terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Desmoralizada pelos fatos, ninguém mais confia em Dilma Rousseff

Você confia nessa ovelhinha?
Leiam no Globo:


Economistas apontam falta de autocrítica no discurso de Dilma
Avaliação é que retração nos investimentos se deve à imprevisibilidade

RIO — Economistas viram o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff com ceticismo e pouco efeito prático sobre a retomada do investimento. As críticas giraram em torno da fala de Dilma sobre a razão para a falta de confiança de empresários, atribuída pela presidente a uma “guerra psicológica”.

Para o economista Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central (BC), o governo mostra resistência em perceber que é o causador da falta de confiança por empresários, fruto, segundo ele, da piora do desempenho fiscal, da manutenção da inflação em patamar alto e das frequentes mudanças de regras.

— Se há uma guerra psicológica, foi o governo quem a começou — diz Schwartsman.

O economista e professor da UFRJ Luiz Carlos Prado adota um tom mais moderado, mas também enxerga problemas:

— Existe um debate em relação às estratégias econômicas do governo, que deve se acirrar em 2014, que é um ano eleitoral. A gestão da economia do governo nos últimos dois anos teve problemas, como ocorreu na ênfase dada ao consumo e que foi criticada por pessoas de diversos vieses econômicos.

Segundo o diretor de pesquisa econômica para América Latina do banco americano Goldman Sachs, Alberto Ramos, a maior crítica dos agentes econômicos se dá em relação ao modelo econômico adotado ao governo e a uma tolerância grande com a inflação.

— Com crescimento baixo, inflação alta, câmbio desalinhado e ativismos cambial e fiscal, esse é um quadro que não inspira a confiança do empresário. De onde vem esse negativismo? Dessa realidade. A economia brasileira perdeu competitividade externa e os custos trabalhistas aumentaram. É preciso credibilidade. É preciso um ajuste da política macroeconômica. Um discurso demasiadamente otimista não ajuda a destravar os investimentos. O que ajuda é mostrar isso de maneira crível — afirma.

A falta de autocrítica também mereceu críticas do professor da UFRJ Reinaldo Gonçalves:

— Quando (Dilma) diz que o problema é dos outros e não assume a responsabilidade sobre a piora nas contas externas, as intervenções no câmbio, ela faz um discurso alegórico, que só piora a confiança.

O economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria, vê no discurso de Dilma um recado a economistas que projetam um crescimento baixo para a economia brasileira em 2014, em torno de 2%.

— Não é uma guerra psicológica, mas reação a um ambiente adverso. O que define o interesse da empresa é um horizonte de médio e longo prazo. Quanto maior a imprevisibilidade, maior a tendência de os empresários continuarem contraídos.

Que venha 2014!

Desejo a todos os leitores do blog um excelente ano novo! Divirtam-se bastante na comemoração e descansem um pouco, pois teremos bastante trabalho em 2014. São os votos da Barricada!

Tim-tim!


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Fernando Henrique Cardoso no Manhattan Connection

Assistam abaixo à participação de Fernando Henrique no Manhattan Connection do dia 28/12/2013:

 
 

As opções do DEM para 2014

Ronaldo Caiado, uma das possíveis opções do Democratas para as eleições presidenciais

Leiam no Valor Econômico:


DEM analisa opções à aliança com PSDB

Após perder o PPS para o governador de Pernambuco e pré-candidato do PSB a presidente, Eduardo Campos, o PSDB terá de disputar o apoio do Democratas. Aliado dos tucanos em quatro das seis eleições presidenciais realizadas desde a redemocratização, o DEM analisa atualmente outras duas opções: ter candidato próprio na disputa de 2014 ou ficar sem candidato na eleição.

O mais provável é a reedição da aliança e a liberação das seções estaduais para a composição mais conveniente com outros partidos, posição do presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN). O coro dos que defendem que a decisão fique para depois, no entanto, recebeu reforço de peso às vésperas do Natal: o prefeito de Salvador, Antonio Carlos Magalhães Neto.

A capital da Bahia é principal trunfo que restou ao DEM, partido que há 15 anos elegeu a maior bancada da Câmara e atualmente está reduzido a pouco mais de duas dezenas. Seu prefeito, portanto, é uma de suas principais referências partidárias. E para ACM Neto não existe apoio automático do DEM ao PSDB e a decisão somente deve ser tomada em 2014.

Neto surpreendeu os aliados mais próximos ao declarar que o DEM deve estar aberto ao diálogo com todos, inclusive com a presidente Dilma Rousseff. Não que esse cenário seja o mais provável - e não é, Neto fez questão de ressaltar -, mas nesse momento o prefeito avalia que não pode descartar os diversos caminhos que se colocam para o partido, inclusive Dilma.

A exemplo de outros chefes de executivos da oposição, como Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, ACM Neto, na realidade, evita bater de frente com a presidente e candidata favorita à reeleição, segundo as pesquisas. Em outubro, durante visita da presidente a Salvador, trocaram elogios mútuos. "Hoje a primeira capital é mais feliz com a presença da senhora", disse Neto; Dilma classificou o prefeito de "excepcional parceiro".

Um flerte, nada mais que isso. Na política baiana o DEM disputa o poder com o PT e, nos bastidores, atua para reaproximar o pré-candidato do PSDB, senador Aécio Neves, e a bancada federal remanescente da Câmara, esta sim, um resistente foco de insatisfação com a aliança do partido com os tucanos. É da bancada de deputados o apoio mais entusiasmado à candidatura própria do DEM.

O nome preferido da bancada é o de seu líder na Câmara, Ronaldo Caiado, médico ruralista que disputou a primeira eleição para presidente da República, no pós-64, e teve 488.846 votos, concorrendo pelo PSD. Nada mal para um novato, tendo em vista que Aureliano Chaves, ex-vice-presidente, ex-ministro e um dos medalhões à época do PFL, partido que deu origem ao atual Democratas, fez apenas 600.838 votos, na mesma eleição.

Para Caiado, independentemente de quem seja o candidato, o DEM deve concorrer com nome próprio. A avaliação que ele faz das sucessivas alianças presidenciais com o PSDB é desalento. "Basta observar que nós éramos mais de 120 deputados federais e hoje estamos reduzidos a 26", diz o líder da bancada do Democratas. "O PSDB tem o projeto dele e nós devemos seguir nosso próprio caminho. Não podemos ficar eternamente vinculados ao PSDB", diz Caiado. "Esse é o pensamento da bancada".

Desde 1994 o DEM e seu antecessor PFL só não estiveram aliados ao PSDB em 1989 - a primeira eleição direta - e 2002, quando o candidato tucano, om ex-governador José Serra, optou por uma aliança com o PMDB.

O distanciamento entre PSDB e Democratas se deu na Câmara, onde as duas siglas tomaram caminhos distintos, em várias ocasiões. O pré-candidato Aécio Neves percebeu o problema e deve procurar uma aproximação com os deputados. Auxiliado pelo DEM da Bahia.

Atribui-se parte das dificuldades ao líder da bancada tucana na Câmara, Carlos Sampaio (SP), que será substituído, na volta do recesso, pelo deputado Antonio Imbassahy, baiano com origens no carlismo. Além da bancada, a composição com o PSDB enfrenta também dificuldades com o DEM do Rio, Goiás e parte de Minas.

