domingo, 31 de outubro de 2010

Somente para quem vota no Serra. Tina Turner: Simply the Best!

Os melhores!

O bicho vai pegar!

É hoje! Passamos meses, quem sabe anos, brigando todo santo dia contra a poderosa máquina estatal, que ilegalmente agiu em benefício da candidata do PT, desrespeitando milhões de brasileiros, que com o suor e o sangue da cada dia sustentam através dos impostos esta pouca vergonha instalada há 8 anos em Brasília.

Sim, eu sei que os números das pesquisas nos colocam em desvantagem. Mas quem garante que elas não irão repetir o fiasco do primeiro turno, quando todas afirmavam que Dilma levaria o caneco com sobra de votos? Hoje, todas colocam a "amiga do Lula" num patamar próximo de 50% das intenções de votos, exatamente o mesmo que tentaram lhe presentear no primeiro turno. Sabemos que a realidade foi muito diferente. Ou não? Erraram fora da margem de erro a favor dela e contra José Serra. Considerando os últimos trackings do PSDB e do PT, o empate técnico é a situação mais provável. Tanto é que podemos perceber o desespero petista nos últimos dias, quando que o Presidente da República se colocou no nível mais baixo que temos registro em nossa história. Lula tentou interferir com sua popularidade no resultado de algo em que sua autoridade não vale absolutamente nada. A vontade dele conta exatamente o mesmo que a de cada um de nós: 1 voto. E isso deixa ele muito puto da vida! Com toda a arrogância que lhe é bastante particular, tentou desqualificar uma agressão sofrida por Serra por bandidos petistas. Petistas que por sinal, já foram fotografados junto com Lula em momentos de grande afinidade, conforme foi amplamente exposto na internet esta semana. Numa inédita subversão da lógica, Lula tentou transformar em criminoso aquele que foi vítima de uma agressão. Desmascarado pelas evidências registradas em vídeo, lhe cabia um pedido formal de desculpas, que nunca existiu. Sua índole autoritária não permitiu, que fique bem registrado.

Caso a vitória oficial não seja nossa, não estaremos derrotados. Teremos mostrado ao mundo que metade dos brasileiros não são cúmplices do totalitarismo. Metade do Brasil ainda tem vergonha na cara. Essa quase unanimidade do governo petista que tentam nos enfiar goela abaixo não passa de uma enorme mentira. O jogo começará 0x0 novamente, com uma oposição motivada pelo placar. Teremos que trabalhar muito mais para evitar o pior, com a entrada de bandoleiros profissionais no topo do poder. Estejamos prontos para a briga!

Caso sejamos vencedores, saiam da nossa frente! Teremos vencido heroicamente a máquina do governo e seus aliados. Ficarão tristes Hugo Chavez, Ahmadinejad, irmãos Castro, José Dirceu, Fernando Collor, José Sarney, Erenice Guerra, entre outros. Ficará feliz o Brasil decente, o Brasil não vendido, e que acredita que o desenvolvimento passa necessariamente pela democracia e pela valorização do trabalho honesto. Nesse caso, meus amigos, corro o risco de nem assistir a posse do Serra. Estarei possivelmente internado com complicações no fígado devido à minha comemoração um tanto exagerada.

Bom, já é tarde e vou dormir. Amanhã tenho que acordar bem cedinho para votar 45!

sábado, 30 de outubro de 2010

Serra encerra a campanha em Minas, ao lado de Aécio Neves

Ao lado de Aécio, Itamar, Anastasia e uma multidão, Serra encerra a campanha em Belo Horizonte. Sua próxima parada é o Palácio do Planalto, em Brasília.

O presidenciável tucano, José Serra, participou de carreata em carro aberto em Belo Horizonte, neste sábado, 30, ao lado do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e dos senadores eleitos Aécio Neves e Itamar Franco.

Algumas dezenas de automóveis seguiram o veículo que transportou o candidato do PSDB, enquanto um grande número de pessoas aguardava Serra no final do percurso, onde foi instalado um telão. Bandeiras do candidato, do PPS e muitos adesivos foram distribuídos entre o público, que entoava coros em apoio a Serra e Aécio.

Ao fim do percurso, no bairro de Savassi, foi transmitido no telão o pronunciamento do jurista e fundador do PT Hélio Bicudo, no qual ele lê o “manifesto em defesa da democracia”, lançado em setembro. Em seguida, foi tocado o hino nacional, acompanhado com entusiasmo pelos presentes.

Bastante aplaudido e emocionado, Serra deu um abraço fraternal em Anastasia e Aécio antes de descerem do carro de som e se dirigirem para o Palácio das Mangabeiras.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Vote na Dilma e cole sua foto aqui!

Vídeos sobre a descriminalização do aborto: o do Papa e o da Dilma

Neste domingo, dia 31, teremos na prática um plebiscito sobre o destino de milhões de vidas humanas, que não possuem direito à voto. Compare as duas opções e faça sua escolha atenciosamente, pois levará para sempre na consciência esta decisão.

Sua Santidade, o Papa Bento XVI:



Dilma Rousseff, candidata do PT:

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Petistas, não deixem de assistir a este vídeo

Vejam o depoimento de Ruth Rocha, a escritora que teve a assinatura roubada na carta de apoio a Dilma!

Papa Bento XVI diz que bispos e padres devem orientar fiéis que votem contra o aborto

Será que agora o PT também vai querer processar e ameaçar o Santo Padre? Mandou muito bem, Bento! E que quem não seguir a orientação seja excomungado!


No Estadão:

Papa condena aborto e pede a bispos que orientem politicamente fiéis
Bento XVI afirmou que católicos devem 'usar o próprio voto para a promoção do bem comum'

SÃO PAULO - Em reunião em Roma na manhã desta quinta-feira, 28, o papa Bento XVI conclamou um grupo de bispos brasileiros a orientar politicamente fiéis católicos. Sem citar especificamente as eleições de domingo, o papa reforçou a posição da Igreja a respeito do aborto e recomendou a defesa de símbolos religiosos em ambientes públicos. "Quando projetos políticos contemplam aberta ou veladamente a descriminalização do aborto, os pastores devem lembrar os cidadãos o direito de usar o próprio voto para a promoção do bem comum", disse.

Falando a bispos do Maranhão, Bento XVI reconheceu que a participação de padres em polêmicas podem ser conturbadas. "Ao defender a vida, não devemos temer a oposição ou a impopularidade", continuou. O pontífice se posicionou também sobre o ensino religioso nas escolas públicas e, relembrando a história do País com forte presença católica e o monumento do Cristo Redentor, no Rio, orientou os sacerdotes que encampem a luta pelos símbolos religiosos. "A presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia de seu respeito", concluiu.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Bento XVI:

"Amados Irmãos no Episcopado,

Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo" (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5 [cinco]. Nos nossos encontros, pude ouvir, de viva voz, alguns dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à. união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, consequência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático - que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana - é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vita, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo" (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sociopolítico de um modo unitário e coerente, é "necessária - como vos disse em Aparecida - uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"" (Discurso inaugurai da V conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. "Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambiguidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana" (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve "encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política" (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baia da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Bênção Apostólica."

