sábado, 31 de agosto de 2013

Pedófilo assessor da Casa-Civil de Dilma Rousseff já está atrás das grades. Que aprecie bastante a noite de núpcias com Tonho Pé-de-Mesa na cadeia


Leiam no UOL:


Ex-assessor da Casa Civil suspeito de estupro é preso em Foz do Iguaçu (PR)

Denunciado por estupro de menores e favorecimento de prostituição, o ex-assessor da Casa Civil Eduardo Gaievski foi preso por policiais civis na manhã deste sábado (31) em Foz do Iguaçu, na fronteira do Paraná com o Paraguai.

Gaievski, que é ex-prefeito de Realeza (547 km de Curitiba), vai ser transferido para Curitiba ainda hoje. Ele era considerado foragido da Justiça.

Gaievski teve mandado de prisão preventiva expedido na sexta-feira (23). Ele é suspeito de obrigar adolescentes a lhe prestar favores sexuais em troca de dinheiro. Na época dos crimes, Gaievski ainda era prefeito de Realeza (2005-2012).

As investigações do MP-PR (Ministério Público do Paraná) começaram há cerca de três anos. O processo corre em segredo de justiça por envolver menores de idade.

Após as acusações virem a público, Gaievski foi exonerado da Casa Civil, cargo que ocupava desde janeiro nomeado pela ministra Gleisi Hoffmann.

Além disso, na última segunda-feira (26), foi suspenso do PT do Paraná, partido que era filiado.

Em entrevista à revista "Veja", Gaievski negou as acusações e disse que é alvo de retaliação por membros do Ministério Público.

Segundo a Polícia Civil do Paraná, a previsão é de que ele seja apresentado à imprensa ainda neste sábado (31) no 3º Distrito Policial, no bairro Mercês.

O advogado de Gaievski, Rafael Antônio Seben, foi procurado pela reportagem para comentar o caso, mas não foi localizado.

The Battle Cry of Freedom

Música dos Confederados na Guerra Civil Americana:



The Battle Cry of Freedom 

Our flag is proudly floating on the land and on the main,
Shout, shout the battle cry of Freedom!
Beneath it oft we've conquered, and we'll conquer oft again!
Shout, shout the battle cry of Freedom!

        (Chorus)
        Our Dixie forever! She's never at a loss!
        Down with the eagle and up with the cross
        We'll rally 'round the bonny flag, we'll rally once again,
        Shout, shout the battle cry of Freedom!

Our gallant boys have marched to the rolling of the drums.
Shout, shout the battle cry of Freedom!
And the leaders in charge cry out, "Come, boys, come!"
Shout, shout the battle cry of Freedom!

        Chorus

They have laid down their lives on the bloody battle field.
Shout, shout the battle cry of Freedom!
Their motto is resistance – "To the tyrants never yield!"
Shout, shout the battle cry of Freedom!

        Chorus

While our boys have responded and to the fields have gone.
Shout, shout the battle cry of Freedom!
Our noble women also have aided them at home.
Shout, shout the battle cry of Freedom!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Saibam mais sobre o MAIS MÉDICOS LIVRES, proposto por Ronaldo Caiado

Assistam abaixo o corajoso pronunciamento de Ronaldo Caiado na Câmara ontem e leiam abaixo matéria do UOL.




Caiado cria Movimento Mais Médicos Livres e chama Opas de "navio negreiro"

A assessoria de imprensa do DEM (Democratas) enviou nota à imprensa informando que o líder do partido na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO), anunciou nesta quinta-feira (29/8) a criação do Movimento Mais Médicos Livres em apoio aos cubanos que desembarcarem no Brasil.

A iniciativa incluirá um espaço físico em Brasília e em outros estados, com suporte político e jurídico a esses médicos que demandarem ajuda para obter asilo no Brasil, trazer suas famílias e exercer a medicina em condições justas de trabalho.

Caiado ainda afirmou que encaminhará ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, pedido para a formação de um comitê de parlamentares que irão a Genebra consultar a Organização Internacional do Trabalho (OIT) a e Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a legalidade da contratação dos médicos de Cuba, já que o Brasil é signatário de convenção que proíbe trabalho forçado e análogo à escravidão em seu território.

Segundo a nota, o deputado classificou como absurda a forma de contratação desses médicos por meio de acordo com Organização Panamericana da Saúde (OPAS), com retenção de passaporte e sem garantia de remuneração equiparada aos profissionais de outras nacionalidades incluídos no programa do governo federal Mais Médicos.

"Vamos, a partir hoje, solicitar uma audiência com a CNBB e OAB e buscar o maior número de apoiadores para que os médicos cubanos - que hoje na Venezuela são obrigados a buscar asilo político em Miami – possam ter todo o suporte no Brasil. Vamos criar um escritório em Brasília e em outros estados para defendê-los do ponto de vista jurídico e político para que sejam asilados. Com isso, poderão trazer suas famílias para o país", explicou o deputado goiano.

Ronaldo Caiado criticou duramente a posição do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, de concordar com o pagamento de salários de médicos cubanos diretamente ao governo da Ilha de Fidel. "Lamentável, triste, deplorável é declaração do ministro Gilberto carvalho. Médico em Cuba não é pessoa física, é mercadoria. Não vem com diploma, vem com nota fiscal. E um ministro, que se diz defensor dos direitos humanos, ser conivente com essa prática de trabalho escravo", afirmou o parlamentar.

"Reitero que a Opas é o navio negreiro do século 21 e reafirmo que se tem preconceito com os cubanos é exatamente da parte dos petistas e do governo do PT porque os médicos que vem da Europa têm direito de ir e vir, de receber o salário na íntegra e escolher a cidade que vai trabalhar. Aos cubanos, o preconceito do governo do PT que está os trazendo como escravos. Isso é trabalho forçado. Eles recebem US$ 27 dólares, o resto volta para Cuba", ponderou o líder democrata ao falar sobre o contrato Brasil/Opas.

Padilha omisso

O líder do Democratas na Câmara também repudiou a omissão do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em relação ao acordo com a organização, já em andamento quando ele esteve em audiências públicas na Câmara dos Deputados. Reportagem da Folha de São Paulo desta quinta-feira (29) revelou que os aditivos foram feitos em abril, mais de dois antes da edição da Medida Provisória do programa Mais Médicos. "A Folha de São Paulo deixa claro a farsa montada pelo ministro. O ministro, durante todo o tempo, negou qualquer acordo com o governo cubano para trazer médicos. A MP não trata desse convênio", disse.

Ainda sobre o contrato, o deputado reforçou que o Brasil está copiando o modelo venezuelano de contratação de profissionais de Cuba. Foram 35 mil médicos importados, dois mil dos quais estão refugiados nos Estados Unidos. "É legítimo, é honesto falar que vai dar saúde usando a mão-de-obra escrava dos médicos cubanos? Isso é marquetagem política!", completou.

Ronaldo Caiado auxiliará médicos cubanos a desertarem da ditadura comunista


Bela iniciativa. Deixa evidente que o motivo da indignação não são os cidadãos e profissionais cubanos, e sim os tiranos da ilha e seus capachos brasileiros do PT.

No blog do Ilimar Franco, no Globo:

Aposta na deserção 
O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), vai criar um Gabinete de Apoio ao Médico Cubano. Este terá advogados para que os estrangeiros possam pedir asilo no Brasil e, ainda, trazerem suas famílias. Caiado tem levantamento de sua assessoria que serve de base para esta ajuda. Na Venezuela, médicos cubanos fugiram em massa para os EUA.

