes, nós poderíamos suplantar essa decisão por acordo. Apenas por acordo, consensualmente. Como isso não aconteceu, a regra está mantida”, disse Renan.

O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PT-PI), afirmou, após a reunião, que tentará levar para votação em plenário a possibilidade de não obedecer a regra estabelecida após a votação da MP dos Portos.
Dias quer garantir a votação da MP que reduz as tarifas de energia elétrica. Segundo ele, a MP poderia ser votada por ter chegado ao Senado antes do início da ordem do dia, momento em que ocorrem as votações em plenário.

“Tentamos um entendimento para que pudéssemos nessa medida provisória [das tarifas de energa], a primeira que entrou, garantir um procedimento único. É o que vai acontecer: é o plenário que vai tomar essa decisão de acordo. Sobre a 601 [da desoneração da folha de pagamento], há unanimidade de que entrou depois da ordem do dia. Portanto, não tem mais jeito”, declarou o líder petista.

O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes (SP), questionou o fato de as MPs terem chegado ao Senado de última hora.

“Nós temos que respeitar o prazo para apreciação pelo Senado definido pelo presidente Renan Calheiros. O prazo é de sete dias. Sete dias são sete dias, está no Gênesis. Por que não votou antes [na Câmara]? A oposição na Câmara é o quê? Noventa deputados de 513? Por que não votaram antes?”, indagou.

Presidente da Câmara pediu

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou a conversar com Renan Calheiros para tentar convencê-lo da importância de, pelo menos, aprovar a MP que assegura a redução da tarifa de energia elétrica.

“Eu informei a ele do importante acordo que foi produzido na Câmara para aprovar as medidas provisórias, inclusive com participação da oposição. Não fiz um apelo, mas pedi que ele ponderasse”, disse Henrique Alves antes de ser comunicado da decisão final de Renan Calheiros.

O presidente da Câmara destacou que a medida provisória do setor elétrico é importante para a economia e para reduzir custos de empresários do setor. “A matéria envolve interesses de exportadores, do setor de energia elétrica, setores importantes para a economia que têm muito interesse na aprovação dessa medida provisória”, disse.

O líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE), disse não achar “razoável” deixar de votar a MP por causa do prazo de sete dias.

“Os sete dias são menos importantes do que o alcance da redução das tarifas. O impacto disso é maior do que seis dias e meio, sete dias. Isso não é razoável.”

Ele destacou ainda que a Câmara fez um “grande esforço” para aprovar as duas medidas provisórias. “O parlamento fez algo impossível, produziu um acordo. E aí a gente faz isso e não vota no Senado? Não pode”, afirmou.

Em coletiva de imprensa, Aécio Neves cobra desculpas públicas de Dilma Rousseff pelos boatos sobre o Bolsa-Família

Gostei de ver, que continue assim. Bateu, levou.

PMDB capacho e o nosso AI-5 de cada dia



AI-5 pra quê? Na nossa pseudo-democracia o fechamento do Congresso acontece todos os dias, de forma sutil. O Executivo manda e o Legislativo obedece, simples assim. Estão ali fisicamente, mas sem interferir em nada. O Governo, através de benefícios oferecidos a partidos e parlamentares, constrói uma maioria folgada que lhe permite aprovar tudo o que lhe der na telha. Ideologia? História? Convicções? Nada disso!

E o velho PMDB, que iniciou sua história na luta pela democracia, é o principal fiador deste esquema. No comando das 2 casas do Congresso, simplesmente enfia goela abaixo do parlamento as medidas provisórias vindas da soberana Dilma Rousseff. Não importa o prazo, é só enviar que eles dão um jeito de aprová-las,  e se possível sem emendas e alterações.

Se é que ainda existe alguém sério neste partido, este deve morrer de vergonha com a submissão sem limites ao PT.

Leiam no Congresso em Foco:

Renan evita confrontar governo com medidas provisórias
Câmara analisa MPs 601 e 605 a poucos dias de perder a validade. Apesar de reafirmar prazo de sete dias para chegar ao Senado, peemedebista disse preferir não “fazer contas agora”

 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), evitou confrontar o governo com o problema dos prazos para analisar medidas provisórias, como as da redução da conta de luz e da desoneração da folha de pagamentos, que vencem daqui em 3 de junho. Apesar de reafirmar a posição em não aceitar as propostas com menos de uma semana para caducar, o peemedebista indicou que vai aceitar o cálculo feito pelos deputados de considerar sete dias corridos, incluindo finais de semana e feriados e até o mesmo dia em que a matéria chega à Casa, para votar as MPs.

Caso ele decidisse seguir à risca a promessa feita, as medidas perderiam a validade na semana que vem, o que desagradaria muito o governo. “Não convêm fazer projeção agora [a partir de quando valeria a contagem dos sete dias]. O Senado decidiu, ao votarmos a MP dos Portos, que não apreciaríamos mais medidas provisórias que chegassem aqui com um prazo menor de sete dias. Essa não foi uma decisão minha, foi do Senado, que precisa ser preservada”, disse.