Por último, não custa relembrar: 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Excelente programa!

Carta da escritora Ruth Rocha a Dilma

Carta à candidata Dilma

Meu nome foi incluído no manifesto de intelectuais em seu apoio. Eu não a apóio. Incluir meu nome naquele manifesto é um desaforo! Mesmo que a apoiasse, não fui consultada. Seria um desaforo da mesma forma. Os mais distraídos dirão que, na correria de uma campanha... “acontece“. Acontece mas não pode acontecer. Na verdade esse tipo de descuido revela duas coisas: falta de educação e a porção autoritária cada vez mais visível no PT. Um grupo dominante dentro do partido que quer vencer a qualquer custo e por qualquer meio.

Acho que todos sabem do que estou falando.

O PT surgiu com o bom sonho de dar voz aos trabalhadores mas embriagou-se com os vapores do poder. O partido dos princípios tornou-se o partido do pragmatismo total. Essa transformação teve um “abrakadabra” na miserável história do mensalão . Na época o máximo que saiu dos lábios desmoralizados de suas lideranças foi um débil “os outros também fazem...”. De lá pra cá foi um Deus nos acuda!

Pena. O PT ainda não entendeu o seu papel na redemocratização brasileira. Desde a retomada da democracia no meio da década de 80 o Brasil vem melhorando; mesmo governos contestados como os de Sarney e Collor (estes, sim, apóiam a sua candidatura) trouxeram contribuições para a reconstrução nacional após o desastre da ditadura.

Com o Plano Cruzado, Sarney tentou desatar o nó de uma inflação que parecia não ter fim. Não deu certo mas os erros do Plano Cruzado ensinaram os planos posteriores cujos erros ensinaram os formuladores do Plano Real.

É incrível mas até Collor ajudou. A abertura da economia brasileira, mesmo que atabalhoada, colocou na sala de visitas uma questão geralmente (mal) tratada na cozinha.

O enigmático Itamar, vice de Collor, escreveu seu nome na história econômica ao presidir o início do Plano Real. Foi sucedido por FHC, o presidente que preparou o país para a vida democrática. FHC errou aqui e ali. Mas acertou de monte. Implantou o Real, desmontou os escombros dos bancos estaduais falidos, criou formas de controle social como a lei de responsabilidade fiscal, socializou a oferta de escola para as crianças. Queira o presidente Lula ou não, foi com FHC que o mundo começou a perceber uma transformação no Brasil.

E veio Lula. Seu maior acerto contrariou a descrença da academia aos planos populistas. Lula transformou os planos distributivistas do governo FHC no retumbante Bolsa Família. Os resultados foram evidentes. Apesar de seu populismo descarado, o fato é que uma camada enorme da população foi trazida a um patamar mínimo de vida.

Não me cabem considerações próprias a estudiosos em geral, jornalistas, economistas ou cientistas políticos. Meu discurso é outro: é a democracia que permite a transformação do país. A dinâmica democrática favorece a mudança das prioridades. Todos os indicadores sociais melhoraram com a democracia. Não foi o Lula quem fez. Votando, denunciando e cobrando foi a sociedade brasileira, usando as ferramentas da democracia, quem está empurrando o país para a frente. O PT tem a ver com isso. O PSDB também tem assim como todos os cidadãos brasileiros. Mas não foi o PT quem fez, nem Lula, muito menos a Dilma. Foi a democracia. Foram os presidentes desta fase da vida brasileira. Cada um com seus méritos e deméritos. Hoje eu penso como deva ser tratada a nossa democracia. Pensei em três pontos principais.

1) desprezo ao culto à personalidade;

2) promoção da rotação do poder; nossos partidos tendem ao fisiologismo. O PT então...

3) escolher quem entenda ser a educação a maior prioridade nacional.

Por falar em educação. Por favor, risque meu nome de seu caderno. Meu voto não vai para Dilma.

SP, 25/10/2010 

Ruth Rocha, escritora

Campanha da Dilma tentou impedir a divulgação da pesquisa que aponta diferença de apenas 5 pontos entre os candidatos. TSE rejeitou.

No site do TSE:

Ministro nega pedido para suspender divulgação de pesquisa encomendada por Índio da Costa

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Henrique Neves (foto) negou pedido da coligação de Dilma Rousseff para suspender a divulgação de uma pesquisa eleitoral encomendada à empresa GPP por Índio da Costa, candidato a vice-presidente na chapa de José Serra. A coligação de Dilma pretendia obter liminar que proibisse a publicação dos dados da pesquisa. Para o ministro, a representação não especifica em que ponto a lei teria sido violada.

Citando matérias jornalísticas, a coligação “Para o Brasil seguir mudando”, que apoia Dilma, aponta a existência de “muitos indícios que evidenciam manobra oportunista na divulgação dos resultados da pesquisa". Afirma também que o teor da pesquisa "foi conhecido antes mesmo de ser encerrado o período de apuração [do levantamento]”.

“Deve ser obstada a divulgação de resultados de pesquisa de instituto com as reconhecidas ligações relatadas, quanto mais quando estes já anunciam saber o resultado bem antes de encerrado o período previsto para as entrevistas de campo”, ressalta a coligação de Dilma no pedido.

Decisão

Para o ministro Henrique Neves, contudo, a coligação de Dilma, apesar de afirmar que são muitos indícios que evidenciariam a existência de “manobra oportunista”, não indica, de forma precisa, quais regras previstas na legislação (artigo 33 da Lei 9.504/97 e Resolução TSE 23.190/09) teriam sido violadas. Além disso, argumenta Henrique Neves, eventual divulgação de pesquisa ou resultado antes do prazo legal “não enseja, por si, a suspensão da sua divulgação”.

Serra precisa tirar 2,5 pontos de Dilma para virar a eleição, segundo o instituto GPP

No Ex-Blog do Cesar Maia:

GPP DIZ QUE DIFERENÇA DILMA-SERRA É DE CINCO PONTOS: 2,5 PARA CÁ, 2,5 PARA LÁ!

Pesquisa com 4 mil eleitores, realizada entre 23 e 25 de outubro.

1. Dilma 46% (cresceu 4 pontos em relação ao primeiro turno em votos totais). Serra 41% (cresceu 11 pontos em relação ao primeiro turno).

2. SUL: Serra 53% e Dilma 35%. Diferença de 18 pontos. SUDESTE: empate 43% a 43%. NORDESTE: Dilma 57% a 31%. Diferença de 26 pontos. \ NO-CO: Dilma 49% e Serra 42%. Diferença de 7 pontos.

3. Na análise deste Ex-Blog, de segunda-feira, se supunha uma diferença a favor de Dilma no Nordeste de 30 pontos e um empate no NO-CO. Agregando NE-NO-CO, o resultado GPP é igual à hipótese de segunda-feira.

4. Na análise deste Ex-Blog, de segunda-feira, se supunha uma diferença a favor de Serra de 15 pontos no SUL que está sendo ultrapassada. E uma diferença maior que 10 pontos no Sudeste. Corrigindo pelos dados do SUL, há uma diferença a ser coberta de 10 pontos no Sudeste.