Gilberto Kassab descarta apoio do PSD a Serra, caso ele seja mesmo candidato

Crie juízo, Serra. Tentar ser candidato por outro partido possivelmente representará o capítulo final de sua longa trajetória política. Se quiser, poderá ser o candidato do PPS facilmente. Basta querer e avisar o Roberto Freire. Mas valerá a pena? Com menos de 1 minuto de TV, sem apoio de outros partidos e com a rejeição do eleitorado mais conservador a votar num partido comunista, a única dedução possível é uma fragorosa derrota. Sem a estrutura do PSDB, ficará cada vez mais complicado para ele recuperar alguma importância na política brasileira.

Qual a opção? Voltar ao parlamento, como deputado, puxando uma enxurrada de votos e elegendo uma forte bancada tucana na Câmara, ou como senador, tomando facilmente a vaga petista de Eduardo Suplicy. Sem desconsiderar a possibilidade de voltar ao Executivo como ministro de um possível Governo Aécio. Será que ele acha pouco?

Leiam abaixo trecho da entrevista de Gilberto Kassab a Fernando Rodrigues, na Folha de São Paulo, onde fica muito evidente a dificuldade que seria para Serra conseguir apoios para sua empreitada:
 
"Se ele (Serra) pedir para conversar sobre uma possível aliança com o seu partido, qual é a perspectiva disso prosperar? 
A minha posição será a posição do meu partido. Sou presidente de um partido. Qualquer conversa que eu tenha com o Serra ele saberá, como ele sabe, que a tendência do nosso partido, qualquer que seja o quadro, é apoiar a reeleição da presidente Dilma. 

É difícil o seu partido apoiar o José Serra em 2014, então? 
É difícil deixar de apoiar a presidente Dilma. 

Isso significa então que é difícil apoiar o José Serra? 
É, porque diante das circunstâncias é um quadro muito bem encaminhado. É público isso."

Se liga, Serra! PSDB de São Paulo fechado com Aécio Neves


Fico me perguntando se o Serra acredita que pode vencer a eleição para a presidência sem ter sequer o apoio de seu próprio partido. Espero que o Brasil não tenha que pagar o preço por essa sua obsessão desenfreada em ser o eterno candidato perdedor do PSDB.

Leiam na Folha:


Deputados estaduais do PSDB de São Paulo preferem Aécio a Serra

Ao desembarcar hoje em São Paulo para um almoço com deputados estaduais do PSDB, o senador e presidente da sigla, Aécio Neves (MG), encontrará uma bancada disposta a apoiar sua candidatura ao Planalto em 2014, mas ainda sem manifestações públicas nessa direção.
Cautelosos diante das movimentações do ex-governador paulista José Serra, também interessado em disputar a Presidência, 14 dos 21 parlamentares da Assembleia Legislativa de São Paulo disseram reservadamente à Folha que são favoráveis à candidatura de Aécio.
Serra é minoritário na bancada do Estado que governou de 2007 a 2010. Apenas três deputados estaduais afirmaram que o paulista deveria ser o candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB. Outros quatro não opinaram.
A bancada paulista divide-se quanto à realização de uma disputa interna para escolher o candidato tucano. Sete são contrários a prévias. Onze parlamentares admitem a disputa -e, desses, sete declaram preferência por Aécio.
Editoria de Arte/Folhapress
divisao tucana

Na presidência do PSDB, o senador mineiro se movimenta para consolidar sua candidatura presidencial, mas admite a realização de prévias, caso Serra assuma interesse em disputar o Planalto.
O gesto de Aécio é visto pelo próprio ex-governador paulista como estratégia para evitar dar a ele um motivo para deixar o partido e se lançar à Presidência pelo PPS.
A aliados Serra afirmou que o almoço de Aécio com a bancada em uma cantina na região dos Jardins é extemporâneo e representa um atropelo ao PSDB de São Paulo, uma tentativa de impor a candidatura do senador mineiro.
A queixa chegou aos ouvidos do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que decidiu não se intrometer na disputa. Ele recomendou, entretanto, que os dirigentes do partido adotassem cautela na organização do evento.
Responsável por arregimentar os parlamentares, o presidente do PSDB-SP, Duarte Nogueira, disse aos deputados que o encontro é "partidário" e não se traduziria em um manifesto de apoio.
"Se o Serra desejar, daremos a ele a mesma oportunidade", afirma Nogueira.

Aécio fala sobre o apagão elétrico do Governo Dilma

De volta pro meu aconchego

Um breve passeio num hospital cubano

O país da gerentona: Somente este ano, Brasil já teve oito grandes apagões


No Globo:


País teve nove apagões no governo Dilma
Nos últimos 12 meses, grandes blecautes foram mais frequentes

RIO - Há oito meses, a presidente Dilma Rousseff afirmava que os apagões eram decorrentes de falhas humanas. “O dia em que falarem para vocês que caiu raio (e por isso o sistema elétrico caiu), gargalhem. Raio cai todo dia nesse país, a toda hora. O raio não pode desligar o sistema”, disse a presidente em dezembro. Mas para as autoridades do setor, a causa do apagão desta quarta-feira foi, novamente, climática. Desta vez, uma queimada causada pela seca que assola o Nordeste.

No total, segundo dados coletados pelo Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), o país viveu 150 blecautes acima de 100 MW desde janeiro de 2011, início do governo Dilma. Em 2013, foram 27 episódios. Embora o número seja semelhante ao vivido há dez anos, especialistas alertam para a repetição de grandes apagões.

Dos nove apagões de grandes proporções (acima de 800 MW, chegando até a 12.900 MW) registrados no país desde 2011, oito deles ocorreram no último ano. Quatro destes apagões tiveram forte impacto no Nordeste, região mais crítica para o fornecimento de energia, por causa da seca e da falta de grandes rios — o potencial energético do São Francisco está totalmente explorado. Mas dois destes grandes blecautes atingiram a população do Estado do Rio.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Governo Dilma desindustrializa o Brasil e participação da indústria no PIB volta aos patamares de 1955!


Leiam sobre isso na Folha de São Paulo.

Dilma resolve lançar mais um programa social!


Cuba é aqui! Após os médicos, os apagões!

Mais um apagão para Dilma chamar de seu. Para quem idolatra e financia o regime comunista cubano, talvez isso seja sinal de que estamos no caminho certo...

Leiam no G1:

Nordeste sofre apagão; 
Chesf avalia extensão Problema foi observado por volta das 15h. 
Queda de energia foi registrada nos nove estados. 

O superintendente de Operação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), João Henrique Franklin, informou ao G1 que houve uma queda de energia no Nordeste. Foi registrada falta de energia no Piauí, Paraíba, Alagoas, Maranhão, Ceará, Sergipe, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O problema foi observado por volta das 15h desta quarta-feira (28).

O superintendente informou que está fazendo o diagnóstico do ocorrido na Central de Operações da Chesf, que fica no Recife. A Companhia atua em todo o Nordeste, com exceção do estado do Maranhão. De acordo com Franklin, o apagão começou às 15h08 e atingiu todo o Nordeste. "Nossa preocupação agora é reestabelecer a energia, que está retornando gradativamente. Já temos energia no Recife, Salvador, algumas áreas de Teresina. Acredito que ainda hoje toda a região estará normalizada. Não sabemos ainda o motivo, vamos precisar fazer uma avaliação junto com o ONS", explicou.

Queda de energia no Nordeste (Foto: Editoria de Arte/G1)
A área de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que houve uma queda de energia de grandes proporções no Nordeste às 15h03, que derrubou a carga de 10.000 megawatts para 1.000 megawatts. A agência disse que, após a apuração das causas pelo ONS, fará a fiscalização do problema e se houver culpados, aplicará multa.