Para Aécio, a reedição da aliança com o DEM é fundamental. Mesmo tendo perdido 17 dos 43 deputados que elegeu em 2010, o Democratas ainda dispõe de quase um minuto do tempo no horário eleitoral gratuito. Por enquanto, é o maior tempo a ser agregado ao do PSDB. O DEM, no entanto, ainda é um partido desconfiado da viabilidade de Aécio e tem como ideia fixa voltar a ser grande na Câmara.

O presidente do DEM, Agripino Maia, foi quem vetou o debate quando a bancada lançou Caiado, logo depois do anúncio da adesão de Marina Silva (Rede) a Eduardo Campos (PSB). Uma discussão que terá dificuldades para segurar na volta do recesso dos congressistas.

Protestos retornarão durante a Copa. Redes socias já iniciam a organização


Leiam no Globo:


Manifestantes preparam protestos em cidades que vão sediar jogos da Copa
Para analista, governos não deram resposta satisfatória a manifestações

SÃO PAULO — O ano da Copa do Mundo no Brasil deverá ser de grandes manifestações. Quem avisa são entidades de diversas áreas de atuação que, fortalecidas pela onda de protestos que conseguiu reduzir a tarifa do transporte público em várias cidades do país em 2013, prometem protestos em, ao menos, 12 capitais em 2014.

A programação de protestos será definida mais adiante, mas a articulação entre as entidades já começou. Até mesmo o mascote oficial da Copa já está em redes sociais vestido como manifestante.

Assim como nas manifestações de junho passado, a internet tem sido o principal canal para a articulação entre os movimentos. Na internet, sites e perfis em redes sociais mostram que a mobilização está a pleno vapor nas periferias.

O Movimento Passe Livre, que levou às ruas milhares de pessoas em 2013 para lutar contra o reajuste da tarifa de ônibus, trem e metrô, está nesse grupo de entidades chamado Comitê Popular da Copa. Ele está constituído nas 12 cidades-sede do campeonato e, além do MPL, tem movimentos por moradia e transporte e ONGs ligadas ao esporte e à cultura. Há alguns meses eles têm se reunido a cada 15 dias numa espécie de aquecimento para o próximo ano.

— A gente acredita que a Copa vai ser de grandes mobilizações. Esse movimento já começou neste ano e mostra que tem uma indignação geral — diz um dos integrantes do MPL Marcelo Hotimsky.

Integrante do Comitê Popular da Copa em São Paulo, a engenheira ambiental Talita Gonsales não antecipa a estratégia das mobilizações.

— O que podemos dizer por enquanto é que há uma tendência (de promover manifestações) diante de tamanha indignação das pessoas. Não tem como não ter um tom crítico diante do que está acontecendo —afirma Talita.

— Essas pessoas sempre ouviram que não tinha dinheiro para moradia, transporte e saúde. Agora, estão vendo milhões indo para estádios e obras de transporte para turistas e estrangeiros. Ficou claro que isso é uma escolha política e não técnica. O MPL junto com todos esses movimentos quer trazer esse debate à tona — completou Hotimsky.

A temática da Copa sempre esteve, desde o início, nas manifestações de 2013, mas ocupou um papel secundário. Para o professor titular de Teoria Política da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e autor do livro “As ruas e a democracia", Marco Aurélio Nogueira, em 2014, o tema deverá assumir a linha de frente.

— A Copa pode no próximo ano o que foi o reajuste da tarifa neste ano. É combustível puro. São investimentos muito caros sendo feitos para a Copa ao mesmo tempo em que o país continua tendo problemas graves estruturais —avaliou o professor.

Para ele, o maior legado dos protestos ocorridos em 2013 foi a demonstração de que a sociedade está viva e tem voz.

—Por outro lado, de forma geral, os governos não conseguiram responder a essas manifestações de forma satisfatória — completou.

Aécio Neves emite nota criticando o patético pronunciamento de Dilma na TV



Leiam abaixo a nota de Aécio:

Sob o pretexto das festas de fim de ano, a presidente volta à TV para fazer autoelogio e campanha eleitoral. Lamentavelmente, a oposição não pode pedir direito de resposta.
Nenhuma palavra sobre as famílias vítimas das chuvas e as obras prometidas e não realizadas. Nenhuma menção à situação das empresas públicas, à inflação acima do centro da meta, ao pífio crescimento da economia. Nenhuma menção à situação das estradas, à crise da segurança e à epidemia do crack que estraçalha vidas.Apenas como exemplo, na ilha da fantasia a que a presidente nos levou mais uma vez, a qualidade do ensino tem melhorado e a criação de creches é comemorada.
 Enquanto isso, no Brasil real, os resultados dos testes internacionais demonstram o contrário: o analfabetismo parou de cair e, das 6 mil creches prometidas por ela em 2010, apenas 120 haviam sido entregues até outubro.Essa nova e abusiva convocação de rede de rádio e televisão é mais uma demonstração da falta de limites de um governo que acredita que a propaganda e o ilusionismo podem demonstrar força, enquanto, na verdade, só acentuam a sua fraqueza. 

Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG)

Fernando Henrique vence enquete do iG como o presidente que mais fez pelo Brasil. Dilma é somente a quarta colocada.

Vejam no iG:


Em enquete inovadora do iG, FHC é eleito o presidente que mais fez pelo Brasil 
Tucano, que venceu Lula duas vezes no 1º turno, em 1994 e 1998, teve 116.306 votos e levou a melhor sobre o petista, 2º mais votado; Itamar, Dilma, Collor e Sarney vêm em seguida  

Baseada no conceito de real time, que proporciona uma interação entre todos os usuários do portal iG , a nova plataforma de enquete lançada no final de julho apontou Fernando Henrique Cardoso (PSDB) como o presidente que mais fez pelo País durante seus dois mandatos. O tucano, que governou o Brasil de 1995 a 2002, recebeu 116.306 votos, superando o petista Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), com 63.312. Itamar Franco (1992-1994), a atual presidenta Dilma Rousseff (desde 2011), Fernando Collor de Mello (1990-1992) e José Sarney (1985-1990) apareceram em seguida, nesta ordem. Ao todo, foram computados 195.028 votos em sete dias.
FHC foi considerado pelos internautas o presidente que mais fez pelo País


Mais uma vez, a plataforma inovadora do iG teve um grande alcance nas redes sociais, em especial no Twitter e no Facebook. A repercussão da enquete foi imediata e, durante a semana, vários usuários convocaram os amigos para votar na home do portal.
Bem atrás da polarização entre FHC e Lula , o ex-presidente Itamar Franco, que morreu em 2011 exercendo o mandato de senador por Minas Gerais, recebeu 5.187 votos. Atual chefe da Nação, Dilma Rousseff, com um ano e oito meses de mandato, teve 4.884 votos e ficou à frente dos ex-presidentes Fernando Collor, alvo de um processo de impeachment em 1992 (4.275 votos), e José Sarney (1.064).
 