5. No total, Brancos e Nulos somam 13 pontos. No RJ, os brancos e nulos somam 18 pontos e em MG somam 16 pontos. Portanto, uma margem para redução. E ainda a abstenção que estará na faixa dos 20% e cuja origem é múltipla. A abstenção está contida na pesquisa. Sendo assim, serão eleitores que deixarão de votar, cuja tendência é imprevisível na faixa de 3 a 5 pontos.

Financial Times: Serra é a melhor escolha!

No Estadão:

Em editorial, Financial Times diz que 'Serra é melhor escolha para presidente'
Para jornal britânico, Dilma e Serra são similares, mas eleição do tucano afastaria influência de Lula no próximo governo.

'Financial Times' descreve Serra como 'linha-dura fiscal'

Em editorial, o jornal britânico "Financial Times" defende nesta quarta-feira que o candidato do PSDB à presidência, José Serra, "é a melhor escolha para o Brasil".

No artigo, "Eleições Brasileiras - José Serra é a melhor escolha para presidente, por pouco", o jornal sustenta que os dois principais candidatos ao Planalto são bastante similares, mas a eleição de Serra afastaria uma possível influência de Lula no próximo governo.

"Ambos (Serra e a candidata do PT, Dilma Rousseff) são notavelmente similiares. São sociais-democratas que crêem em políticas pró-mercado com forte componente social. São tecnocratas inoportunos. E são também desprovidos de charme", diz o jornal.

"Onde as diferenças existem, são pequenas mas significativas. Serra é mais linha-dura em termos fiscais. Com boa vontade, ele poria um fim no uso de esquemas extraorçamentários recentemente aplicados para cumprir as metas fiscais."

"Reduzir o gasto público, ainda ascendente apesar de uma economia em pleno vapor, também diminuiria as taxas de juros e assim limitaria a apreciação da moeda."

Para o "FT", Serra também seria "menos indulgente" com o Irã, a Venezuela e Cuba.

Já Dilma, ressalta o editorial, "é a favor de um Estado maior, embora um quinto das maiores companhias de capital aberto já tenham, de uma forma ou de outra, ele entre seus cinco maiores acionistas".

"Mas a maior diferença talvez seja o papel que o popular padrinho de Dilma assumirá se ela ganhar - o que é provável, tendo em vista a sua vantagem de dez pontos nas pesquisas. Uma presidência paralela, como a de Putin na Rússia, é possível; assim como a volta de Lula ao poder em 2014 e 2018."

O artigo conclui afirmando que "pelo menos para interromper esta relação com o poder, Serra é a melhor escolha para o Brasil".

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Para quem estava dormindo na hora do debate

Minas é Serra! Rumo à vitória!

A vitória está a cinco pontos!

Lembro ainda que:
1- Algumas pesquisas apontam empate técnico com Serra na frente;
2- Aguardamos o impacto da revista Veja que revela que Dilma pessoalmente encomendava dossiês;
3- Há abstenção maior nas regiões onde Dilma vence;
4- Há rumores que a maré está virando a nosso favor em Minas;
5- Teremos ainda o aguardado debate da Rede Globo, o único com audiência considerável, onde ficará exposta a todos a debilidade da candidata sem a ajuda da edição de seus piores momentos;
6- É bom lembrar que 5 pontos, são na prática 2,5 pontos, já que temos apenas 2 candidaturas!

Temos chances, sim!

No blog do Reinaldo Azevedo:

Os cinco pontos

O instituto GPP deve divulgar hoje uma pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. Índio da Costa, vice na chapa do tucano José Serra, registrou o levantamento no TSE, e o resultado pode, portanto, ser tornado público. A diferença deve ser de cinco pontos em favor da petista. Dada a margem de erro, é possível que estejam em empate técnico.

Coisa de democratas e tucanos que apóiam Serra? Pois é… Sabem o que é interessante - e já tratei desse assunto aqui? O trascking do PT, o de verdade (não aquele que eles propagandeiam por aí), também aponta uma vantagem de apenas cinco para Dilma. E isso, claro!, é muito pouco para tranqüilizar os petistas.

A histeria tem explicação. Ou vocês acham que os petistas estariam tão nervosos se estivessem certos dos 11 ou 12 pontos apontados em algumas pesquisas?

E o debate de ontem?

Não sei, hehe. Dormi praticamente o tempo todo no sofá. Isso é hora de passar um debate? Estava marcado para as 23 horas. Nesse horário ainda estava passando o programa A Fazenda. Deve ter começado uns 20 minutos depois. Assisti na íntegra apenas o primeiro bloco. Para variar, Dilma dando um nó na língua portuguesa e mentindo compulsivamente. Serra dando uma aula, professoralmente. À partir daí, tive poucos momentos de lucidez. Quando acordava para, sem sucesso, tentar exterminar um pernilongo terrorista que planejava um atentado no meu ouvido, dava uma espiadinha no confronto. Assisti e gostei, por exemplo da parte em que Serra jogou o MST no colo da Dilma, ou quando destacou a incrível metamorfose das opiniões da petista sobre diversos temas. Hoje buscarei me informar melhor.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Otimismo

Lauro Jardim, no Radar on-line:

Outras pesquisas

Ao contrário das pesquisas do Datafolha, Ibope e outros institutos, que cravam algo como dez pontos percentuais de diferença entre José Serra e Dilma Rousseff, os trakkings diários encomendados pelo PSDB têm mostrado uma situação diferente: empate.

Realizadas sob a coordenação de Antonio Prado Júnior, o Paeco, essas pesquisas têm oscilado entre um e quatro pontos pró-Serra, alternando com um e três pontos pró-Dilma. Ou seja: oscilando entre 48% e 52% nos votos válidos para um lado e para o outro.

Em Minas, essas mesmas pesquisas também registram um empate: 50% a 50% nos votos válidos. Aliás, para o comando tucano vencer em Minas é vital para um envetual triunfo no domingo.

Nunca é demais ressaltar que, embora encomendados pelos tucanos, foram esses mesmos trakkings que nos dez dias que antecederam o primeiro turno mostravam que haveria segundo turno.

domingo, 24 de outubro de 2010

Entrevista com Dom Luiz, bispo de Guarulhos: “Recomendo voto contra Dilma por causa de suas idéias favoráveis ao aborto”

Dilma, com sua tradicional camisa vermelha, do alto de uma janela em uma maternidade durante a campanha

Leiam a entrevista concedida à revista Veja:

VEJA - Foi o senhor quem decidiu imprimir dois milhões de cópias do “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”?
Dom Luiz - Sim. Fiz isso para tornar conhecida a minha posição política em defesa da Igreja e da vida. Essa publicação visava justamente defender a vida de seres humanos que não pediram para nascer e não têm condições de se defender. Trata-se de um documento oficial, assinado por três bispos. Não era um panfleto. É um documento autêntico da igreja.

O senhor se sentiu censurado com a apreensão dos folhetos?
Dom Luiz - laro que sim! Foi um ato totalmente antidemocrático, uma agressão à minha pessoa. Afinal de contas, eu tinha autorizado a publicação. Essa cassação impediu não só a impressão do documento como sua distribuição. Sinto que fui perseguido. O governo fala tanto em liberdade de expressão, mas esta apreensão foi um atentado a um princípio constitucional. A minha opinião foi censurada.