A operadora de telefonia móvel TIM informou, por meio de nota, que seus clientes no Nordeste poderão ter dificuldade para utilizar os serviços da companhia devido à queda de energia. Segundo a operadora, equipes técnicas estão trabalhando para restabelecer gradativamente os serviços nas áreas afetadas. As demais operadoras ainda não se pronunciaram sobre o apagão.
Alagoas
Vários bairros de Maceió e também de Arapiraca, no Agreste de Alagoas, foram atingidos pelo apagão. Na capital, semáforos estão apagados e o trânsito começa a se complicar. Internautas avisam que em toda orla não tem luz, assim como na parte alta da cidade.
Bahia
Em Salvador, na Bahia, as lojas dos dois maiores shoppings, Iguatemi e Salvador, fecharam as portas. No Polo Petroquímico, localizado na Região Metropolitana de Salvador, algumas fábricas evacuaram as unidades por medida de segurança.
Saguão do aeroporto fica sme luz na tarde desta quarta em Salvador (Foto: Riad / Arquivo Pessoal) 
Saguão do aeroporto de Salvador fica sem luz
(Foto: Riad / Arquivo Pessoal)
 
Ceará
Em Fortaleza, a Autarquia Municipal de Trânsito, informa que mais de 95% dos semáforos estão sem funcionar. O apagão também atingiu hospitais e o aeroporto da cidade. Segundo os hospitais, nenhum procedimento foi cancelado devido ao uso de geradores.
Maranhão
A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) informou que o apagão atingiu municípios da região Leste, na fronteira com o Piauí, como Caxias e Timon. O ONS informou à Cemar que houve um bloqueio na Usina de Boa Esperança, que é de responsabilidade da Chesf e, com isso, houve perda de alimentação na Cemar. No Maranhão, 229.648 unidades consumidoras estão sem energia.

Paraíba
A Energisa informou que a queda de energia atingiu todo o estado. Por volta de 16h, ainda não havia previsão para o retorno do serviço. Os semáforos estão apagados nas ruas de João Pessoa e Campina Grande, as duas maiores cidades da Paraíba. Na capital, os três maiores hospitais estão funcionando com geradores. Apesar da falta de energia, o aeroporto de João Pessoa funciona normalmente, segundo a Infraero.
Pernambuco
A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que o metrô está parado na Região Metropolitana do Recife. Pessoas relatam nas redes sociais que os semáforos da capital não funcionam. A Infraero informou que o Aeroporto Internacional Gilberto Freyre/Guararapes, no Recife, está funcionando. A Secretaria de Saúde do Estado informa que os hospitais da rede estadual têm gerador e estão funcionando normalmente, entre eles o Hospital da Restauração, maior emergência da região. A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) apenas confirmou que falta energia em todo o estado, mas ainda não tem detalhes sobre o caso.
No Recife, semáforos ficaram apagados e trânsito complicou por causa do apagão. (Foto: Alexandre Morais/G1) 
No Recife, semáforos ficaram apagados e trânsito complica
(Foto: Alexandre Morais/G1)
 
Rio Grande do Norte
A Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) informou que todo o estado foi atingido pelo apagão. Em Natal, os semáforos estão apagados. Lojas, supermercados e o Shopping Midway Mall fecharam as portas por causa da falta de energia. Funcionários do centro administrativo do governo também foram dispensados. Apesar da falta de energia, o aeroporto de Natal funciona normalmente.

Sergipe
Em Sergipe, a falta de energia afetou o funcionamento dos sinais de trânsito, deixando o trânsito caótico nas ruas da capital, Aracaju. Os shoppings estão abertos, mas as lojas foram fechadas até o reestabelecimento da energia.

No ano passado
Em 2012, a região Nordeste enfrentou apagões em setembro e outubro. Em 22 de setembro, segundo o ONS, um problema nas interligações Sudeste/Norte e Sudeste/Nordeste, atingiu o fornecimento de energia elétrica em parte da região Nordeste do país.
Em outubro, outra ocorrência afetou os nove estados do Nordeste do país no final da noite do dia 25 e início da madrugada do dia 26.

Bienvenidos

Buddy Guy e Eric Clapton ao vivo

E agora, Dilma? Ministério Público informa que contratação de médicos sem concurso público é ILEGAL!

Todos iguais, mas uns mais iguais que os outros?
Assistam ao vídeo abaixo da Globonews:

video

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

John Lennon e Eric Clapton - You Make Me Dizzy Miss Lizzy (Toronto 1969)

FHC defende candidatura de Aécio e manda indireta para Serra: "A candidatura não depende de você. Depende de os outros quererem."

Fernando Henrique Cardoso, presidente do honra do PSDB, ao lado do presidenciável tucano Aécio Neves
Leiam abaixo a entrevista de fernando Henrique ao Valor Econômico:


Para FHC, Serra não vai sair do PSDB, como ameaça, e provavelmente não será necessária a realização de prévia entre ele e Aécio. "Eu acho difícil", afirma Fernando Henrique, em entrevista ao Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor. FHC argumenta que os tucanos nunca estiveram tão unidos, situação que, em sua opinião, não pode ser desperdiçada. "A dificuldade [para Serra]é que o PSDB em sua imensa maioria está com Aécio. Então, acho que a pessoa tem que ser realista", diz.

O ex-presidente lembra que nas últimas eleições houve cisão interna, o que gerou indefinição e prejudicou o PSDB na urnas. Serra, afirma, tem direito de postular a candidatura, mas sem atrapalhar. Na contramão da oposição, FHC diz ser favorável à polêmica importação de médicos feita pelo governo federal: "Não sou contrário, desde que haja clareza e diploma que realmente tenha valor". A seguir, os principais trechos da entrevista ao Valor Econômico:

Qual tem sido o seu papel na disputa entre Aécio e Serra?
Não precisa chegar ao ponto de ser um bombeiro. Acho que temos que dar um pouco de tempo ao tempo. Há dois passos decisivos do Serra. Um é agora: resolver se ele fica no PSDB ou não. Meu palpite: ele fica.

Por que um palpite?
Não, somente porque ele não me disse. Eu sou prudente. Mas o Serra é um ser racional. Não tem muito sentido você sair de um partido onde sempre esteve, onde construiu sua história e contribuiu para a história do partido, e ir para uma coisa que você não sabe como é, com um ponto de partida frágil.

Seria uma candidatura frágil, se for para outro partido?
É frágil. Qual é a dificuldade? A dificuldade [para Serra] é que o PSDB em sua imensa maioria está com Aécio. Quer o Aécio. Então, acho que a pessoa tem que ser realista, até que ponto tem sentido se apresentar como candidato ou não. Mas isso só o tempo vai mostrar, se é possível ou não.

Ele pode atrapalhar?
Ahn... agora não. Porque está muito longe, o povo não está nem aí para esta questão de eleição. Agora, tem um momento, o PSDB vai ter que... Qual foi o nosso problema nas outras candidaturas? É você ter indecisão por muito tempo. Não dá para repetir isso. A vantagem que temos agora é que houve uma tendência consolidada no PSDB pela candidatura Aécio.

O sr. vê uma diferença grande no processo de escolha desta vez em relação às outras eleições
Ah, sem dúvida. Nos outros anos, houve muito mais indecisão. O partido estava mais dividido. Agora não. O que tem é uma aspiração legítima do Serra, mas não é que o partido se dividiu entre um e outro. Neste momento, nos diretórios, que eu saiba, não existe nenhuma cisão dentro do PSDB. O PSDB está ao redor da candidatura do Aécio.

Há clima para prévias?
Eu acho difícil. Mas, claro, se o Serra insistir em ser candidato ele tem o direito. Agora o partido também tem a obrigação de dizer: "Vamos resolver isso logo, não pode esperar". Para não cair nos erros do passado.