A decisão foi tomada pelos senadores na votação da Medida Provisória 595/12, a MP dos Portos. O texto foi aprovado pelos deputados na manhã do último dia de validade e foi enviado ao Senado com menos de 12 horas para ser apreciado. Irritado, Renan afirmou que daquele momento em diante todas as próximas medidas deveriam chegar com mais de sete dias de antecedência ao Senado.

Para cumprir o prazo, a Câmara deve concluir a votação das MPs ainda hoje. Dessa forma, as medidas seriam enviadas ao Senado durante a tarde. Para a contagem caber nos sete dias estipulados pelos senadores, será preciso levar em conta a data de hoje, o feriado de Corpus Christi, na quinta-feira (30), e o fim de semana. Questionado sobre os poucos dias de trabalho que os senadores terão para analisar as medidas, Renan afirmou que “não queria fazer contas agora”.

Ambas as medidas provisórias são de interesse estratégico do governo federal. A MP 605/2013 reduziu a conta de luz de empresas e consumidores e, para compensar a perda, usa recursos da chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Na prática, a proposta do governo gerou uma redução em 18% das tarifas de eletricidade dos consumidores e 32% das empresas. Já a MP 601/2012 amplia a mais setores da economia um dos principais mecanismos do programa “Brasil Maior”: não pagar a contribuição de 20% dos salários dos funcionários à Previdência Social. Em vez disso, as empresas pagam um valor de 1% a 2,5% do faturamento bruto ao INSS.

Inflação dos alimentos leva brasileiros a se endividarem nos supermercados

No Bom Dia Brasil:

Tá dominado! O modelo de segurança que Dilma quer em todo o Brasil

Assistam no vídeo abaixo o atual cenário das UPPs, a principal proposta Dilma para a Segurança do país. Este é o modelo que ela sonha expandir por todo o país. Às vezes deveríamos agradecer aos céus por sua incompetência em cumprir o que promete.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Feijão sobe 45% e Dilma pede música no Fantástico!


Saco de Feijão 
Beth Carvalho 

Meu Deus mas para que tanto dinheiro 
Dinheiro só pra gastar 
Que saudade tenho do tempo de outrora 
Que vida que eu levo agora 
Já me sinto esgotado 
E cansado de penar, meu Deus 
Sem haver solução 
De que me serve um saco cheio de dinheiro 
Pra comprar um quilo de feijão 
Me diga gente 
De que me serve um saco cheio de dinheiro 
Pra comprar um quilo de feijão 
No tempo dos "derréis" e do vintém 
Se vivia muito bem, sem haver reclamação 
Eu ia no armazém do seu Manoel com um tostão 
Trazia um quilo de feijão 
Depois que inventaram o tal cruzeiro 
Eu trago um embrulhinho na mão 
E deixo um saco de dinheiro 
Ai, ai, meu Deus

Depois do tomate, o feijão: valor do grão já subiu 45% este ano!


Leiam no G1: 

Feijão carioca sobe quase 45% no ano e muda cardápio do brasileiro
Os brasileiros estão gastando mais para manter no cardápio um dos ingredientes mais populares da nossa culinária


Os brasileiros estão gastando mais para manter no cardápio um dos ingredientes mais populares da nossa culinária. O preço do feijão mais consumido no país, o carioca, subiu quase 45% este ano.

É comida de todo dia, mas com esse preço nem parece. No supermercado, um quilo de feijão carioca chega a custar quase R$ 10.

“Não é preço de comida básica”, diz um consumidor. “Eu acho um absurdo. Se for levar na proporcionalidade do salário mínimo, o pobre não come feijão. Fica inviável”, comenta outro.

O feijão mais consumido pelos brasileiros subiu mais de 10% em apenas 30 dias, de acordo com a última pesquisa de preços do IBGE. No ano, até a primeira quinzena de maio, a alta acumulada é de quase 45%.

“Bota água no feijão e come água com gosto de feijão, é o jeito”, brinca uma consumidora.

Mesmo em lugares em que o feijão normalmente sai mais em conta, porque não passa pela indústria - é vendido a granel - o preço também está alto. Em um destes locais, o feijão carioca, que no início do ano custava R$ 5 o quilo, agora, está R$ 7. E para vender o comerciante tem até que abrir mão de uma parte do lucro.

“Tem que segurar um pouco a margem de lucro para poder gerar a mercadoria até que acabe essa escassez”, avalia o comerciante Jim Marcos Hayakawa.(...)

Crise no casamento: E se o PMDB arrumar sua trouxinha de roupas e abandonar o PT?