O senhor defende explicitamente que os fiéis não votem em Dilma Rousseff?
Dom Luiz - Minha recomendação é essa por causa das idéias favoráveis ao aborto que ela tem. Em 2007, numa entrevista, ela chegou a dizer que era um absurdo a não-descriminalização do aborto no Brasil. Então ela é favorável a isso. Agora, depois do primeiro turno, ela se manifestou muito religiosa, se dizendo contra o aborto e contra a união de pessoas do mesmo sexo. Quer dizer: tudo aquilo que atrapalhou a sua eleição no primeiro turno, ela tirou da campanha. Você pode confiar numa pessoa que assume posições contraditórias? Ninguém muda de idéia deste jeito. O lobo perde o pêlo, mas não perde o vício. Ela não é confiável.

O PT chegou a dizer que havia “indícios veementes” de participação do PSDB nas encomendas dos folhetos. Isso ocorreu?
Dom Luiz - Em circunstância nenhuma eu agi de acordo com orientações partidárias. Eu falei, repito, assino e afirmo: “Não tenho partido político”. Eu sou um ser político, sim, mas não partidário. Se tomei partido nesta eleição, não foi a favor do PSDB, foi contra o PT e a Dilma. As razões são claras: sou contra o aborto e a favor da vida. Não fui procurado por partido político nenhum! Fui apenas agredido por militantes do PT, que, há dez dias, fizeram um escarcéu debaixo da minha janela, às duas da manhã, com palavrões e rojões. Cheguei até a ser ameaçado.

Como foi isso?
Dom Luiz - Recebi cartas anônimas. Uma delas dizia: “O Celso Daniel foi assassinado, tome cuidado”. Fiz um boletim de ocorrência por causa disso, mas não tenho medo. Se fizerem qualquer coisa contra mim, será um tiro no pé. Será pior para eles.

É papel de um bispo se posicionar politicamente?
Dom Luiz - O papel do bispo é orientar os seus fiéis sobre a verdade, sobre a justiça e sobre a moral. Ele deve apresentar a verdade e denunciar o erro. Foi o que fiz. Tenho todo o direito - e o dever - de agir do modo que agi. Não me arrependo de ter falado o que falei. Faria tudo de novo! Se surgir um candidato que seja contra os princípios morais, contra a dignidade humana e contra a liberdade de expressão, irei me levantar de novo.

O senhor irá continuar distribuindo documentos similares aos apreendidos?
Dom Luiz - Se a Justiça liberar, vou. De qualquer forma, vou continuar manifestando minha opinião. Ninguém pode botar um cadeado, uma mordaça, na minha boca. Podem apreender um papel, mas nada altera minhas convicções.

sábado, 23 de outubro de 2010

Outro bom programa de TV hoje

Resultado parcial da enquete

Quem anda não participou, vote no canto superior direito da página. Até o momento o resultado é o seguinte:

Enquete: Como você avalia a campanha televisiva de Serra neste segundo turno?
  • Está no rumo certo. Não há o que corrigir.23%
  • Deveria destacar mais os apoios políticos que tem pelo Brasil.12%
  • Deveria enfatizar mais suas propostas de governo e realizações.10%
  • Deveria ser mais agressiva, enfatizando a ligação da Dilma e do PT com temas como aborto, MST, FARC e os escândalos de corrupção 46%
  • Deveria buscar um tom mais emocional, com depoimentos, imagens da família, etc.6%

Pedro Abramovay, secretário nacional de Justiça: “Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (...) Eu quase fui preso como um dos aloprados”

Para ler a reportagem da revista Veja, clique aqui. Boa leitura.

Aécio: "Lula ultrapassou os limites daquilo que seria adequado a um chefe de Estado"

No Estadão:

Aécio troca discurso pós-Lula por postura anti-Lula
Senador eleito por MG diz que 'por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou'

A radicalização da campanha eleitoral levou o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) a se mover do discurso do pós-Lula para uma postura anti-Lula. Depois de passar oito anos provocando incômodos no PSDB por conta da boa relação pessoal com o Planalto, Aécio afirma agora que "por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou", e mais: Sugere que Lula faça um "mea-culpa" depois da eleição, reconhecendo os "excessos" para assegurar uma transição "serena e pacífica", independentemente de quem seja o vencedor.

Em entrevista ao Estado, o senador mineiro confessa estar "decepcionado" com o chefe da Nação que "se despe da função presidencial e vira cabo eleitoral" para atacar o candidato da oposição. Mais do que uma queixa, ele diz que sua intenção é fazer um alerta em defesa da democracia e da paz na política. "Entre a chefia de Estado e a chefia de um grupo político, Lula opta claramente pela segunda e presta um desserviço àquilo que ele próprio ajudou a construir, que foi a democracia no Brasil", afirma. A seguir, a entrevista.

Como o senhor avalia o comportamento do presidente Lula nesta reta final da campanha?

É triste o figurino que o presidente resolveu vestir ao final desta campanha, com atitudes absolutamente impróprias e esquecendo que é o presidente de todos os brasileiros. Ele optou, como diz o Serra, por ser o presidente de uma facção. É triste e preocupante ver como as instituições de Estado se colocaram a serviço de um mundo político. A própria Polícia Federal, neste papel absurdo e ridículo que fez nestes últimos dias, criando versões que possam atender aos interesses do PT. A democracia que foi conquistada por tantos brasileiros não merecia, no momento de sua consolidação e amadurecimento, assistir a cenas como estas que não engrandecem o País. É desolador ver a forma como o presidente está terminando esta campanha.

.O senhor acha que o presidente está trocando a faixa presidencial pela camisa de militante partidário?

Sempre tive uma boa relação pessoal com o Lula que sempre busquei preservar. Eu reconheço os avanços que houve no governo dele mas, por estas últimas atitudes, o presidente Lula, passadas estas eleições, termina seu governo menor do que iniciou.

Isto compromete de alguma forma a relação entre governo e oposição na próxima administração, qualquer que seja o resultado da eleição?

O que me preocupa é que esta postura de dirigentes do PT e do próprio Lula, independentemente do resultado eleitoral, crie no País um clima de muito maior acirramento e radicalização, no período pós-eleitoral, do que seria adequado e se esperava.

No cenário atual, a transição para o próximo governo corre risco?

Não acredito que corra risco, mas buscar vencer o adversário é uma coisa, e tentar dizimá-lo, é outra. Quando não há palavra de equilíbrio e ponderação das maiores autoridades do País, recomendando cautela e prudência e esses exemplos não vêm de cima, é claro que o pós-eleição pode ser mais radicalizado do que seria bom para o Brasil, independentemente do vencedor.

No ponto em que a radicalização está hoje, dá para recompor as relações políticas entre petistas e oposição?

Todos nós que somos responsáveis temos que trabalhar nesta direção. Mas as últimas ações do presidente não contribuem e vão na direção inversa, a do acirramento. As últimas declarações dele foram imprudentes e equivocadas e não contribuem para o que é essencial: uma sucessão serena e tranquila, qualquer que seja o futuro presidente. Infelizmente, Lula não tem contribuído de forma positiva para sua própria transição.