Os anos FHC
Eleito em 1994 após vencer Lula ainda no primeiro turno, FHC ficaria no cargo por oito anos. No meio do mandato, o Congresso aprovou uma emenda constitucional que instituiu, para os cargos executivos, o mandato de quatro anos com direito a uma reeleição – e FHC soube tirar vantagem da emenda feita sob medida. O tucano foi o primeiro presidente da história brasileira a ser reeleito, ambas as vezes em um turno só. Mas o grande legado de FHC se concentraria no campo econômico.
Em 1994, ele teve papel fundamental na criação do Plano Real, que acabou com a hiperinflação. No ano seguinte, teria de domar a crise bancária gerada pelo fim da era inflacionária, no programa que ficou conhecido como Proer.
Em 1999, contornou mais uma ameaça à moeda, quando a mudança para o câmbio flutuante fez disparar a cotação do dólar, então tido como âncora do real. Para piorar, o período ficou marcado por crises financeiras sucessivas – no México, na Ásia e na Rússia – que também faziam a economia nacional balançar. Ainda que as manobras para segurar o real tenham sido alvo de críticas, no fim elas garantiram a estabilidade da moeda, quando ela foi testada de forma mais decisiva.
Na área social, FHC introduziu os primeiros programas de distribuição de renda, depois ampliados pelos sucessores. Mas enfrentou dificuldades com a crise no setor energético no segundo mandato, que gerou um racionamento de energia no País, o chamado “apagão”. Além disso, a política de aperto fiscal necessária para garantir a estabilidade impediu um crescimento mais acelerado da riqueza nacional, minando a popularidade de FHC. Os dois mandatos tucanos também ficaram marcados pelas privatizações em vários setores da economia, como as telecomunicações. Após oito anos no poder, FHC não conseguiu eleger seu candidato à sucessão, José Serra (PSDB), em 2002.

O verdadeiro pronunciamento de fim de ano de Dilma Rousseff

sábado, 28 de dezembro de 2013

Aécio Neves denuncia irresponsabilidade de Dilma na tragédia das chuvas


Leiam no Estadão:

Tucanos criticam ida de Dilma a locais de cheias

Tucanos criticaram neste sábado, 28, as visitas da presidente Dilma Rousseff a Minas Gerais e Espírito Santo, Estados atingidos pelas chuvas dos últimos dias. Na página no Facebook, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), atacou a responsabilidade do governo na prevenção de desastres naturais. "Nenhuma palavra sobre as promessas feitas em tragédias anteriores e nunca cumpridas; nenhuma palavra sobre as poucas obras que se arrastam sem conclusão; nenhuma palavra sobre a baixíssima execução do orçamento nessa área", escreveu o presidenciável.

Aécio afirma que somente 14 obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 foram concluídas até o início de setembro. "Solidariedade é muito importante. Mas, no caso dos governantes, precisa ser a outra face da responsabilidade", concluiu. Nesta sexta-feira, 27, Dilma sobrevoou Governador Valadares (MG) e na terça-feira, 24, esteve na região serrana do Espírito Santo.

O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB) divulgou um artigo intitulado "Sem vergonha na cara", onde classifica como "farsa" a presença da presidente nestas áreas. "Pra quê o jaleco? Dentro de uma aeronave? Vai sair na chuva, andar na lama, carregar pessoas e coisas? Pra quê o seu olhar pessoal, físico, se tudo isso pode ser visto, com muito mais amplitude e detalhes pelas imagens tomadas não só por órgãos governamentais mas também por toda a mídia?", questionou.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Com Dilma, brasileiro tem o Natal mais pobre em 11 anos


Não está fácil para ninguém...

Leiam na Folha:

Vendas de Natal têm pior desempenho em 11 anos, segundo Serasa Experian

Crédito restrito, confiança em baixa, juros em alta e dólar mais caro levaram os brasileiros a reduzir o ritmo de consumo neste Natal, a principal data do ano para o comércio. Balanços preliminares indicam o pior desempenho em 11 anos.

Os fatores acima, somados ao ainda alto endividamento das famílias e à inflação elevada, provocaram, em 2013, uma desaceleração do comércio depois do forte ritmo registrado nos últimos anos. Até então, o consumo vinha se mantendo como o principal vetor de crescimento da economia brasileira.

O fraco desempenho do Natal confirma as previsões de economistas de que o comércio deva fechar o ano com o menor crescimento em uma década.

Segundo a Serasa Experian, as vendas do varejo no país subiram 2,7% no período entre 18 a 24 de dezembro, o menor percentual desde quando o dado começou a ser medido, em 2003. A média anual de crescimento no período foi de 7,55%.

Dados da Boa Vista também indicam perda de ritmo. O crescimento foi de 2,5%, ante os 4,1% registrados em 2012. Não há dados históricos para o indicador.

Os balanços de ambas as empresas são feitos com base nas consultas dos varejistas aos bancos de dados disponíveis sobre os consumidores.

Nos shoppings, as vendas tiveram um incremento de 5%, o menor ritmo dos últimos cinco anos, segundo a Alshop (associação do setor).

Para o presidente da entidade, Luiz Augusto Idelfonso, a desaceleração veio para ficar. "A volúpia de compras acabou. As pessoas ja compraram o que precisavam e agora estão fazendo reposição", diz.

O gasto individual do brasileiro nos shoppings neste Natal caiu 10% com relação ao ano anterior. Nos empreendimentos populares, o ticket médio ficou entre R$ 35 e R$ 55. Já nos de classe média e alta, variou entre R$ 75 e R$ 125.

E-COMMERCE

No comércio eletrônico, as vendas de final de ano superaram as expectativas. Os gastos dos consumidores entre 15 de novembro até 24 de dezembro somaram R$ 4,3 bilhões e representaram um avanço de 41% em relação ao ano anterior.

A consultoria e-bit, responsável por compilar os dados, esperava um crescimento de 25%. De acordo com a entidade, os gastos da ação promocional da Black Friday, em 29 de novembro, contribuíram para o aumento. Só naquele dia, o varejo on-line movimentou R$ 770 milhões.

Retrospectiva 2013: Como o Governo Dilma arruinou a economia brasileira

PT de SC deu calote de R$ 6,3 milhões em empresa que fez a campanha de Ideli em 2010


Leiam no blog do Josias de Souza:


Em SC, juíza manda PT pagar dívida da campanha de Ideli em 2010: R$ 6,3 mi

A Justiça determinou ao PT de Santa Catarina que pague uma dívida milionária da campanha de Ideli Salvatti ao governo do Estado em 2010. Coisa de R$ 6,3 milhões. O credor se chama Tvídeo. Trata-se da produtora de tevê que prestou serviços ao comitê eleitoral de Ideli, hoje ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

A decisão foi trazida à luz pelo repórter João Valadares. Foi tomada pela juíza Rosane Portela Wolff. “Não há dúvidas acerca do direito da autora (Tvídeo) em ser restituída dos valores não pagos pelos requeridos”, anotou a magistrada na sentença. O PT catarinense havia declarado à Justiça Eleitoral que a produção visual da campanha custara R$ 2,74 milhões.

A empresa confirma o recebimento da cifra. Mas alega que remanesceu uma dívida. Na conta da Tvídeo, incluindo-se a atualização monetária, o buraco seria hoje de R$ 8,48 milhões. Considerando-se os valores informados pelo PT na prestação de contas oficial, o reconhecimento da dívida corresponderia, na prática, à confissão de que houve caixa dois na campanha de Ideli.

Atual presidente do diretório catarinense do PT, Carlos Vignatti diz desconhecer o calote. Adversário do grupo político de Ideli, ele comenta: “Isso não estava na prestação de contas que recebi. Eu não posso me manifestar sobre o assunto simplesmente porque não tenho nenhuma informação. Eu nem sequer sabia desse processo.”