Até quando o sr. acha que o partido pode esperar?
Primeiro temos que deixar passar o que vai acontecer agora no fim do mês. Não adianta especular antes da hora. Meu palpite é que Serra fica. Se não ficar, muda tudo. Por que é ele e outros. Mas não há tendência nenhuma de as pessoas saírem. Não há. Ninguém. Nenhuma força importante. Até porque as dificuldades do governo [federal] são enormes. Nunca houve conjuntura tão favorável a uma alternativa. Nosso dever é construir essa alternativa, com seriedade, o quanto antes e juntando gente.

O Aécio, em terceiro lugar nas pesquisas, ainda não decolou. Isso não preocupa?
Não é hora de decolar. O povo só vai se abrir para isso no segundo semestre do ano que vem. É hora de se organizar, de organizar o discurso, ter presença articulada com outros setores.

Mas a classe política já se prepara e se articula com os demais nomes do cenário, como Marina Silva e Eduardo Campos.
A Marina, indiscutivelmente, se beneficia, neste momento, dessa onda dos protestos. Agora, no ponto de partida, o Aécio tem [o apoio de] Minas, uma estrutura grande do PSDB e candidatos organizados em praticamente todos os Estados. E o Eduardo tem menos. De fato, vamos ver como é que a porca torce o rabo, quando estivermos na campanha. Quem tem mais organização na oposição é o Aécio. A Marina não tem nem partido. E o Eduardo tem, mas é um partido mais fraco que o PSDB. No ponto de partida, Aécio tem vantagem, independentemente das variações de [pesquisa de] opinião. A opinião está muito longe da eleição. O Serra saiu sempre muito na frente, e não ganhou. Isso é muito relativo.

Mas o Serra não se espelha na trajetória do ex-presidente Lula, que concorreu quatro vezes até finalmente vencer?
Sim, mas o partido queria que o Lula fosse. Não é a mesma situação. E o PT não tinha alternativa. São situações diferentes. A candidatura não depende de você. Depende de os outros quererem.

O Serra pode atrapalhar e jogar contra o Aécio em São Paulo, durante a campanha, numa revanche ao que teria acontecido em Minas, em 2010?
Primeiro, o Aécio nega isso. Serra ganhou em BH. Segundo, o Serra não pode fazer isso porque seria trair o partido. Acho que isso ele não faz.

O sr. se sente o patrono da candidatura Aécio?
Não, a candidatura foi lançada não foi nem por mim, foi pelo [deputado federal] Sérgio Guerra, pelo [ex-presidente do PSDB] Tasso [Jereissati] e eu apoiei Porque o partido está nesta direção e porque eu acho que o momento é de você renovar.

O sr. é a favor do programa de importação de médicos?

Não tenho muita clareza. O estranho é o Brasil pagar e o governo de Cuba escolher quem vem. Agora, que obviamente sejam médicos, que haja alguma aferição destes diplomas. Há diplomas e diplomas. Mas não acho que seja errado. Não sou contrário desde que haja uma coisa com clareza, que tenha diploma que realmente tenha valor. Agora, o resto, se for necessário... Sempre fui muito favorável a que houvesse migração, liberdade de movimento de pessoas, o Brasil precisa de gente com competência. Agora, tem que ter algum critério para saber se tem competência mesmo.

O que o sr. achou do relato de que a presidente Dilma teria saído de motocicleta por Brasília para escapar da rotina, sem ser notada?
Eu não vi isso. E nem acredito. A quem se atribui ter feito isso foi o [ex-presidente e general João Batista] Figueiredo (1918-1999). Não acho que ela faça isso, não.

E o sr. já fez ou teve vontade de fazer algo semelhante quando era presidente?
Esse não é o meu estilo.

Inflação: Preços no comércio subirão mais que o dobro do ano passado


Leiam no Globo:


Alta do dólar pesa no bolso dos consumidores 
Preços do comércio devem subir 7,4% este ano, contra apenas 3,5% em 2012, diz a CNC

BRASÍLIA - A alta do dólar, que de janeiro até a última sexta-feira já acumulava quase 15%, atingirá em cheio o bolso dos consumidores este ano. Projeção da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra que os preços no comércio varejista vão subir 7,4% em 2013, sendo que em alguns setores, como de bens duráveis, serão fortemente afetados pela variação do câmbio. A inflação projetada para o varejo é mais do que o dobro da alta registrada no ano passado, de 3,5%. E acima da média da inflação projetada para este ano, de 6%.

No caso dos bens duráveis, a alta média dos preços projetada é de 3,6%, contra uma deflação de 1,2% no ano passado. O economista da CNC Fábio Bentes explicou que, no intervalo de um ano, 40% da alteração dos preços dos bens duráveis podem ser atribuídos à variação cambial.

Já os bens não duráveis, como alimentos, bebidas e artigos farmacêuticos, devem subir 7,9% no ano, contra 3,9% em 2012. Nesse caso, outros fatores também terão impacto na variação dos preços, como a quebra de safras e as pressões na demanda decorrentes do aumento da renda.

Os reajustes no segmento de móveis e eletrodomésticos deverão chegar a 3,1%. A inflação dos artigos de uso pessoal e doméstico, que englobam os eletroeletrônicos, deverá ficar em 6,2% — no ano passado, foi de apenas 2,5%. Já no terceiro componente de bens duráveis da pesquisa, artigos de informática e comunicação, os preços deverão registrar uma queda este ano, mas bem abaixo da verificada no ano passado. A redução passará de 6,7% para 3,3%. Os dados foram projetados com base na Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE.

Os brasileiros também sentirão o impacto do câmbio nos itens que vão à mesa. Estimativa da Associação Paulista de Supermercados (Apas) indica que, se o dólar se mantiver entre R$ 2,35 e R$ 2,40, haverá um aumento de até 5% nos preços dos alimentos importados no fechamento do ano. No caso de produtos que vão compor a ceia de Natal, como vinho, azeite e frutas secas, a elevação pode chegar a 10%.

— Como a alta do dólar não tinha se configurado de forma permanente, havia uma negociação entre indústria e varejo para segurar os preços. Mas, agora, não será mais possível sustentar esses valores — afirmou Rodrigo Mariano, gerente de Economia e Pesquisa da Apas.

Desde o início do ano, a advogada Tatiane Becker Amaral, de 36 anos, vem observando um reajuste na maioria dos preços nos supermercados. Os gastos com as compras semanais, para uma família com cinco pessoas, saltaram de R$ 400 para R$ 600. No caso do vinho sul-africano que a gaúcha costuma levar para casa, o aumento também foi expressivo: o preço da garrafa subiu de R$ 20 para R$ 28 desde a semana passada. Tatiane diz que não pretende trocar a bebida, mas, se a escalada de preços continuar, a alternativa será mudar as marcas de outros importados.

— Toda semana os preços sobem. Já tenho trocado a marca de alguns produtos e, no fim do ano, posso mudar o cardápio também — disse.

Importado: ‘Tive que pagar fatura alta’

A dona de casa Maria Auxiliadora Bandeira, de 70 anos, tem sempre em casa azeite português e compra vinho importado, chileno ou argentino, a cada dois meses. Ela ainda não verificou mudança nos preços, mas, se a alta se confirmar, disse que o melhor caminho é pesquisar.

— Sempre vou a mais de um supermercado. Em alguns casos, o preço do alimento chega a dobrar — disse.

Já a nutricionista Isabela Borges, de 35 anos, afirmou que, no dia a dia, prioriza os produtos naturais e nacionais. Nas festas de fim de ano, mesmo com os reajustes, deve manter no cardápio os importados. Mas, em outras compras, ela já amargou a alta do dólar:

— Eu sempre peço para meu irmão trazer produtos do exterior, como roupas, e agora tive de pagar uma fatura alta — lamentou.