Abertas as urnas, o senhor avalia que o presidente terá de fazer um gesto pela pacificação?

Acho que o presidente Lula acabará fazendo um mea-culpa, vai compreender que cometeu excessos nesta campanha e que sua figura representa muito mais que apenas um cabo eleitoral. Ele próprio fará um gesto para preservar sua imagem que é um patrimônio importante diante de tantos brasileiros que não votaram nele, mas que o respeitam, como eu próprio. Todos nós, independentemente do resultado eleitoral, temos que trabalhar para que a transição seja absolutamente serena e pacífica porque os governos passam e a democracia deve ser permanente".

Suas observações são uma queixa ou o senhor faz um alerta ao País?

Acho que é mais um alerta e uma certa decepção de quem sempre reconheceu valores no presidente. Eu continuo reconhecendo, mas acho que ele ultrapassou os limites daquilo que seria adequado a um chefe de Estado. Entre a chefia de Estado e a chefia de um grupo político, Lula opta claramente pela segunda e não é algo que contribua. Com estas ações, ele presta um desserviço àquilo que ele próprio ajudou a construir, que foi a democracia no Brasil.

Oposição e até aliados do presidente sempre disseram que Lula é fundamental para impor limites aos grupos mais radicais do PT. Agora, como fica?

Quando Lula eleva muito o tom, ele incita os setores mais radicais do partido. O que fica é que seus liderados se acharam no direito de agir de forma ainda "mais irresponsável" e isto certamente é preocupante. O presidente deixa uma mancha em sua trajetória ao final de seu governo.

Isso muda o comportamento do PSDB na reta final da campanha?

A estratégia não muda, mas é o momento de deixar um alerta. Há preocupação. Não se sabe como os liderados do presidente Lula recebem esta sinalização do presidente. Vamos ficar na expectativa de que agressões não ocorram. De nossa parte vamos enfrentar isto sempre com muita tranquilidade e serenidade. A orientação do partido à militância tucana é para que não aceitem qualquer tipo de provocação nesta última semana de campanha.

Guillermo Fariñas chama Lula de cúmplice da sanguinária ditadura cubana

Na Veja:

‘Lula será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Fidel e Raúl Castro’
A opinião é do dissidente Guillermo Fariñas, laureado nesta semana com um prêmio europeu que homenageia a liberdade de pensamento

O dissidente cubano Guillermo Fariñas enxerga no Prêmio Sakharov 2010 de liberdade de pensamento, concedido a ele pelo Parlamento Europeu na quinta-feira, um reconhecimento internacional à causa dos presos políticos do país. Ele lamenta, contudo, que o mundo tenha prestado atenção no problema apenas com a morte do também dissidente Orlando Zapata Tamayo, em fevereiro, após 85 dias em greve de fome.

Fariñas acusa o regime cubano de assassinato e reprova a atitude do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva ao visitar o país logo após a morte de Zapata. Na ocasião, Lula comparou o dissidente aos presos comuns das cadeias brasileiras. “Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Raúl e Fidel Castro”, disse Fariñas, por telefone, ao site de VEJA. “Com este prêmio em mãos, eu diria a Lula o seguinte: 'Ao deixar o poder, trate de se retificar'. Ele não está sendo capaz de fazê-lo enquanto ainda é presidente do Brasil”, acrescentou.

Fariñas iniciou 23 greves de fome contra a ditadura cubana. A mais recente delas, que durou 135 dias, só foi encerrada quando a Igreja Católica de Cuba anunciou a libertação de 52 presos políticos, em julho último. A seguir, a entrevista completa concedida pelo dissidente:

O que o senhor sentiu ao receber um prêmio que trata da liberdade de pensamento enquanto vive em Cuba, onde tudo é proibido?
O meu primeiro sentimento é de compromisso com a causa cubana, com a democratização do país, com meus irmãos que ainda estão presos, com todos homens e mulheres de boa vontade que querem a democracia na ilha. Creio que este é o meu grande compromisso que tenho.

O senhor dedicou o prêmio a Orlando Zapata, que morreu fazendo uma greve de fome. Foi preciso a morte de um homem para o mundo perceber a situação dos dissidentes cubanos?
Creio que sim. Infelizmente, um de nossos irmãos teve que morrer assassinado de maneira planejada em uma prisão cubana - por fazer uma oposição pacífica - para que o mundo se desse conta de todos os maus tratos que os presos políticos sofrem em Cuba.

O senhor disse assassinado, mas ele morreu por fazer greve de fome...
Sim, mas ele foi chantageado. Zapata tomava água em sua greve de fome. As autoridades cortaram sua água durante muitos dias para que se rendesse. Ele não se rendeu e teve problemas renais que o levaram à morte.

O que o senhor diria ao presidente brasileiro sobre sua conduta ao visitar Cuba logo depois da morte de Zapata?
Luiz Inácio Lula da Silva, que foi preso político e tem memória ruim, veio ao país exatamente quando Orlando Zapata estava sendo assassinado. Ele comparou aqueles que faziam greve de fome pela morte de Zapata com delinquentes de São Paulo. Por isso, Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Raúl e Fidel Castro. Com este prêmio em mãos, eu diria a Lula o seguinte: 'Ao deixar o poder, trate de se retificar'. Ele não está sendo capaz de fazê-lo enquanto ainda é presidente.

O reconhecimento ao senhor veio pouco depois do Nobel da Paz concedido a outro dissidente, o chinês Lu Xiaobo. É um sinal de que as coisas podem mudar em países, como Cuba e China?
Sim. Mesmo que nossas lutas pareçam impossíveis, nós dissidentes sempre teremos fé que nossas idéias são boas, que são para o bem do mundo. Sempre lutaremos por elas.

O senhor acha que a União Europeia pode mudar a chamada Posição Comum, que determina como o bloco lida com a situação cubana, em uma reunião que será realizada na próxima segunda-feira?
Eu considero que Cuba ainda não fez nada para que a UE levante a Posição Comum. Nossos irmãos que estão presos em Cuba e serão colocados em liberdade estão sendo tratados como moeda de troca pelo governo cubano, como se fossem escravos e reféns do regime. Creio que o governo cubano deixou intactas as leis que lhes permitem prender de maneira arbitrária aqueles que fazem oposição pacífica.

Então o senhor acredita que a libertação dos presos políticos pelos irmãos Castro foi uma maneira de conquistar a simpatia do mundo para obter benefícios políticos?
Sim. O governo usou os dissidentes para reduzir o desprestígio causado pela morte de Zapata e por minha greve de fome. Se o governo cubano realmente quisesse respeitar os direitos humanos, os oposicionistas poderiam expor de maneira pacífica suas opiniões, ter bibliotecas independentes e ler livros censurados pelo regime.

Como o senhor se sentiu antes e depois de sua greve de fome?
Me senti bem, de verdade, porque não pensei que ia morrer, mas sim que estava fazendo o possível pelo bem da minha pátria e para que outros dissidentes não fossem assassinados na prisão.

O que o senhor fará com o prêmio de 50.000 euros?
Não sei exatamente o que vou fazer, mas será algo pela causa dos dissidentes e que traga alguma contribuição à democracia em Cuba.

Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, agora é réu, junto com o PT!

Gilberto Carvalho novamente (ver capa da Veja na postagem abaixo). Esses petistas não se cansam mesmo de trair o Lula... Sua chefe da Casa Civil e seu chefe de gabinete atolados até o pescoço, e ninguém avisa nada pra ele? Estou indignado!

No Estadão:

PT e Gilberto Carvalho viram réus em ação sobre propina em Santo André
O partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são acusados de participação numa quadrilha que cobrava de empresas de transporte para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos

BRASÍLIA- Uma decisão da Justiça traz de volta um fantasma que acompanha o PT e transforma em réu o partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho. O assessor e o PT viraram réus num processo em que são acusados de participar de uma quadrilha que cobrava propina de empresas de transporte na Prefeitura de Santo André para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos. O esquema seria o precursor do mensalão petista no governo federal.

Na segunda-feira, a Justiça tomou uma decisão que abre de vez o processo contra os envolvidos. A juíza Ana Lúcia Xavier Goldman negou recursos protelatórios e confirmou despacho em que aceita denúncia contra Carvalho, o próprio partido, outras cinco pessoas e uma empresa. A juíza entendeu, no primeiro despacho, em 23 de julho deste ano, que há elementos suficientes para processá-los por terem, segundo a denúncia, montado um esquema de corrupção para abastecer o PT. "Há indícios bastantes que autorizam a apuração da verdade dos fatos por meio da ação de improbidade administrativa", disse.

O Estado esteve no Fórum de Santo André na quinta-feira para ler o processo e a decisão de segunda-feira. A Justiça local já enviou para a comarca de Brasília a citação do chefe de gabinete de Lula para informá-lo de que virou réu. No documento, a Justiça pede que Carvalho receba o aviso em sua casa ou no "gabinete pessoal da Presidência da República". O Ministério Público quer que o petista e os demais acusados devolvam os recursos desviados e sejam condenados à perda dos direitos políticos por até dez anos.

A decisão judicial em acolher a denúncia foi celebrada ontem pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da região do ABC, responsáveis pela investigação. "Ao receber a denúncia, a Justiça reconhece que há indícios para que a ação corra de verdade. É um caminho importante para resgatarmos o dinheiro desviado", disse ao Estado a promotora Eliana Vendramini. Ela destaca que a Justiça decidiu aceitar a denúncia depois de ouvir a defesa de todos os acusados nos últimos três anos.

Segundo a ação, o assessor de Lula transportava a propina para o comando do PT quando era secretário de governo do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em janeiro de 2002. "Ele concorreu de qualquer maneira para a prática dos atos de improbidade administrativa na medida em que transportava o dinheiro (propina) arrecadado em Santo André para o Partido dos Trabalhadores", diz a denúncia aceita pela Justiça. De acordo com a investigação, os recursos eram entregues ao então presidente do PT, José Dirceu.

Sombra. Apontado pelo Ministério Público como mandante do assassinato de Daniel, o ex-segurança Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, é companheiro de Carvalho na relação de réus. Somam-se ao grupo o ex-secretário de Transportes Klinger Luiz de Oliveira Souza, o empresário Ronan Maria Pinto, entre outros. "O valor arrecadado era encaminhado por Ronan ao requerido Sérgio e chegava, em parte, nas mãos de Gilberto Carvalho, que se incumbia de transportar os valores para o Partido dos Trabalhadores", afirma a denúncia. "A responsabilidade de Klinger e Gilberto Carvalho decorre da sua participação efetiva na quadrilha e na destinação final dos recursos." O dinheiro, aponta a investigação, serviu para financiar campanhas municipais, regionais e nacionais do PT. Por isso, o partido também responderá ao processo como réu.

Veja não deixa pedra sobre pedra

Vem chumbo grosso!

Serristas usarão capacete em nova caminhada no Rio!

Lauro Jardim, no Radar on-line:

De capacete

Entre o irônico e o precavido, um grupo do PSDB decidiu participar da caminhada que José Serra fará no domingo pela orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, com as cabeças protegidas por capacetes. Neles, a inscrição “paz”.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Suspense: Inédito - Tracking do próprio PT é muito menos otimista do que as pesquisas

No Blog do Reinaldo Azevedo:

Eu não estou sugerindo nada — nada mesmo! Até porque, quando quero dizer alguma coisa, digo. Não sou oblíquo. O fato é que o PT nunca teve um tracking no segundo turno — nem o de ontem — tão “otimista” quanto os números do Ibope e do Datafolha. Costuma acontecer o contrário: os levantamentos dos partidos sempre lhes são mais favoráveis do que os dos institutos. E a diferença entre a medição do PT e a dos institutos não é pequena.

Programa de TV do Serra: Colocando os pingos nos is

Na minha modesta opinião, este foi o melhor programa gravado até agora. Se funcionará eleitoralmente eu não sei, mas foi muito bom no sentido de desmistificar o Lula, papel que caberia à nossa imprensa e que foi solenemente negligenciado nos últimos 8 anos. Se tivessem feito o serviço que lhes cabe, não estaríamos como estamos hoje, à mercê de um bando que passa a mão na bunda da nossa democracia e ainda se vangloria disso.

Fraldinha: Testada e aprovada!

Podem fazer que dá certo!

Sem dar satisfações, Lula enforca trabalho para fazer campanha. Não é a primeira vez.

Lula julga que não deve satisfações a ninguém. Ofendeu gratuitamente o Serra ontem, chamando-o de farsante. Ficando comprovado que a agressão realmente existiu, o mínimo que ele deveria fazer era se desculpar publicamente. Lógico, isso se Lula tivesse alguma dignidade. Hoje, mais uma vez mandou às favas a instituição que representa, a Presidência da República. Utiliza sem qualquer constrangimento a estrutura do Estado a favor de sua candidata. Nem trabalhar ele trabalha mais. Usa o expediente para agredir adversários e cancela compromissos oficiais para ficar livremente falando baboseiras a favor da Dilma. Absurdamente, nada se ouve a respeito na TV.

Vejam o que nos informa a Folha:

Pela 3ª sexta-feira seguida, Lula cancela agenda para gravar programa de Dilma

Virou hábito do presidente Lula deixar de lado a agenda institucional às sextas-feiras para gravar participação na propaganda de TV de sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff (PT).

Depois de acompanhar evento na Base Aérea pelo Dia do Aviador e receber dirigentes da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) pela manhã, Lula foi para o Palácio da Alvorada almoçar e, em seguida, irá para a produtora onde são gravados os programas de Dilma.

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Na agenda oficial do presidente constam apenas "despachos internos" como compromissos das 15h às 18h30, horário em que embarcará para Uberlândia (MG) para fazer comício com a candidata petista.

Na sexta-feira passada, Lula passou a manhã gravando no estúdio da campanha de Dilma, enquanto se supunha que ele estava no Alvorada despachando. Sempre que o presidente está em algum dos palácios, fica hasteada uma bandeira com o brasão da República.

Nesse dia, a segurança só tirou a bandeira do mastro da residência oficial às 12h, embora Lula não estivesse no local desde às 9h40.