Dilma e as vítimas das chuvas


População revoltada com descaso incendeia sedes da FUNAI e da FUNASA no Amazonas

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal de Dilma

Reinaldo Azevedo: Será Dirceu dono do hotel que queria lhe contratar?

É Natal! E Dilma presenteia o Brasil com mais um ano de inflação alta e pibinho!


Leiam na Veja:

Mercado financeiro piora projeção para inflação em 2013 e 2014
Em seu penúltimo relatório Focus do ano, o BC mostrou ainda que analistas esperam menor produção da indústria e crescimento do PIB em 2014

O ano está acabando, mas os analistas do mercado ouvidos pelo Banco Central (BC) para o relatório semanal Focus ainda não pararam de mexer em suas previsões para 2013: a expectativa para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 5,70% para 5,72%, de acordo com a pesquisa divulgada nesta segunda-feira. Para 2014, a projeção para o IPCA também piorou, passando de 5,95% para 5,97% e distanciando-se ainda mais do centro da meta, de 4,5%.

Para o ano que vem, o mercado também alterou as previsões de outros importantes indicadores, Agora, a expectativa de crescimento da economia ficou em 2%, e não mais em 2,01%. A projeção de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2013, porém, foi mantida em 2,30%. Já a produção industrial, importante componente do PIB - que, desde 2008, tem deixado a desejar -, também teve sua expectativa diminuída, passando de 2,31% para 2,23%.

Na proposta de Orçamento para 2014 o PIB é projetado em 3,8%, enquanto o IPCA esperado é de 5,8% ao final do ano.

Alô, oposição! Desaprovação monstruosa ao Governo Dilma no estado de São Paulo


Confiram abaixo o percentual de paulistas que desaprovam o Governo Dilma, área por área:

Segurança Pública 79%
Combate a Inflação 75%
Combate a Fome/Pobreza de 52%
Impostos 84%
Meio Ambiente 52%
Saúde 80%
Educação 68%

Confiram a pesquisa na íntegra aqui.

Assistam ao imperdível hangout de Lobão com Romeu Tuma Jr. e Claudio Tognolli sobre o livro ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES: UM CRIME DE ESTADO

Recorde! Você nunca pagou tantos impostos como no Governo Dilma!


Leiam abaixo reportagem do G1:


Carga tributária sobe para 35,85% do PIB em 2012, novo recorde
Montante de impostos pagos cresceu 0,5 ponto percentual sobre 2011.
Receita relaciona alta na arrecadação a mais emprego e renda.

A carga tributária brasileira, que é o valor de todos os impostos pagos pelos cidadãos e empresas na proporção das riquezas produzidas no país, somou 35,85% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, novo recorde, informou nesta sexta-feira (20) a Secretaria da Receita Federal.

O recorde anterior para a carga tributária havia sido registrado em 2011, quando somou 35,31% do PIB. O último ano no qual a carga tributária registrou queda foi em 2009 - em consequência da crise financeira internacional e dos seus efeitos sobre a arrecadação de tributos.

De acordo com a Receita Federal, o aumento da carga tributária no ano passado está relacionado com a expansão do emprego e da renda, visto que os tributos federais que mais apresentaram aumento de arrecadação em 2012 foram a contribuição para o INSS e os valores recolhidos para o FGTS.

Além disso, o Fisco informou que o aumento da carga está relacionado com o maior volume de vendas - que se traduziu em maior receita do ICMS (estadual) no último ano.

A carga tributária do Brasil, uma das maiores do mundo, subiu em 2012 apesar das reduções de tributos implementadas pelo governo federal. estimadas em R$ 15 bilhões.

Arrecadação X PIB
Os números mostram que foram arrecadados no ano passado, em tributos federais, estaduais e municipais, R$ 1,57 trilhão (valor não inclui multas e juros), enquanto o PIB do mesmo período somou R$ 4,39 trilhões. Em 2011, a arrecadação de impostos e contribuições havia somado R$ 1,46 trilhão, enquanto o PIB do mesmo período totalizou R$ 4,14 trilhões.

Segundo a Receita Federal, a maior parte dos tributos foi arrecadada pelo governo federal, no ano passado. A União obteve R$ 1,08 trilhão, o correspondente a 69% da receita total. Ao mesmo tempo, os estados foram responsáveis pela arrecadação de R$ 396 bilhões, e os municípios responderam pela arrecadação de R$ 91 bilhões.

Uma das maiores do mundo
A carga tributária brasileira, que somou 35,3% do PIB em 2011 e quase 36% em 2012, está acima de países como Turquia (25% em 2011), Estados Unidos (25,1%), Suiça (28,5%), Coreia do Sul (25,9% do PIB), Canadá (31% do PIB) e Israel (32,6% do PIB), entre outros, informou a Receita Federal.

E é inferior à de países como Dinamarca (48,1% do PIB), Suécia (44,5% do PIB), França (44,2% do PIB), Noruega (43,2% do PIB) e Itália (42,9% do PIB), entre outros países.

Estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que utiliza outra metodologia para calcular a carga tributária, mostra que o Brasil tem a maior carga dos países que compõem os BRICs: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

Enquanto no Brasil os tributos, em relação ao PIB, são mais de 36%, na Rússia são 23%, na China, 20%, na Índia, 13%, e na África do Sul, 18%.A média da carga tributária dos BRICs, incluindo o Brasil, é de 22%.

Segundo avaliação do Ministério da Fazenda, é comum que países com rede de proteção social "ampla" tenham uma carga tributária maior. Os técnicos da Receita Federal lembraram que o Brasil possui programas de transferência de renda, como Bolsa Família, além de transferências previdenciárias. O Fisco observa que também há diferenças metodológias na apuração da carga tributária entre os países.

Retorno dos impostos
De acordo com outro estudo do IBPT que considera 30 países, o Brasil continuou sendo, em 2011 (último dado disponível para comparação internacional), o país que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol do bem estar da sociedade.

"Os Estados Unidos, seguidos pela Austrália, Coréia do Sul e do Japão, são os países que melhor fazem aplicação dos tributos arrecadados, em termos de melhoria da qualidade de vida de seus cidadãos", informou o IBPT.

Segundo a entidade, o Brasil, com arrecadação "altíssima" e "péssimo retorno desses valores", fica atrás, inclusive, de países da América do Sul, como Uruguai e Argentina.

domingo, 22 de dezembro de 2013

No Paraná, Aécio já tem 25% e forçaria a eleição a um segundo turno. Beto Richa (PSDB) amplia vantagem sobre Gleisi (PT)


No site do Políbio Braga:

Beto Richa amplia vantagem no Paraná. Para presidente, Dilma teria que ir ao segundo turno com Aécio ou Marina. 

O jornal Gazeta do Povo, Curitiba, publicará neste domingo novas pesquisas do Instituto Paraná Pesquisas. O governador Beto Richa amplia sua vantagem sobre os adversários e Dilma teria que disputar segundo turno com Aécio ou Marina. Nos números sobre a disputa para governador, estão entre parênteses os dados da pesquisa anterior.

Governador

Richa, PSDB – 43% (39%)
Gleisi Hoffmann, PT – 24¨(25%)
RobertoRequião, PMDB – 20% (21%)

Presidente

Cenário com Campos 
Dilma, PT – 40%
Aécio, PSDB – 25%
Eduardo Campos, PSB – 15%

Cenário com Marina 
Dilma – 36%
Marina, PSB – 25%
Aécio, PSDB – 22%

Dilma comete infração gravíssima no trânsito e tenta dar lição de moral nos brasileiros

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Bolsa Família e Desemprego: Vamos fazer umas continhas?