Se isto vier a acontecer, até nunca mais, Dilma! Conhecendo um pouco o histórico do PMDB, ainda éum pouco improvável. Nada que alguns ministérios não resolvam. Mas ainda que o mais importante - o tempo de TV peemedebista - fique com o PT, está evidente que nos estados a coisa será bem diferente, com os diretórios agindo de forma dispersa. Alguns fatores que podem colaborar para a debandada não devem ser ignorados, como a brusca piora do quadro econômico e a situação embaraçosa e humilhante a que os presidentes da Câmara e do Senado são expostos pela enxurrada de Medidas Provisórias do Planalto. Nos estados, o apetite hegemônico característico do PT só tende a agravar a relação, como já ficou bem evidente no caso do Rio de Janeiro. 

O PMDB que crie vergonha na cara, pelo menos em memória de seu passado democrático. Que deixe de ser uma legenda que diz amém para o tudo o que vem do Governo. O fim da aliança com o PT seria o maior bem que este partido poderia fazer ao país. Que tal jogarmos um pouco de gasolina sobre este incêndio?


Cresce no PMDB a aversão à aliança com Dilma

Gente que conhece o PMDB por dentro e sabe fazer contas acha que Dilma Rousseff pode ter uma surpresa em 2014. Avalia-se que, com seu estilo, a presidente produziu no PMDB devastação semelhante à produzida pelo tornado que varreu há uma semana a região metropolitana de Oklahoma City, nos EUA.
Em conversa com o repórter Jorge Bastos Moreno, Dilma tratou como favas contadas a renovação da aliança PT-PMDB. “É matéria vencida”, disse. Não é bem assim. Um amigo do vice-presidente Michel Temer, membro da Executiva nacional do PMDB, afirma: se a decisão tivesse de ser tomada hoje, a aliança correria riscos.

A convenção que decidirá o destino do PMDB federal tem 523 delegados. Alguns votam mais de uma vez. A maior delegação vem do Rio: 51 delegados, com direito a 74 votos. Desafiado pelo PT no Estado, o governador Sérgio Cabral ameaça retaliar no plano nacional.

A segunda maior delegação virá de Minas: 41 convencionais, com 62 votos. Ao nomear o deputado Toninho Andrade para a pasta da Agricultura, Dilma imaginou que havia pacificado o PMDB mineiro. Ao atrair 199 assinaturas para um pedido de CPI da Petrobras, o deputado Leonardo Quintão desfez a ilusão.
Candidato do PMDB a prefeito de Belo Horizonte em 2012, Quintão abriu mão da postulação para que o partido pudesse apoiar, a pedido de Dilma, o PT de Patrus Ananias. O deputado imaginou-se credor de um ministério. Não levou.

Para complicar, a presidente da Petrobras, Graça Foster, desalojou da diretoria Internacional da estatal Jorge Zelada, um apadrinhado do PMDB de Minas. O partido imaginou que indicaria o substituto. Com o respaldo de Dilma, Graça preferiu cuidar, ela própria, da área internacional, que passou a acumular com a presidência.

Dono da terceira maior delegacão de convencionais –35 delegados, com 54 votos— o PMDB do Ceará é comandado pelo líder do partido no Senado, Eunício Oliveira. Candidato ao governo do Estado, Eunício está às turras com o PT cearense. Em privado, prevê que a realidade local contagiará a cena nacional.
O Paraná tem 37 convencionais, dois a mais do que o Ceará. Porém, tomada pela quantidade de votos (47), a delegação paranaense está na quarta posição. Nesse Estado, o PMDB está dividido basicamente em dois grupos. Um gravita na órbita do governo tucano de Beto Richa. Outro, comandado pelo senador Roberto Requião, torce o nariz para a ministra petista Gleisi Hoffmann (Casa Civil), candidata de Dilma ao governo do Paraná.

Com 32 delegados e 44 votos, a delegação de Santa Catarina é a quinta maior. Sob influência do ex-governador Luiz Henrique, hoje senador, o PMDB catarinense apoiou a candidatura presidencial de José Serra em 2010. A aliança PT-PMDB enfrenta dificuldades em pelo menos outras cinco praças: Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Em 2010, ao acomodar Temer no gabinete de vice, o PMDB imaginou que  seria alçado ao Nirvana – como os monges budistas chamam o estado de libertação do sofrimento. Dissemina-se no partido a impressão de que ocorreu o oposto. Na definição de um dos deputados mais influentes na bancada, “Temer tornou-se um representante do governo no PMDB, não um homem do PMDB no governo.”

Dito de outro modo: Temer traz para o partido as demandas do governo. Porém, na visão das bancadas, Temer não leva para o governo os pedidos do partido. No Planalto, demoniza-se o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). Ignora-se, porém, uma evidência: o poder do desafeto de Dilma cresce na proporção direta do aumento da insatisfação da bancada que ele lidera.