Na sexta-feira anterior, o presidente também cancelou parte de sua agenda à tarde para fazer campanha para Dilma.

Parou! Economia brasileira pára de crescer e últimos dados já indicam retração

E agora, Lula? Será que a desgraçada da "marolinha" está de volta? E quanto a você, Dilma? Algo a comentar?

No UOL:

Economia deve ter crescimento zero no terceiro trimestre

A economia brasileira mostra sinais de estagnação no terceiro trimestre deste ano em relação ao anterior. Segundo o Indicador Serasa Experian divulgado nesta sexta-feira, o produto Interno Bruto (PIB) recuou 0,2% no trimestre encerrado em agosto (dado mais recente da pesquisa, que desconsidera as influências sazonais). No levantamento anterior, o trimestre encerrado em julho havia registrado ligeiro crescimento – alta de 0,3%.

Na avaliação dos economistas da Serasa, os dados confirmam o atual processo de desaceleração do crescimento econômico, que no primeiro trimestre deste ano foi der 2,7% em relação ao último trimestre de 2009. Na análise dos 12 meses encerrados em agosto, o crescimento econômico atingiu 6,5%.

Ainda de acordo com os economistas da entidade, “o fim dos dos estímulos fiscais à aquisição de veículos e bens duráveis, o aperto monetário conduzido pelo Banco Central entre abril e setembro e o enfraquecimento da economia mundial, sobretudo nos países mais desenvolvidos, estão entre os elementos que justificam esta trajetória de crescimento mais moderado da economia brasileira”.

Abominável! Presidente da República junta-se a delinquentes para tentar atingir Serra!

AS-QUE-RO-SO.  Essa é a palavra que me vem em mente quando tento buscar um adjetivo que descreva  Lula. Simplesmente não dá mais para aguentar esse imbecil. Do alto de seu cargo, quer afundar o país na mesma imundície que espelha seu vergonhoso caráter. Se isso serve de consolo, lhes digo sem medo de errar que ele um dia será julgado pela História e devidamente decartado na lata de lixo da nossa democracia.

Ontem, um bando de vândalos do PT, partido de Lula, covardemente agrediu participantes de uma caminhada no Rio de Janeiro da qual fazia parte o candidato José Serra. Inconformados com a existência de pessoas que não comungam com eles o mesmo ponto de vista, decidiram que a agressão física seria a maneira mais apropriada de lidar com as diferenças. Não tiveram dúvida: passaram a atirar objetos na direção da multidão e a  depredar veículos. José Serra foi atingido por objetos jogados em sua direção. Uma jornalista da Rede Globo foi atingida por uma pedra e ficou ferida. Comerciantes tiveram que fechar suas portas para evitar a depredação. 

Qual foi a reação do Lula a toda essa vergonha? Acreditem: para ele, Serra é que deveria pedir desculpas aos brasileiros por ter sido agredido. Contrariando todas as evidências, registradas por inúmeras câmeras de TV, o chefão dos bandidos afirmou que tudo não passou de uma farsa, obviamente orquestrada pelo candidato tucano. Exatamente da mesma forma que agiu com os mensaleiros do PT quando o escândalo veio à tona!

Se Lula fosse apenas mais um dos marginais, já seria algo muito grave. Mas ele é mais que isso. É também o Presidente da República, o que torna ainda mais lamentável sua conduta. Não é a toa que sua candidata venceu com folga as eleições nos presídios.

Vejam abaixo reportagem do Jornal Nacional sobre o episódio:

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Segundo o único instituto que previu segundo turno, Serra está na frente

Lauro Jardim, no Radar on-line:

Por um ponto de diferença

Daqui a menos de duas horas, sai no Jornal Nacional o novo Ibope presidencial. Dará Dilma Rousseff na frente. Por causa do alcance do telejornal da Globo, será a pesquisa que o brasileiro médio comentará e levará em conta a partir de hoje.

As pesquisas internas do PSDB, no entanto, dão esperanças à campanha de José Serra. Na pesquisa feita por Antonio Prado Júnior, o Paeco, e que chegou hoje às mãos da cúpula tucana, Serra está na frente de Dilma por um ponto percentual – um empate técnico, portanto.

Por ser uma pesquisa telefônica, há que se fazer algumas ponderações estatísticas por motivos óbvios: nem todos tem telefones no Brasil. Nunca é demais repetir, todavia, que apesar de ser encomendada pelo PSDB, esta série de pesquisas foi a única que no final de setembro garantia que haveria segundo turno, ao contrário da opinião geral.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

CNT/Sensus: diferença apertada de apenas 5 pontos

No UOL:

Sensus: Dilma tem 46,8% e Serra soma 41,8% do eleitorado

Pesquisa do instituto Sensus, encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transportes) e divulgada na noite desta quarta-feira (20), indica que a candidata do PT, Dilma Rousseff, venceria o segundo turno com 46,8% dos votos contra 41,8% do tucano José Serra. Brancos e nulos somam 4,1% e indecisos, 7,2% do eleitorado.

A pesquisa anterior, uma semana após o primeiro turno, a petista obteve 46,8% das intenções, contra 42,7% de Serra. Como a margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado apontava empate técnico entre os dois candidatos.

A pesquisa divulgada nesta quarta-feira daria a Dilma 52,8% dos votos válidos, contra 47,2% de Serra.

Na pesquisa espontânea realizada nesta semana, na qual os candidatos não são identificados aos entrevistados, Dilma recebeu 45,3% das intenções de votos e Serra ficou 40,6%. Os demais nomes citados pontuaram 0,2% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda foi citado com 0,3%.

O índice de rejeição aos dois presidenciáveis permaneceu praticamente o mesmo, se levado em conta a margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o último levantamento, realizado na semana passada. O candidato tucano tem um índice negativo maior: 39,8% ante 35,2% da ex-ministra-chefe da Casa Civil. Na pesquisa anterior, Serra teve 35,4% e Dilma, 35,4%.

A pesquisa foi realizada nos dias 18 e 19 de outubro, e entrevistou 2.000 eleitores em 24 Estados, com sorteio aleatório de 136 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 36.192/2010 no dia 14 de outubro.

Debate

Assim como no primeiro debate televisivo do 2º segundo turno, que ocorreu na TV Bandeirantes, o segundo, realizado pela Rede TV! e o jornal Folha de S.Paulo no último domingo (17), teve média de 30% dos entrevistados responderam que assistiram ao programa.

Dos eleitores que responderam à pesquisa CNT/Sensus, 53,5% avaliaram que o candidato tucano teve um desempenho melhor, contra 46,5% do ex-governador de São Paulo.

No debate anterior, Dilma mostrou, nas palavras dela, “um tom mais incisivo” para apresentar suas propostas e combater as críticas de seu adversário, Na ocasião, a pesquisa registrou desempenho melhor que o tucano: 54,7% dela contra 45,3% de Serra.

Ibope confirma a farsa!

Um descuido do Noblat revelou como são feitas as pesquisas do Ibope. Definem o resultado a ser apresentado e só depois se preocupam em fazer a pesquisa. Para entender melhor, leiam esta postagem do dia 18 (portanto 2 dias atrás e 2 dias antes do encerramento da pesquisa de campo).