No caso de materiais escolares, itens de decoração e produtos de cama, mesa e banho, o aumento no preço ao consumidor deverá ser de, pelo menos, 15% no início de 2014, nas contas do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior.

— O reajuste será de, no mínimo, o dobro da inflação (oficial) em virtude dessa desvalorização do real. O impacto mais imediato, da alta desta semana, será sentido em 30 ou 60 dias, quando os produtos importados e insumos negociados agora começam a chegar — previu Pellizaro Junior.

Repasse de preços

Segundo ele, deverá haver uma variação também nos preços de alimentos, devido ao trigo, e de eletroeletrônicos, por causa do elevado número de peças importadas. O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, disse que a indústria já sentiu o impacto da alta do dólar e que, no máximo, em 45 dias, começará a repassar reajustes para o varejo. Ele observou que, no caso da linha marrom, que reúne artigos como televisores, o índice de importação de peças chega a 70%.

— As fábricas podem ter estoque, mas, em algum momento, terão de repassar o custo. Em alguns casos, ainda em agosto. Aí é uma negociação entre os associados e o varejo — explicou Kiçula.

Em nota, a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) informou que as grandes redes de varejo estão se esforçando para não transferir os aumentos de custos aos consumidores, mas observou que “as margens estão bastante comprimidas”.

Nas contas da analista Adriana Molinari, da Tendências Consultoria, se o dólar se estabilizar no patamar de R$ 2,40, a projeção que a empresa faz para a inflação medida pelo IPCA passará dos atuais 5,70% para 5,95%. Isso sem contar uma possível elevação no preço da gasolina.

domingo, 25 de agosto de 2013

Alexandre Garcia comenta o engodo petista da importação dos médicos cubanos

Sabem o que dá mais nojo? É o fato dessa corja imunda do PT estar entregando o dinheiro dos contribuintes - o meu e o seu - para os vermes que sufocam o povo cubano há mais de 50 anos. Todos nós estamos agora pagando para sustentar os luxos da abominável família Castro.

Escutem abaixo o comentário de Alexandre Garcia sobre este assunto na Rádio Metrópole:

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Michel Temer e Celso Amorim são vaiados em academia militar!

Não me lembro de outra ocasião em que um ministro de Defesa tenha sido vaiado dentro de um quartel. E ao lado de ninguém menos que o vice-presidente da república.


Leiam no Estadão:


Temer e Amorim chegam atrasados a evento e são vaiados
Público da formatura da Academia Militar das Agulhas Negras teve de esperar duas horas pelos dois, sob forte calor

RESENDE - O vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o ministro da Defesa Celso Amorim foram vaiados neste sábado, 24, por grande parte dos parentes e convidados de 476 cadetes durante a cerimônia anual de Entrega de Espadins na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende, no sul fluminense. Os dois chegaram ao pátio interno da Aman, onde eram aguardados pelo público sob intenso calor, com duas horas de atraso.

Muitos parentes de militares estavam em pé desde as 8h e usavam guarda-chuvas para se proteger do sol de meio-dia. Alguns mais idosos passaram mal por causa do forte calor - a reportagem perguntou o número de atendimentos no fim da cerimônia, mas não obteve resposta. O bancário Irineu Roque, de 55 anos, que mora no Rio Grande do Sul, viajou até Resende para acompanhar a formatura militar do sobrinho. "Acho que foi um descuido inaceitável", disse ele. "Entendi que (o protesto) foi pelo atraso. Autoridades têm suas limitações, mas têm facilidades também", acrescentou. A estudante de publicidade e noiva de militar Naiara Araújo, de 21 anos, foi uma das poucas a não vaiar. "Não era necessário, a gente tem a rua para fazer isso. O momento aqui é de comemoração", justificou.

Em entrevista após a cerimônia, Temer atribuiu as vaias ao atraso e disse que a atitude das famílias era justificável, classificando a reação de "modestíssima". "Este pessoal está sob sol inclemente. Se eu estivesse aí, não sei se também não me incorporaria", declarou o vice-presidente. Ele disse que pensou em desmarcar sua participação, mas acabou decidindo ir mesmo atrasado. Segundo assessores, Temer saiu de São Paulo de avião e não teve teto para pousar em Guaratinguetá, por isso precisou ir até São José dos Campos, de onde seguiu de helicóptero militar até a Aman. O vice-presidente não mencionou isso na entrevista.

"Acho que foi esta a razão (o atraso), não vejo outra", disse Temer, referindo-se ao protesto. "Afinal, os cadetes e suas famílias são pessoas disciplinadíssimas, mas para quem ficou sob calor insuportável por 2 ou 3 horas talvez tenha sido uma modestíssima reação", acrescentou.

Amorim saiu de carro do Rio e também chegou atrasado. Indagado se as manifestações haviam chegado à academia militar, o ministro classificou o protesto como "natural" para quem ficou esperando tanto tempo no calor, mas ressalvou que "depois, quando houve referência a mim e ao vice-presidente (nos discursos), não houve nenhuma reação". "Todos somos seres humanos", disse o ministro, atribuindo as vaias "ao sol e a coisas que estão um pouco fora do nosso controle".

Sem desculpa. Temer e Amorim não se desculparam pelo atraso. O acesso à Aman fica na Via Dutra, a 143 km do Rio e a 260 km de São Paulo. A entrega de espadins é uma das mais tradicionais cerimônias do calendário acadêmico militar. Réplica reduzida da espada de combate de Duque de Caxias, o espadim é entregue desde a década de 1930 aos cadetes que realizam o curso básico. Ao concluir o curso, após quatro anos, eles o devolvem e recebem a espada maior de oficial.

Dos 476 cadetes que participaram da cerimônia de ontem, a maioria é das regiões sudeste (277) e sul (82). Também estão matriculados no 1º ano da Aman 8 estrangeiros - de Angola, Nigéria, Paraguai, Peru, Suriname (2) e Venezuela (2). O nome da turma homenageia a sangrenta Batalha do Tuiuti, ocorrida em 24 de maio de 1866.

PSDB fechado com nome de Aécio

Leiam na Folha:

Cúpula do PSDB nos Estados rejeita prévias e apoia Aécio



O atual cenário político interno no PSDB não respalda, nem remotamente, a pretensão declarada pelo ex-governador de São Paulo José Serra de disputar com o senador e presidente tucano, Aécio Neves (MG), o posto de candidato do partido à Presidência nas próximas eleições. 

A Folha conversou nos últimos dias com 23 dos 27 presidentes de diretórios estaduais do PSDB. 

Nenhum disse considerar Serra o melhor candidato para o partido, e apenas o deputado federal Duarte Nogueira, que dirige a seção paulista da sigla, defendeu claramente a necessidade de realização de prévias no partido para essa definição. 

Eduardo Jorge Caldas Pereira, do diretório do DF, e Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro e um dos mais próximos aliados de Aécio, optaram por não responder. Eles entendem que o debate de prévias "inexiste" no partido e defendem o nome do mineiro como consolidado na corrida pelo Planalto. 

TABU
 
O sistema nunca foi adotado entre os tucanos, embora tenha sido defendido justamente por Aécio em 2009 --sem sucesso, assim como acabou derrotada a candidatura Serra na eleição presidencial do ano seguinte. 

"As prévias só dividem o partido", diz o ex-senador Expedito Júnior, presidente do diretório de Rondônia. 

Outros três (Bahia, Pará e Paraíba) consideram a realização de prévias apenas na hipótese de Serra lançar formalmente sua postulação à condição de pré-candidato -- o que ainda não aconteceu. 

Serra continua em tratativas com o PPS como plano B para o que seria sua terceira corrida presidencial --ele disputou o cargo em 2002 e 2010. 