Uma continha rápida:

O Brasil tem cerca de 200 milhões de habitantes, correto? Digamos que uma família média seja formada por 3 pessoas (certamente é mais que isso). Temos então no Brasil algo perto de 67 milhões de famílias.

Segundo o Governo Federal, 13,8 milhões de famílias recebem hoje o Bolsa Família. Este número representa 20,5% do total de famílias brasileiras. São famílias que possuem renda inferior a R$ 140,00 mensais, portanto inferior a um salário mínimo juntando pai, mãe e filhos com idade para trabalhar.

O IBGE nos informa, porém, que apenas 4,6% dos brasileiros estão desempregados.

Com qual das opções abaixo você concorda?

a) o índice de desemprego oficial do IBGE é irreal e existem muito mais pessoas sem emprego. A taxa verdadeira seria próxima a 20%.
b) o Bolsa Família está tornando os brasileiros preguiçosos, pois estão se contentando em viver miseravelmente com o benefício e deixando de buscar um emprego.
c) as 2 opções acima estão corretas
d) nenhuma das opções acima está correta. Neste caso, explique o motivo.

Mais um Pibinho na conta da Dilma! Banco Central afirma que crescimento será ainda menor que o previsto e inflação chegará a quase 6% este ano


Leiam no Estadão:


BC reduz projeção de crescimento em 2013 para 2,3%
Estimativa do Relatório Trimestral de Inflação anterior era de um PIB de 2,5% neste ano; projeção é menor do que a do Ministério da Fazenda, que projeta crescimento de 2,5%

BRASÍLIA - O Banco Central está mais pessimista com o crescimento em 2013. Para o BC, o Brasil vai fechar o terceiro ano do governo Dilma com uma alta de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Para o acumulado em quatro trimestres até o terceiro trimestre de 2014, o BC também prevê uma alta do PIB de 2,3%.

Neste ano, o BC revisou o crescimento para baixo três vezes. A projeção do Relatório Trimestral de Inflação BC há três meses era de um crescimento de 2,5% ao longo deste ano. Em junho, esperava-se um alta do PIB de 2,7%. No relatório de março, o BC esperava crescimento de 3,1%.

A estimativa do BC é menor do que a do Ministério da Fazenda, que projetou no relatório de despesas e receitas do Orçamento de 2013 um crescimento de 2,5% do PIB.

No primeiro ano do seu governo, a presidente conseguiu um crescimento de 2,7% e, no segundo, de apenas 0,9%. Para a presidente Dilma Rousseff, o crescimento do PIB deste ano deve ficar "entre 2% e 2% e pouco". A pesquisa Focus, que coleta previsões dos analistas do mercado financeiro, projeta um crescimento de 2,30% neste ano e de 2,01% em 2014.

Inflação. A presidente Dilma Rousseff vai entregar ao final de 2013 uma inflação sem apresentar melhora em relação ao ano passado, segundo o Banco Central. A projeção de IPCA permaneceu em 5,8% para final de 2013, no cenário de referência. Em 2012, segundo ano do governo Dilma, o IPCA fechou em 5,84% e em 6,50% em 2011, no primeiro ano do seu mandato.(...)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Inflação acelera e fica cada vez mais distante do centro da meta



Leiam na Veja:


Inflação medida pelo IPCA-15 acelera em dezembro e soma 5,85% em 2013
Segundo o IBGE, o IPCA-15 acelerou de alta 0,57% em novembro para 0,75% em dezembro. Passagens aéreas é item individual que mais pesou no indicador

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), indicador prévio da inflação oficial, subiu 5,85% em 2013, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, o índice havia somado 5,78%, o que mostra o indicador cada vez mais distante do centro da meta do Banco Central, de 4,5%.

Em dezembro, o IPCA-15 mostrou alta de 0,75% contra 0,57% de novembro e 0,69% de dezembro do ano passado. Uma pesquisa com analistas de mercado apontava para alta de 5,74% em 12 meses, com as expectativas variando de 5,67% a 5,80%.

Entre novembro para dezembro, o maior impacto foi o preço de passagens aéreas, que cresceu 20,15% e elevou em 0,11 ponto percentual o indicador. Em seguida veio a gasolina, com alta de 2,15% e impacto de 0,08 ponto percentual. "Juntas, com 0,19 p.p., passagens aéreas e gasolina dominaram o índice do mês, respondendo por um quarto dele", disse o IBGE em relatório. Com isso, o grupo Transporte subiu para 1,17% em dezembro, após ter registrado 0,39% de alta em novembro.

Bolsa Esmola: Dilma tenta dar uma de espertinha e acaba vítima de bullying de Aécio

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pânico na Band arranja utilidades para Genoíno

Toma! Dilma fala o que não deve e ouve o que não quer de Aécio



Leiam a reportagem do Globo e assistam ao vídeo abaixo:


Aécio responde Dilma com ironia sobre Bolsa Família
Tucano também voltou a criticar salário dos cubanos no programa Mais Médico

BRASÍLIA. Pré-candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) reagiu às afirmações da presidente Dilma Rousseff que nesta quarta-feira havia afirmado considerar positivo o reconhecimento de programas do governo federal já que durante muito tempo o programa Bolsa-Família foi chamado de "Bolsa-Esmola". Aécio rebateu a crítica com ironia:

- A presidente pode ficar tranquila que as ações positivas deste governo, que não são muitas, obviamente serão continuadas e aperfeiçoadas. Mas ela está equivocada. Como ela agora se mostra muito conectada com as redes, sugiro que ela entre no YouTube e coloque lá: presidente Lula, 2002, esmola. Ela vai ver que foi seu tutor quem chamou os programas Bolsa-Escola e o Bolsa-Alimentação, que originaram o Bolsa-Família, de esmola - afirmou o tucano.

O senador também voltou a criticar o fato de os médicos cubanos estarem recebendo valores bem menores que os demais médicos que participam do programa Mais Médicos.

- Nós votamos a favor do Mais Médicos, mas tentamos aprimorá-lo. Num governo do PSDB não haverá preconceito em relação a médicos de outros países, em especial os cubanos, que na minha avaliação até por viverem em um regime autoritário deveriam ter uma solidariedade ainda maior. Nós pagaremos aos cubanos que aqui vierem os R$ 10.000 que são hoje pagos aos médicos de outros lugares. Jamais faremos, como faz o governo do PT, subordinando os interesses nacionais subordinando os interesses nacionais aos interesses de um regime autoritário - disse. 

Assistam agora ao vídeo:

Lunática: Após amargar o pior PIB do G20, Dilma diz que o Brasil se saiu até bem e critica a imprensa


Leiam no Estadão:


PIB fica ‘entre 2% e 2% e pouco’ em 2013, diz Dilma
Presidente diz que não faz previsões e criticou a imprensa, dizendo que os jornalistas também erram projeções

BRASÍLIA - Após a saia justa internacional em que se meteu, após dizer em entrevista ao jornal El País que o Produto Interno Bruto de 2012 seria revisado para 1,5% - número que não se confirmou depois -, a presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira, 18, que não faz previsões do PIB e criticou a imprensa, dizendo que os jornalistas também erram as projeções. Segundo a presidente, o crescimento do PIB deste ano deve ficar "entre 2% e 2% e pouco".