Em suas conversas privadas Temer costuma perguntar aos peemedebistas que torcem o nariz para a renovação da aliança com Dilma: Qual é a alternativa? O caldo só não entornou por que a questão ainda não foi respondida. Vários diretórios estaduais do PMDB consideram a hipótese de abrir seus palaques para Aécio Neves (PSDB) ou Eduardo Campos (PSB).

Isso já é muito ruim para Dilma. Mas ficará muito pior se o azedume crescer a ponto de ameaçar a entrega do tempo de propaganda do PMDB no rádio e na tevê para a campanha reeleitoral da presidente petista.

sábado, 25 de maio de 2013

Dilma perdoará quase US$ 1 bilhão em dívidas! Calma, calma...isso vale somente para os africanos. Nós brasileiros não merecemos sua compaixão


Leiam no Estadão:

País perdoará ou renegociará dívida africana, diz Dilma 

Cifra das dívidas corresponde a US$ 897,7 milhões; medida beneficia 12 países

 

Convidada especial das comemorações dos 50 anos da União Africana, a presidente Dilma Rousseff disse neste sábado (25) que o governo brasileiro vai perdoar e, em outros casos, reduzir a dívida de um total de 12 países africanos. 
"Viemos sistematicamente resolvendo esses problemas (de dívida) para poder ter uma relação agora muito mais efetiva", afirmou Dilma em coletiva concedida a jornalistas. A cifra das dívidas corresponde a US$ 897,7 milhões, que serão perdoados ou renegociados.
A medida beneficia os seguintes países: Costa do Marfim (US$ 9,4 milhões), Gabão (US$ 27 milhões), República da Guiné (US$ 11,7 milhões), Guiné Bissau (US$ 38 milhões), Mauritânia (US$ 49,5 milhões), República Democrática do Congo (US$ 5,8 milhões), República do Congo (US$ 352 milhões), São Tomé e Príncipe (US$ 4,2 milhões), Senegal (US$ 6,5 milhões), Sudão (US$ 43,2 milhões), Tanzânia (US$ 237 milhões) e Zâmbia (U$ 113,4 milhões).
"A gente sempre tem de primeiro negociar. Depois que você negocia quanto da dívida vai perdoar, você envia ao Congresso. São nove países que nós já concluímos. Já negociamos com eles, já foi aprovado pela Fazenda e nós encaminhamos para o Senado. Faltam três, que ainda não se completou a negociação. O sentido dessa negociação é o seguinte: se eu não conseguir estabelecer negociação, não consigo ter relações com eles, tanto do ponto de vista de investimento, de financiar empresas brasileiras nos países africanos, e também relações comerciais que envolvam maior valor agregado", disse Dilma.

Eu quero é novidade... Futuro coordenador da campanha de Dilma desviou R$ 5 milhões, afirma Ministério Público



Leiam na Folha de São Paulo:

Ministro Fernando Pimentel desviou R$ 5 mi de prefeitura, diz Procuradoria

O ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento), um dos mais próximos da presidente Dilma Rousseff e cotado para coordenar sua campanha à reeleição, é acusado pela Procuradoria-Geral da República de ser "autor de delitos" e ter "concorrido ativamente" para o desvio de R$ 5 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte em 2004, quando era prefeito da cidade. 

A Folha teve acesso ao inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O caso está sob a relatoria do ministro José Dias Toffoli. Ele deve apresentar seu voto ao plenário do tribunal, que decidirá se abre ação penal. 
 
O inquérito analisa as circunstâncias da contratação, pela Prefeitura de Belo Horizonte, da Câmara dos Dirigentes Lojistas local para implantar o projeto "Olho Vivo", que previa a instalação de 72 câmeras para coibir crimes no centro da cidade. 

O documento da Procuradoria, datado de março de 2012, é assinado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e sua mulher, Cláudia Sampaio, e acusa diretamente o ministro: "O denunciado [Pimentel] concorreu ativamente para o desvio dos R$ 5 milhões em favor da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte". 

A acusação contra Pimentel é de "apropriação de bens ou rendas públicas", com pena de até 12 anos de prisão. 

Diz ainda a Procuradoria: "A denúncia contém clara e concisa descrição do fato criminoso e dos indícios de autoria, que permitem com segurança apontar o denunciado como autor dos delitos". 

Em síntese, a Procuradoria afirma que o convênio com a Câmara dos Dirigentes Lojistas foi uma forma simulada de contratação sem licitação, e que o dinheiro foi parar em uma empresa-fantasma. 

A Procuradoria corroborou as conclusões do Ministério Público de Minas, que em 2010 denunciou o ex-prefeito e o ex-secretário de Coordenação e Gestão Regional, Fernando Viana Cabral, entre outros. No ano passado, "O Globo" divulgou que Pimentel havia sido denunciado pela Procuradoria, mas não revelou em que termos.