A interlocutores, Aécio descarta as prévias, embora as admita em público para não melindrar Serra, dando a ele expediente para deixar a legenda. 

Diante do aceno, Serra cobrou "igualdade de condições", o que eventualmente implicaria a saída do senador da presidência do PSDB. 

Sobre essa possibilidade, Marcus Pestana (MG) chegou a se irritar. "Isso é uma mistura de miopia política com autismo político", disse. 

Antecessor de Aécio na presidência do partido, o deputado federal Sérgio Guerra, do diretório pernambucano, foi na mesma linha. 

"Um (Aécio) já é candidato de todo o partido. O outro é candidato de nenhum. Como é que vai ter condições iguais?", afirma Guerra. 

O que serristas desejam é uma ampliação do colégio eleitoral da disputa, com a hipótese de consulta a toda a base de filiados. 

AMPULHETA
 
A decisão de Serra sobre sua permanência no PSDB precisa ser tomada até outubro, prazo legal para que mude de partido a tempo de disputar as eleições. 

Na consulta aos presidentes de diretórios tucanos, o que se ouviu foi uma valorização do papel já desempenhado por Serra, mas, ao mesmo tempo, um incômodo com o surgimento do debate. 

"O Serra tem que entender que o partido precisa desse novo momento", diz o deputado Nilson Leitão, presidente do diretório de Mato Grosso. "O PSDB precisa ter candidato na rua ontem. Não podemos mais brincar com isso dentro do partido." 

"Respeito muito o Serra, ele tem uma belíssima história, mas a fila anda", resumiu Artur Bisneto, presidente do PSDB do Amazonas. 

"Falando no campo das hipóteses, e se houver uma prévia e o Serra sai arrasado, com 10% dos votos? Ninguém deseja isso, eu não desejo, o Aécio não deseja", diz o deputado federal Luiz Carlos, do Amapá.



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Jamás!


sábado, 24 de agosto de 2013

Lei Áurea é revogada!


Dilma nos livros de História


Petista e pedófilo, assessor de Dilma é preso por estupro de menores

Repugnante

Diga-me com quem andas e te direi quem és...

Na Veja:


Casa Civil afasta assessor do Planalto acusado de estupro de menores
Eduardo André Gaievski, ex-prefeito de Realeza (PR), teve prisão preventiva decretada na sexta-feira. Ele nega acusações de que oferecia dinheiro a meninas pobres em troca de sexo

A Casa Civil da Presidência da República confirmou neste sábado o afastamento do assessor especial Eduardo André Gaievski, acusado de estupro de menores. Conforme revelou o site de VEJA, a Justiça de Realeza, no Paraná, decretou no fim da tarde de sexta-feira a prisão preventiva do servidor sob a acusação de estupro de vulneráveis. As acusações contra Gaievski, ex-prefeito de Realeza (PR), eleito pelo PT, dão conta de que ele oferecia dinheiro a meninas pobres em troca de sexo.

Em nota, a Casa Civil informou que o funcionário ficará longe de suas funções “até que sejam apuradas as circunstâncias e veracidade das acusações”.

Eduardo Gaievski foi prefeito do município de Realeza por dois mandatos, entre 2005 e 2012. Em janeiro, a convite da ministra Gleisi Hoffmann, assumiu o cargo de assessor especial da Casa Civil e ficou encarregado de coordenar programas sociais ligados a menores: combate ao crack e construção de creches.

O assessor nega as acusações de estupro e atribui as denúncias a adversários políticos que teriam interesse em prejudicar a ministra, que deve se lançar candidata ao governo do Paraná. Gaievski também considera que as denúncias são uma retaliação de integrantes do Ministério Público do Paraná, que teriam sido denunciados por ele quando era prefeito de Realeza.

Acusações - Um inquérito que tramita em segredo no fórum da cidade reuniu depoimentos de supostas vítimas. Segundo os relatos, o então prefeito oferecia dinheiro a meninas pobres em troca de sexo. “Eu tinha 13 anos de idade e o prefeito foi me buscar no colégio para levar para o motel”, diz J. S., uma das vítimas, que hoje está com 17 anos. O prefeito, segundo os relatos, aliciava as garotas usando mulheres mais velhas para convencê-las a manter relações com ele.

“A gente era ameaçada para não contar nada a ninguém”, diz A.F., que tinha 14 anos quando foi levada ao motel Jet’aime pelo prefeito três vezes, recebendo entre 150 e 200 reais cada uma delas. P.B., outra suposta vítima, contou que saiu com o prefeito três vezes em troca de um emprego na prefeitura. “Hoje tenho depressão e vivo a base de remédios”, conta a moça, que está com 22 anos. “Quando ele enjoou de mim, fui demitida.”

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Padilha proclamou a escravatura

Assistam o comentário de Augusto Nunes, na Veja:

Era tudo papo furado: Processo usado de forma leviana contra Aécio é anulado pelo TJ de Minas

Assistam ao vídeo abaixo e depois leiam a coluna do Ricardo Setti, na Veja:



Tribunal de Justiça de Minas, por unanimidade, anula processo contra Aécio que vinha sendo utilizado para acusá-lo de “desvio” de dinheiro público

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por unanimidade, anulou ontem o processo movido contra o senador e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) por uma promotora de Justiça que questionava os critérios de investimento do Saúde durante parte de seu período à frente do governo do Estado (o mandato se estendeu de 2003 a 2010).

A ação judicial questionava se os 4,3 bilhões investidos em saneamento por empresa pública do estado poderiam ser considerados gasto em saúde, mas adversários do presidenciável tucano e blogs alugados espalhados por toda parte acusavam-no de “desvio de dinheiro público” — como se o ex-governador tivesse desviado, para si, dos cofres públicos.

Acusavam-no, portanto, de ladrão.

Na decisão,os desembargadores – os mesmos que julgaram o recurso técnico anterior – questionaram as motivações da promotora, que, segundo a decisão, não tinha competência legal para mover a ação. Registraram também que, na mesma época, diversos outros Estados seguiram o mesmo procedimento sem infringir qualquer lei.

O processo decidido pelo TJ mineiro é algo a que estão sujeitos quaisquer ex-governantes: a uma ação de iniciativa do Ministério Público estadual, no caso tendo à frente a promotora Josely Ramos Pontes, que questionou, junto à Justiça, os critérios dos investimentos em saúde feitos por Aécio como governador.

O principal ponto do processo era impugnar que fossem considerados investimentos em saúde, além do dinheiro dos cofres estaduais aplicados no setor, os recursos próprios aplicados pela estatal Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) em saneamento básico (água e esgotos).

Além disso, a promotora levantou a possibilidade de que houvessem sido transferidos fundos do Tesouro de Minas para a Copasa, o que não seria legal. A Advocacia-Geral da União, que defende perante a Justiça os ex-governadores, apresentou provas de que não houve transferência de dinheiro — a única forma de o Tesouro de um Estado injetar recursos numa empresa pública é via aumento de capital, o que não ocorreu, segundo a Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza empresas com capital em bolsa, como é o caso da Copasa.

Foram apresentados também documentos de auditorias realizadas pela própria empresa e por empresas especializadas independentes corroborando que não houve injeção de dinheiro.

MP estadual também processou Itamar pelo mesmo motivo

Diga-se de passagem que não se tratou de uma “acusação” apenas contra Aécio. A mesma integrante do Ministério Público mineiro, junto com outros dois colegas, já movera ação semelhante contra o ex-governador e ex-presidente Itamar Franco, que governou Minas entre 1999 e 2003 — um homem público probidade reconhecida até por inimigos. O ex-presidente faleceu em 2011, quando exercia mandato de senador.