"Eu não faço previsões do PIB e acho que vocês não deviam fazer, não, porque vocês erram também, viu?", afirmou Dilma, durante café da manhã no Palácio do Planalto com repórteres que cobrem assuntos da Presidência da República.

Em entrevista ao jornal El País, Dilma havia "antecipado" que o crescimento do ano passado seria revisado para 1,5% - quase o dobro da taxa anterior. "Resolveram reavaliar o PIB. E o PIB do ano passado, que era 0,9%, passou para 1,5%. Nós sabíamos que não era 0,9%, que estava subestimado", disse Dilma ao jornal espanhol. A revisão acabou sendo de 0,9% para 1%.

A conta errada foi atribuída no Palácio do Planalto à Secretaria de Política Econômica, comandada por Márcio Rolland. O mal-estar ultrapassou fronteiras, porque a informação da presidente ao El País acabou criando uma expectativa no mercado que não se confirmou.

"Toda previsão é sujeita a tempestades. Acontece o seguinte: nós temos condições de afirmar que o PIB vai ficar ali entre 2% e 2% e pouco, isso temos condições, porque os números praticamente apontam nessa direção", comentou a presidente nesta quarta-feira, durante o café da manhã com a imprensa.

"Nós neste ano tivemos um desempenho melhor, mais acima do que tivemos em 2012 sob todos os aspectos. Se você olhar a comparação dos outros países do mundo proporcionalmente à nossa situação, nós nos saímos até bem", disse.

Após abandonar a transposição do São Francisco, Dilma lança o programa Água Zero!


Com 11 anos de atraso, Governo escolhe o novo caça da FAB. Conheça o sueco Gripen NG

Santana - Samba Pa Ti (1987)

Dilma torna Brasil um dos 5 países mais vulneráveis ao dólar

Assistam o comentário de Carlos Sardenberg, no Jornal da Globo:

Merval Pereira comenta união do PSDB para 2014

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Confira na íntegra o documento com a agenda de governo do PSDB

Você pode ampliá-lo para tela cheia clicando no canto inferior direito da imagem ou usar as lentes de zoom.

Aécio lança proposta de governo do PSDB



Leiam no Estadão:


Aécio lança 'cartilha' do PSDB com slogan 'para mudar de verdade o Brasil'
Em pronunciamento, possível candidato à Presidência adotou o tom eleitoral e reforçou sua postura de oposição

Brasília - Um dia após Serra anunciar o apoio ao seu nome, o virtual candidato do PSDB à Presidência da Republica em 2014, senador Aécio Neves (MG), lançou nesta terça-feira em tom eleitoral uma "cartilha" com 12 diretrizes que devem nortear o programa do partido na próxima disputa eleitoral.

O discurso do tucano foi feito com base no novo slogan do partido "Para mudar de verdade o Brasil". Ao longo de cerca de 40 minutos, o senador fez ataques ao atual governo defendendo mudanças em setores como a economia,a gestão do Estado, além de fazer defesa do legado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

"Queremos ir além, falar de eficiência, planejamento algo absolutamente distante da realidade daqueles que hoje governam", disse o tucano para, em seguida, criticar atrasos na conclusão de obras como a Transposição do Rio São Francisco, a refinaria Abreu e Lima, e o projeto do trem-bala.

"O Brasil que há 10 anos atrás despontava como País do desenvolvimento, hoje está no final da fila. Nós criamos a responsabilidade fiscal, eles criaram a contabilidade criativa que tem desmoralizado o Brasil interna e externamente", afirmou.

Aécio também defendeu o que chamou de "reestatização" de empresas como a Petrobrás e Banco do Brasil. "O que o meu partido quer é reestatizar essas empresas (Petrobrás, Banco do Brasil) tirá-las das garras de um partido político para devolver à sociedade brasileira".

Segundo ele, seu partido está pronto para o debate eleitoral. "Querem debater economia? É até covardia. Nós estabilizamos a moeda, resgatamos a credibilidade do Brasil, modernizamos a nossa economia. Eles atentaram contra tudo isso e desmoralizaram o Brasil perante os investidores", criticou.

O senador também fez referência ao Bolsa Família, um dos principais programas do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do atual governo Dilma Rousseff. "Querem debater programas sociais? Vamos a eles. Querem debater o Bolsa Família? Vamos lá na sua origem. O Bolsa Família não pode, como faz crer o PT, ser o ponto de chegada. Para nós é apenas o ponto de partida", ressaltou.

O evento ocorreu em um auditório na Câmara dos Deputados e contou com uma plateia de tucanos, do presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP), e alguns parlamentares do PMDB. O pronunciamento de Aécio ocorre um dia após o ex-governador de São Paulo, José Serra, anunciar por meio de seu perfil no Facebook que o PSDB deveria lançar a candidatura de Aécio "sem demora". A mensagem surpreendeu a própria cúpula do partido, que considerou ainda que a postura de Serra representa a "união" da sigla.

Os 12 pontos elencados na cartilha abordam: Compromisso com a ética; recuperação de credibilidade; Estado eficiente; educação de qualidade; superação da pobreza; segurança pública; mais saúde, cuidado, investimento e gestão; nação solidária; meio ambiente e sustentabilidade; agenda da produtividade; agropecuária e política externa.

Cresce o pessimismo do mercado financeiro com a economia brasileira



Na Revista Época:

Mercado financeiro reduz projeções para PIB em 2013 e 2014, diz BC
Estimativa para o crescimento da economia neste ano caiu de 2,35% para 2,30%. Para o ano que vem, previsão passou de 2,10% para 2,01%

As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2013 e de 2014 voltaram a cair no relatório de mercado Focus divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central. A estimativa para o PIB deste ano caiu de 2,35% para 2,30%. Há um mês, a projeção era de 2,50%. Com relação ao ano que vem, a previsão passou de 2,10%, mesmo patamar de um mês atrás, para 2,01%.

As previsões para a produção industrial brasileira em 2013 também passaram por mais uma rodada de baixa. A estimativa para este indicador foi revisada de 1,63%, da semana passada, para 1,61% - há um mês a projeção era de 1,70%. Já para 2014, houve um aumento da estimativa de 2,25% para 2,31% - um mês antes estava em 2,50%

A estimativa para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) segue em 5,70%, este ano, e foi ajustada de 5,92% para 5,95%, em 2014. As projeções estão distantes do centro da meta de inflação, de 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. É função do BC fazer com que a inflação convirja para o centro da meta. Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Assim, a Selic deve encerrar 2013 em 10% ao ano, depois de passar por seis elevações seguidas. Para o final de 2014, a projeção das instituições financeira é que a taxa esteja em 10,5% ao ano.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 34,6%, tanto para 2013 quanto para o próximo ano.

A previsão das instituições financeiras para o saldo negativo em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi mantida em US$ 80 bilhões este ano e passou de US$ 72,35 bilhões para US$ 71,30 bilhões, em 2014.