A promotora pretendia que a Justiça enquadrasse Aécio por improbidade administrativa (lei nº 8.429, de 1992).

Tanto Aécio como o ex-presidente Itamar — cujo processo foi extinto por sua morte — estariam enquadrados na legislação porque teriam deixado de seguir conduta obrigatória, não investindo em saúde os percentuais do Orçamento estadual previstos em lei, mesmo que não tenha havido prejuízo ao Tesouro.

No entender da promotora, teria ocorrido “um dano moral”.

“A acusação é apenas de um suposto desvio de finalidade na utilização dos recursos”, disse Aécio ao blog ainda no curso do processo. “Não existe nenhum centavo desaparecido de nenhum lugar”. Ademais, acrescenta o senador, “os valores referem-se a investimentos em saneamento feitos nas regiões mais pobres do Estado. ( pequenas comunidades dos vales do Jequitinhonha e Mucuri ), o que ajudou a salvar a vida de milhares de crianças pobres”.

O senador considerou, na ocasião, que o processo tem “claro viés político”.

Governo Lula fez coisa parecida, e foi considerada legal

Se a tese defendida pelo MP estadual mineiro valesse, até o governo federal lulopetista teria problemas, uma vez que, durante o lulalato, recursos do programa Fome Zero foram declarados como investimentos em saúde e aceitos sem problemas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Vários Estados brasileiros atuaram da mesma forma, inclusive Estados com governadores petistas, como o Rio Grande do Sul, com Tarso Genro.

Os percentuais dos orçamentos da União, dos Estados e municípios foram estabelecidos em setembro de 2000 pela Emenda Constitucional nº 29, aprovada pelo Congresso. Houve, porém, uma grande disputa política pela regulamentação da emenda, que se estendeu até o ano passado.

Enquanto a emenda não foi regulamentada, ficou cabendo aos tribunais de contas dos Estados a decisão sobre o que podia ou não ser classificado como investimento em saúde. No caso mineiro — como, aliás, nos dos demais Estados em idêntica situação –, o Tribunal de Contas considerou regular a conduta do governo.

Em Minas, o Tribunal “recomendou”, porém, que se diminuíssem os valores investidos pela estatal de saneamento.

A campanha que estava em curso na web acusando Aécio de crimes, insinuando que houve “desvio” como se fosse roubalheira, era orquestrada por gente, sobretudo do PT e de grupos de esquerda radical, com o evidente objetivo de atingir o candidato do PSDB à Presidência em 2014.

Até jornalistas críticos duríssimos do partido e dos tucanos, porém, vinham mostrando que se tratava de mentira. Vejam, por exemplo, este link.

Prévias perdem força e PSDB fortalece opção por Aécio Neves


Pelo visto as prévias naufragaram..

Neste caso, seria muito desejável que o Sr. José Serra parasse um pouco de criar problemas ao seu próprio partido. Se for para sair, que vá de uma vez e não atrapalhe o trabalho que vem sendo feito. Se ficar, que ao menos uma vez na vida coloque o Brasil acima de suas aspirações pessoais. Teve por duas vezes a oportunidade de ser o candidato do partido e foi derrotado em ambas. Na última delas, por sinal, fez uma campanha vergonhosa e covarde, escondendo Fernando Henrique e tentando se apresentar como o candidato do Lula. Chegou ao segundo turno graças ao crescimento de Marina Silva e recebeu muitos votos pelo simples fato de não haver outra opção melhor. Não é exatamente verdade dizer que ele possui um patrimônio de 44 milhões de votos. Seria mais correto dizer que 44 milhões de eleitores acharam ele uma opção melhor que a candidata do PT, o que sabemos ser verdade.

Outras situações mostram a falta de apreço por seus colegas de partido, como na oportunidade que resolveu apoiar Gilberto Kassab contra o candidato de seu partido à prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin. Por sua vez, quando foi derrotado para Dilma Rousseff, insinuou que o culpado principal foi Aécio Neves, que não o teria apoiado o suficiente em Minas Gerais.

Por estas e outras é que foi cultivando ao longo de sua carreira política um índice de rejeição que atualmente o torna inelegível para cargos majoritários. Prova disso é sua mais recente derrota, para Fernando Haddad do PT, na última eleição para a prefeitura da cidade de São Paulo, seu berço político. Se houverem prévias, Serra terá mais uma derrota a acumular em seu cartel. Se resolver ser candidato pelo PPS, como quer seu amigo Roberto Freire, será igualmente derrotado, mas com o agravante de prejudicar a candidatura do PSDB e provavelmente levar Marina Silva para o segundo turno contra Dilma Rousseff, um cenário dos infernos para o Brasil.

Que Serra não trabalhe mais uma vez indiretamente como cabo eleitoral do PT e ajude o Brasil a se livrar deste câncer. Candidate-se ao Senado e ajude a puxar votos para o partido que já lhe deu tantas oportunidades. Suas chances de vitória seriam enormes e deixariam de fora do senado o pateta Eduardo Suplicy, que certamente tentará ser reeleito para a única vaga em disputa.

Leiam no Globo:


Cadastro desatualizado pode inviabilizar prévias no PSDB

Ex-presidente diz que partido precisaria realizar um recadastramento dos filiados

BRASÍLIA - Não bastasse a disputa política envolvida, há também uma questão técnica que poderia inviabilizar a realização de prévias entre o tucanato para a escolha do candidato do partido à sucessão de Dilma Rousseff. A avaliação é do presidente do Instituto Teotônio Vilela e ex-presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE). Ele lembra que a realização de prévias só seria possível com os militantes filiados, mas para isso precisaria haver um recadastramento, pois ninguém sabe quem está vivo ou se mudou para outro partido entre os mais de 1 milhão de filiados desde a fundação do PSDB.

Guerra diz que, para dar um exemplo da precariedade do cadastramento num dos estados mais organizados, nas prévias para a escolha do candidato à prefeitura de São Paulo, em 2011, dos cerca de 100 mil filiados no estado, apenas cinco mil votaram.

— É melhor deixar de fazer espuma. Esse negócio de prévias não se sustenta porque o PSDB já escolheu um candidato. Nosso problema é ganhar a opinião pública, o que não está fácil. Com briga, pior ainda. Passei cinco anos na presidência do PSDB e não vi, nesse tempo, ninguém de fato trabalhando por prévias — disse Sérgio Guerra.

Na eleição de 2010, quando Serra disputou com Aécio a candidatura a presidente, a situação era oposta à atual. Os aecistas cobravam a realização de prévias ainda no ano anterior às eleições, enquanto a maioria dos serristas trabalhava contra elas. Como governador de São Paulo e líder nas pesquisas de opinião, Serra tinha o tempo a seu favor e estabeleceu março do ano eleitoral, 2010, como momento para anunciar a candidatura

O vice-governador à época, Alberto Goldman, alertava que a disputa interna poderia ser perigosa e desagregadora. Sem perspectiva da realização da consulta e sem ter uma maioria clara no partido, Aécio se retirou da disputa e foi cuidar da eleição em Minas. Conseguiu eleger o governador Antonio Anastasia e garantiu as duas vagas ao Senado, uma para si próprio e outra para o ex-presidente Itamar Franco (PPS).