Quanto ao câmbio, as expectativas para o dólar voltaram a subir. A projeção para a cotação da moeda americana para o final de 2013 passou de R$ 2,30 para R$ 2,33. O valor correspondia a R$ 2,27 um mês antes. Para o final de 2014, as previsões para o dólar aumentaram de R$ 2,40, como estavam também há um mês, para R$ 2,43./NT

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Fim da novela: Serra abre mão e Aécio será o candidato do PSDB à Presidência em 2014


Leiam no Estadão:

Pelo Facebook, Serra diz que partido poderia formalizar nome de Aécio
Ex-governador de São Paulo, que tem viajado pelo País e agido como se estivesse em campanha, publicou texto afirmando que acha 'conveniente' formalização do nome de Aécio Neves (MG)

Em atualização publicada na noite desta segunda-feira, 16, em seu perfil no Facebook, o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) disse que seria " conveniente" a escolha de Aécio Neves para concorrer à Presidência da República pelo PSDB em 2014.

"Como a maioria dos dirigentes do partido acha conveniente formalizar o quanto antes o nome de Aécio Neves para concorrer à Presidência da República, devem fazê-lo sem demora", escreveu o tucano. Internamente, Serra disputava a indicação do PSDB com o presidente do partido, Aécio Neves, que conseguiu o apoio de todos os diretórios estaduais tucanos.

A fala ocorre em meio a indefinição do PSDB diante da postura de José Serra que, após ameaçar deixar a sigla para lançar sua candidatura à Presidência pelo PPS do deputado federal Roberto Freire (SP), decidiu ficar no partido. Desde então, a possibilidade de sua candidatura tem sido levantada e o partido tem evitado cravar um nome para disputar 2014. Graças a um acordo entre Serra e Aécio, após o ex-governador paulista confirmar sua permanência no PSDB, a oficialização da candidatura da legenda está prevista para ser definido só em março do ano que vem.

Como informou o Estado, o ex-governador paulista tem viajado pelo Brasil e agido como se estivesse em campanha desde novembro. A situação provoca incômodo em aliados de Aécio Neves, que defendem a antecipação da candidatura do senador mineiro. Aécio, porém, reluta em fazer isso, lembrando que ao fechar o trato com Serra sobre a defi, em março, o fez na condição de presidente do partido.

José Serra foi já foi candidato à Presidência em duas oportunidades: em 2002 foi derrotado por Luís Inácio Lula da Silva e em 2010 por Dilma Rousseff. Serra foi ainda ministro da Saúde e do Planejamento, além de prefeito e governador de São Paulo. Derrotado na eleição para a Prefeitura paulistana em 2012, o economista está sem cargo público desde que deixou o governo do Estado há quase quatro anos.

José Serra chegou inclusive a orientar, em novembro, o presidente do PPS, Roberto Freire, a se aproximar de Eduardo Campos, provável candidato à Presidência pelo PSB.

Veja a íntegra da mensagem postada na página de José Serra:

Para esclarecer a amigos que têm me perguntado :

Como a maioria dos dirigentes do partido acha conveniente formalizar o quanto antes o nome de Aécio Neves para concorrer à Presidência da República, devem fazê-lo sem demora. Agradeço a todos aqueles que têm manifestado o desejo, pessoalmente ou por intermédio de pesquisas, de que eu concorra novamente.

Entenda o projeto de Aécio que transforma Bolsa Família em política de Estado

Aécio Neves na Folha: Para mudar o Brasil



Leiam na Folha:


Para mudar o Brasil

O PSDB apresenta amanhã, em Brasília, as primeiras ideias colhidas em encontros regionais, que, acreditamos, podem representar as bases de uma nova agenda para o Brasil.

Não se trata de um diagnóstico técnico ou um programa de governo, mas de reivindicações, cobranças, expectativas e sentimentos vindos dos quatro cantos do país, que constituem pontos de partida para o aprofundamento do diálogo com os brasileiros.

Nesse tempo, fomos honrados com a preciosa interlocução de cidadãos, profissionais e militantes das mais diversas causas. E mergulhamos em alguns dos grandes desafios das regiões. Constatamos que as urgências de dez anos atrás permanecem as mesmas de hoje. E vimos surgir novos desafios.

Testemunhamos a luta diária das famílias nordestinas, vítimas e reféns da seca e os limites do atual projeto de gerenciamento da pobreza extrema, sem horizonte concreto capaz de libertar e habilitar uma nova cidadania.

Fomos impactados pela tragédia de milhares de vidas perdidas impunemente nas grandes cidades, em um país que não tem sequer um arremedo de política nacional de segurança, e pelo desastre cotidiano de um sistema de saúde abandonado em macas pelos corredores de hospitais superlotados, em filas imensas, em demora, desvios e desrespeito.

Foi possível ver de perto, no Centro-Oeste, a contradição entre a alta produtividade brasileira da porteira para dentro e os gargalos da infraestrutura precária que se eternizaram da porteira para fora, travando nosso desenvolvimento.

É desolador constatar o declínio da indústria de transformação e a extinção dos melhores empregos e como fazem falta ao país o direito básico do cidadão de ter acesso a uma educação de qualidade, os anos perdidos em escolaridade e uma mão de obra mais qualificada.

Dos inúmeros fragmentos de esperanças irrealizadas foi possível modelar uma paisagem de desafios reais a serem vencidos. Nela, descobre-se que as grandes conquistas nacionais não foram suficientes para acolher todos os brasileiros e grande parte dos nossos ficaram e continuam pelo caminho.

Descortina-se um país inteiro ainda a ser construído, que demanda a superação do "nós e eles", estimulado pelo poder central, e a construção de uma inédita convergência em torno das grandes causas nacionais. Para isso, é preciso desprendimento, espírito público e generosidade. A formatação de um novo diálogo nacional tornou-se imprescindível para que a lógica das decisões do poder público, tantas vezes distante da realidade, ganhe legitimidade e efetiva participação da cidadania.

É hora de somar forças para a construção coletiva de um novo projeto para mudar de verdade o Brasil.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Marchinha de Carnaval: Cadê o Zé?, de Luiz Trevisani



CADÊ O ZÉ
COMPOSIÇÃO DE LUIZ TREVISANI

O CARNAVAL ESTA CHEGANDO
E O POVO QUER SABER
ONDE ANDA AQUELE FULANO
QUE ERA UM DOS DONOS DO PODER

SERÁ, QUE ELE TÁ EXILADO?
SERÁ QUE ELE SE ESCONDEU?
PERGUNTAM PARA TODO LADO
ONDE ANDA O ZÉ DIRCEU?

CADÊ O ZÉ?
CADÊ O ZÉ?
TÁ NA PRISÃO
LÁ NO MEIO DA RALÉ
CADÊ O ZÉ?
CADÊ O ZÉ?
LÁ NA PAPUDA
ELE É SÓ UM ZÉ MANÉ

O ZÉ DIZ QUE É UM GUERREIRO
MAS ISSO EU NÃO SEI SE ELE É
PARECE MAIS UM MENSALEIRO
UM BANDIDO BEM CHULÉ
NINGUÉM MANDOU SER TÃO SAFADO
E TRAIR TODA A NAÇÃO
DIRCEU VAI VER O SOL NASCER QUADRADO
NUMA CELA DE PRISÃO

CADÊ O ZÉ?
CADÊ O ZÉ?
TÁ NA PRISÃO
LÁ NO MEIO DA RALÉ
CADÊ O ZÉ?
CADÊ O ZÉ?
LÁ NA PAPUDA
ELE É SÓ UM ZÉ MANÉ
O ZÉ DIRCEU AGORA É UM ZÉ MANÉ

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Brasil de Dilma come poeira e fica com o pior PIB do G-20

A crise atinge todos os países, mas só nós temos a Dilma...