— O PSDB tem muitos quadros que poderiam ser candidatos à Presidência: Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Geraldo Alckmin, José Serra e Aécio Neves, por exemplo. Mas política é, como Maquiavel dizia, virtude e sorte. Não depende apenas de vontade individual. E, hoje, 98% do partido avaliam que Aécio deve ser o candidato — defende o presidente do PSDB mineiro, Marcus Pestana.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Primeira leva de 400 escravos cubanos deve vir imediatamente, determina Governo Dilma

‘Navio negreiro’, tela de Johann Moritz Rugendas (volta de 1830)

O governo petista de Dilma Rousseff, 125 anos depois da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel, tornará novamente oficial o trabalho escravo no país. Com a evidente intenção de colaborar financeiramente com a ditadura cubana, passará a importar escravos daquela ilha. Trabalhando como médicos no Brasil, terão seu salário enviado a seus donos em Cuba, a família Castro. Os primeiros 400, de um lote total de 4000 escravos devem vir imediatamente ao Brasil.

Vejam abaixo algumas das condições impostas pelo regime cubano a seus cidadãos, exportados como mercadoria e com o aval do nosso governo:
  • a família do escravo fica impedida de viajar para fora de Cuba durante sua temporada no exterior;
  • o passaporte fica retido na embaixada cubana de forma a impedir que o escravo fuja para outro país;
  • qualquer relação amorosa do escravo deverá ser imediatamente comunicada ao regime comunista;
  • qualquer contato com a imprensa dependerá de prévia autorização cubana;
  • qualquer saída da área em que trabalham dependerá de autorização de seus superiores;
  • o desrespeito a qualquer destas regras será punido com advertência pública, a transferência para outro posto de trabalho no país ou o regresso a Cuba.
Leiam mais sobre este assunto no Globo.

Eles estão chegando


O emprego sentiu o tranco

Parece que o emprego sentiu o tranco. Com o pior índice em 10 anos, o Brasil gerou mês passado 41.463 vagas, número ridículo para um país com cerca de 200 milhões de habitantes. O desemprego apresentou alta em relação ao mesmo mês de 2012. 

Somado a isso, temos a alta da inflação, que será potencializada pelo aumento dos combustíveis que está próximo e pela disparada do dólar, atingindo assim toda a cadeia produtiva.Consequentemente, o poder de compra inevitavelmente seguirá caindo.

O humor e a paciência dos brasileiros com a presidenta está prestes a mudar.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Oscar Schmidt solta o verbo!



Insistente


O que o povo pensa sobre o julgamento do Mensalão

Vídeo do Jornal O Globo:
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Buscando atingir Aécio, Dilma foi à Minas lançar pela quarta vez projeto que não sai do papel desde 2009

Uma coisa é certa, essa gente não tem medo do ridículo. Deveriam dar atenção ao fato de que na era da internet, tudo pode ser recuperado e relembrado. Uma promessa feita pelo ex-presidente Lula, que nunca saiu do papel, agora tem sua cifra elevada e seu prazo estendido para 2015, quando obviamente também não terá sido executada. E assim vão levando a vida, empurrando com a barriga velhas promessas com o intuito de aparecerem bonitinhos no Jornal Nacional. 

Que a oposição saiba utilizar estes vídeos a seu favor em 2014.

Josias de Souza, no UOL:

Dilma recicla programa e lança pela quarta vez



No papel, o PAC das Cidades Históricas, é um programa do governo federal concebido para prover verbas às obras de recuperação de monumentos históricos. Na prática, a iniciativa tornou-se uma monumental peça de marketing. Lançado por Lula em 2009, já foi reanunciado por Dilma Rousseff três vezes, uma em 2012 e duas em 2013. E continua sendo um empreendimento por fazer. O reanúncio mais recente ocorreu nesta terça-feira (20), na cidade mineira de São João del-Rey. Foi um retorno às origens.

O palco do lançamento original também foi uma cidade histórica de Minas Gerais: Ouro Preto. Aconteceu em outubro de 2009. Naquela época, Dilma chefiava a Casa Civil. Equipava-se para a sucessão de 2010. Presente, ela testemunhou a cena. Lula soou grandiloquente: “O PAC das Cidades Históricas é a maior ação conjunta pela revitalização e recuperação das cidades históricas já implantada no nosso país.” Disse isso ao lado do Monumento a Tiradentes.

O programa, de fato, era ambicioso. Beneficiaria 173 cidades em todos os Estados. Investiria R$ 890 milhões até 2012. Na metade de 2010, a coisa parecia evoluir muito bem. Pelo menos no gogó. Em 29 de junho daquele ano, a quatro meses da eleição presidencial, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) anunciou a adesão de 30 cidades ao programa. Somando-se as verbas federais, estaduais e municipais trombeteava-se uma cifra mais gorda do que a prevista por Lula: R$ 1,129 milhão.

Dilma elegeu-se presidente. O tempo passou. Em setembro de 2012, época de eleições municipais, a presidente acomodou a petista Marta Suplicy no Ministério da Cultura. Na cerimônia de posse da nova ministra, Dilma relançou o que Lula já havia lançado. “Anunciou em seu discurso a destinação de R$ 1 bilhão para o PAC das Cidades Históricas”, anotou o Iphan, órgão vinculado à Cultura, em notícia veiculada no seu site.

Decorridos dois meses, o repórter Felipe Canêdo entrevistou a presidente do Iphan, Jurema Machado. A conversa foi veiculada em novembro de 2012. Nela, Jurema declarou que o PAC das Cidades Históricas, aquele programa que Lula dera à luz três anos antes, “não existe”. Em verdade, a verba ainda estava por ser liberada. “No orçamento de 2013 do Iphan estão previstos R$ 300 milhões”, ela disse. O Ministério do Planejamento liberaria “R$1 bilhão em quatro anos”. Passaram-se mais dois meses. Em janeiro de 2013, Dilma recepcionou em Brasília os prefeitos recém-eleitos. E cuidou de re-relançar o PAC das Cidades Históricas. Novamente, prometeu “R$ 1 bilhão para obras de restaração de monumentos e edificação de uso público, e para requalificação de espaços públicos nas cidades históricas do nosso país” (assista abaixo).

Reduziu-se drasticamente a quantidade de prefeituras sujeitas a usufruir dos pseudoaportes. Em vez dos 173 municípios que Lula mencionara, o programa agora chegaria a apenas 44 cidades. Paradoxalmente, elevou-se a verba. Como uma espécie de bônus, Dilma propagandeou a concessão de “R$ 300 milhões” em financiamentos “para restauração de edifícios privados nessas cidades históricas.”

Súbito, sete meses depois dessa re-recauchutagem, Dilma re-re-relançou o PAC das Cidades Históricas, agora na novíssima versão de São João del-Rei, berço da família Neves, do antagonista tucano Aécio. Agora, para os mesmos 44 municípios previstos em janeiro, a presidente anuncia a liberação futura liberação de R$ 1,6 bilhão. Contando com os R$ 300 milhões que virão na forma de “financiamentos”, chega-se à cifra de R$ 1,9 bilhão.

Em sua versão mais recente, a promessa de Dilma já saca a descoberto do Orçamento do segundo mandato. “A disponibilização total de R$ 1,9 bilhão”, anota o Iphan em seu site, ocorrerá “até 2015”, primeiro ano do próximo governo. Munido de dados colecionados por sua assessoria, o presidenciável tucano Aécio Neves ironizou:

“Um Estado como Minas Gerais, que tem demandas tão graves e tão sérias, assistir a esta encenação mais uma vez, é um desrespeito. Eu gostaria que, pelo menos, a presidente Dilma pudesse ter pelos mineiros o respeito que demonstrou ter pelo ET de Varginha.”

- Serviço: Aqui, a cartilha editada sob Lula, em 2009, para acomodar, em 27 páginas, o velho PAC das Cidades Históricas, aquele que não foi implementado até 2012.Aqui, o “folder” impresso sob Dilma, neste ano de 2013, com o “novo” programa, esse cuja conclusão foi empurrada para 2015, primeiro ano do mandato do próximo presidente. Noves fora a capa e a contracapa, a nova peça tem 11 folhas.