Assistam abaixo matéria da Globonews:



O resultado é mais patético ainda se lembrarmos que há uns meses atrás, a songamonga se achava capaz de dar receitas para que os europeus saíssem da crise. Relembrem:


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Dilma e ministros participam de ato em defesa dos mensaleiros



Leiam no Globo:


Com Lula e Dilma, Congresso do PT se transforma em ato de apoio a mensaleiros condenados
Ex-presidente cita caso de helicóptero pego com cocaína e diz que imprensa dá mais atenção ao mensalão
Em discurso, Rui Falcão diz que mensalão foi ‘tsunami de manipulação’

BRASÍLIA – Com as presenças da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o 5º Congresso do partido, aberto na noite desta quinta-feira, foi transformado em um ato de apoio aos petistas condenados no julgamento do mensalão. Com Lula e Dilma no palco, a plateia gritou em coro: "Dirceu, guerreiro do povo brasileiro", "Genoino, guerreiro do povo brasileiro", e "Delúbio guerreiro, do povo brasileiro". Lula começou seu discurso afirmando que não falaria de mensalão, mas depois de apelos da militância se referiu ao caso como "a maior campanha de difamação" (...)

Participam do Congresso do PT os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento), Aloizio Mercadante (Educação), Alexandre Padilha (Saúde), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Miriam Belchior (Planejamento), Eleonora Menicucci (Políticas para as Mulheres) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais).

Clara Nunes - Coração Leviano

Aécio lidera com folga disputa no Facebook

 

A campanha eleitoral não começou oficialmente, mas a corrida certamente já pode ser acompanhada. Além de pesquisas de intenção de votos, uma das formas de avaliar como os eleitores estão se posicionando é acessar o Facebook e acompanhar as páginas oficiais e não oficiais relacionadas aos candidatos.

Se considerarmos três candidatos para as eleições presidenciais de 2014, Aécio Neves está na frente com seu número de fãs. Em suas duas páginas oficiais, o candidato já agrega 221 mil fãs na página “Aécio Neves” e 212 mil na “Conversa com brasileiros”. O número é considerado alto quando comparado aos seus adversários.

Dilma, apesar de afirmar não possuir página oficial no Facebook, pode ser encontrada vinculada a uma página administrada pelo PT. Nela, apenas 127 mil fãs acompanham seu conteúdo diariamente. Já Eduardo Campos possui página oficial e nela ultrapassa a presidente, com 155 mil fãs.
O índice, apesar de tímido ainda, já demonstra o comportamento dos usuários do Facebook. Não se pode ignorar tais números quando o objetivo é analisar as preferências do eleitorado jovem.

Para acessar as páginas de Aécio, clique nos links abaixo:

Aécio Neves Oficial

Conversa com os brasileiros

Ao contrário do PT, Aécio defende cadeia para tucanos que cometam irregularidades


Leiam no Globo:


Aécio: ‘Se alguém do PSDB tiver feito algo errado, que vá para a cadeia também’
Apesar de acusações contra tucanos, senador se mostra otimista com o cenário das eleições de 2014

BRASÍLIA. Em meio às acusações de que integrantes do PSDB teriam recebido propina do cartel montado por multinacionais para fraudar licitações em São Paulo, e apesar da possibilidade de o mensalão mineiro ser julgado no próximo ano, o pré-candidato do partido à presidência, senador Aécio Neves, está decidido a colocar a ética no debate eleitoral. Em um encontro com jornalistas na noite desta quarta-feira, o tucano mostrou-se otimista com o cenário do próximo ano, exaltou o crescimento do número de eleitores que pedem mudanças no governo e disse que não se sente nada desconfortável com as acusações que atingem tucanos.

- Eu vou falar muito de ética. Muito. Se alguém do PSDB tiver feito algo errado, se recebeu propina, que vá para a cadeia também. Se alguém cometeu erros, isso não tira um milímetro da minha autoridade para falar de ética. Governei um estado por oito anos e tenho 30 anos de vida pública - afirmou Aécio.

Embora haja grande ansiedade em setores da oposição com os números das pesquisas mais recentes, mostrando que a presidente Dilma Rousseff venceria hoje no primeiro turno, Aécio disse acreditar que esse cenário só deve começar a mudar a partir de abril, quando houver maior equilíbrio na exposição dos pré-candidatos. Hoje, nas palavras do senador, o que existe é um "monólogo" da presidente.

- Eu e Eduardo (Campos) sabemos que teremos de atravessar o Rubicão (ou seja, tomar uma decisão difícil e audaciosa, como fez o imperador romano Júlio César, ao cruzar esse rio da Itália e desencadear uma guerra) até chegar à comunicação de massa, o que só deve acontecer entre março e abril. Até lá, vai ser uma travessia no deserto. Não tenho ilusão de mudar isso (números da pesquisa) antes de terminar a Copa - declarou, lembrando os números da presidente na eleição passada:

- Nessa mesma época, última semana de novembro, primeira de dezembro, a Dilma tinha 17% e estava em campanha aberta, rodando o Brasil nas asas do Aerolula. Ela só foi passar o Serra em julho.

Em meio à finalização das linhas mestras de seu plano de governo, que serão reveladas oficialmente na próxima terça-feira, Aécio vem se reunindo nas últimas semanas com grandes empresários e representantes de setores organizados. Hoje à noite, será a vez de um encontro com 30 executivos do setor financeiro e industrial em São Paulo.

Mais do que apresentar propostas, esses encontros servem para o candidato mostrar em termos práticos quem o acompanha - e que, provavelmente, estará ao seu lado em um eventual governo. O exemplo de hoje é didático: acompanharão o tucano no evento o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, e o senador paulista Aloysio Nunes Ferreira - cotado para ser seu vice.

- O que estou fazendo é mostrando quem é o meu grupo. Essas são as pessoas com quem ando - explicou.

- O ano de 2015 será um ano muito difícil, sem dúvida. Há aí uma crise de confiança e o que esperamos é que a nossa eleição crie uma reversão de expectativa e nos dê fôlego para atravessar esse momento.

O espectro de interlocutores é diverso. Na semana passada, o tucano participou de jantares com alguns dos principais representantes nacionais do agronegócio na casa do pecuarista Jovelino Mineiro. Já nesta segunda-feira, esteve com os representantes dos principais grupos ambientalistas nacionais e internacionais, como Greenpeace e WWF, em um jantar organizado pelo ex-deputado federal Fábio Feldman. Amanhã, volta a se reunir com representantes do setor agrícola, desta vez, com os ex-ministros da Agricultura Roberto Rodrigues e Alysson Paulinelli, e, na segunda-feira, terá reunião com empresários cariocas e, em seguida, com José Júnior, do Afroreggae.

O foco dos tucanos será o eleitorado que quer mudanças de fato, em uma evidente contraposição ao governador Eduardo Campos, que apoiava o governo Lula até setembro. Sua afirmação mostra que, a despeito do seu esforço para combinar o jogo com o socialista, haverá também confronto entre os dois durante a pré-campanha e a campanha eleitoral.

- Vamos ser a mudança de verdade e segura para o Brasil. Não somos meia mudança. Quem quiser meia mudança talvez não fique conosco.