Democracia apedrejada


Estamos tendo hoje uma prévia do que pode vir a ser um governo nas mãos dos radicais do PT. Como na vizinha Venezuela, milícias do partido buscam intimidar opositores através da violência. Segundo a Veja, militantes foram pagos para agredir. "Estamos sendo pagos para isso, para dar porrada”, disse um deles.  No entender destes democratas, a violência é uma forma legítima de responder àqueles que lhes fazem o confronto no campo político. Quem não se ajoelhar e pedir bênção ao Partido merece ser apedrejado. Nada muito diferente do que pensa certo aliado lulista que reside no Irã. Indignados, culpam os apedrejados pela violência. O próprio secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo, veio com essa: "Eu lamento o incidente. Isso não é bom. Em momento algum o nosso partido incentiva esse tipo de ação. Agora, essa campanha instiga o ódio e isso não parte de nós. Infelizmente, foram eles que começaram essa campanha de ódio. Mas somos contra qualquer ato de violêncio e não aceitamos ações como essa". Obviamente a acusação dele fica no ar, sem que ele nos explique qual exatamente é a campanha de ódio que os tucanos supostamente começaram. Ódio é tentar tirar eles do poder de acordo com as regras? Ódio é ter ido ao segundo turno? Ódio é apontar as contradições do PT? Ódio é não colaborar com o enriquecimento da família da Erenice Guerra? Ódio é alguém denunciar que teve seu sigilo violado? 

Não é de hoje que agem assim. Vejam o vídeo abaixo, onde professores grevistas estimulados pelo PT de José Dirceu agridem o então governador de São Paulo Mário Covas, na época já debilitado pelo câncer.





As semelhanças entre os dois acontecimentos não são mera coincidência. Trata-se de um método de intimidação, com o qual pretende-se acuar os divergentes. Buscam a submissão da sociedade  por completo, e para isso não possuem limites. A mensagem não poderia ser mais clara: "Submeta-se, ou nossos adversários vão cancelar a tua Bolsa-Família! Submeta-se, ou divulgaremos dados sigilosos da tua família! Submeta-se, ou extirparemos o teu partido político! Submeta-se, ou fecharemos o teu jornal através do nosso "controle social da mídia". Submeta-se, ou será apedrejado nas ruas por nossas milícias!".

É necessária e mais urgente que nunca uma resposta dura da sociedade, para que se evite algo muito pior e cada vez mais previsível.

Serra vira e ultrapassa Dilma em Alagoas!

No Gazetaweb:

Pesquisa Gape mostra empate técnico
A 11 dias para a votação, Vilela tem apenas 2 pontos à frente; para presidente, Serra vence em AL


A primeira pesquisa Gape realizada no segundo turno das eleições revela mais um empate técnico entre os candidatos ao governo do Estado. Com apenas dois pontos percentuais na frente do adversário, Teotonio Vilela Filho (PSDB) aparece em primeiro lugar, com 44% das intenções de voto. O ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) ficou com 42% da preferência dos eleitores, garantindo a segunda posição.

A pesquisa Gape foi realizada durante todo o dia de ontem. 1.055 eleitores foram entrevistados em 20 municípios de Alagoas. Deste universo de alagoanos, 6% afirmaram que vão votar nulo no próximo dia 31 de outubro. Uma outra parcela de 5% dos eleitores disseram que ainda não sabem em que candidato ao governo vão votar. Outros 3% do conjunto de entrevistados preferiram não responder ao questionário. A pesquisa Gape foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) com o código f28aa43c87.

Margem de erro

De acordo com a metodologia aplicada pelo Gape, a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança adotado de 95%.

Levando em consideração a variação permitida com o cálculo da margem de erro, o empate entre Teotonio Vilela Filho e Ronaldo Lessa fica evidente. O candidato tucano obteve 44% das intenções de voto durante as entrevistas. Aplicada a margem de erro, a preferência dos eleitores pela sua candidatura oscila entre 47% e 41% no universo dos 1.055 entrevistados.

O candidato do PDT, Rolando Lesa, obteve 42% das intenções de voto na pesquisa do Gape. Considerando a margem de erro, ele pode ter entre 45% e 39% da preferência dos alagoanos nas urnas.

Como o resultado dos dois se cruzam na escala dos percentuais, é impossível dizer quem ganharia para o governo do Estado se as eleições fossem hoje.

Votação no 1º turno

No resultado do primeiro turno das eleiç~eos para o governo do Estado, o candidato Teotonio Vilela Filho saiu na fremte, com 534.962 votos, o que representa 39,58% dos votos de todos os alagoanos.

O ex-governador Ronaldo Lessa garantiu o segundo lugar, numa disputa apertadíssima com o senador Fernando Collor (PTB). Lessa conseguiu somar 394.155 votos, total que representa 29,16% dos mais de dois milhões de eleitores de Alagoas.

O candidato Fernando Collor chegou bem próximo de Lessa, somando 28,81% dos votos no Estado, mantendo até o final da apuração o suspense sobre quem disputaria o segundo turno com o governador Teotonio Vilela Filho.

Nestes últimos 11 dias até as eleições, além das pesquisas, os eleitores de Alagoas ainda terão o debate da TV Gazeta, no dia 28 de outubro, para ajudar a decidir em quem vão votar.
Serra fica à frente pela primeira vez

A disputa pela faixa presidencial sofre uma reviravolta em Alagoas, de acordo com a primeira pesquisa Gape realizada no Estado neste segundo turno das eleições. Durante todo o primeiro turno, todas as pesquisas divulgadas em Alagoas mostraram a candidata do presidente Lula (PT), Dilma Rousseff (PT), à frente do tucano José Serra (PSDB). Mas agora o jogo foi invertido.
Segundo os números da pesquisa Gape, neste segundo turno quem está na frente é o candidato José Serra. Ele aparece com 47% dos votos dos alagoanos, contra 43% somados pela ex-ministra Dilma Rousseff.

A diferença é de quatro pontos percentuais. Desta forma, considerando a variação permitida pela margem de erro, de três pontos percentuais para mais ou para menos, na corrida presidencial em Alagoas também seria correto afirmar que foi registrado empate técnico entre os candidatos à Presidência da República.

Bandidos (3): Serra é agredido por tropa de nazi-fascistas do PT no Rio

No Blog do Reinaldo Azevedo:


Os nazistas estão nas ruas! Serra é agredido no Rio. O chefe da facção é o presidente da República

Quando aquele grupo de fascistas foi constranger os donos da gráfica Pana — que imprimia o material da Diocese de Guarulhos e que também havia trabalhado para petistas —, afirmei que as tropas de assalto dos nazistas estavam nas ruas; comparei a ação do grupo aos métodos da Sturmabteilung, a SA de Ernst Röhm, do tempo em que o nazismo não havia ainda se profissionalizado. Exagero? Eu apenas submeto a uma projeção aquilo que no petismo é ainda incipiente, imaginando, a partir de dados que eles próprios me fornecem , até onde podem chegar.

Hoje, um destacamento da Sturmabteilung (SA) agrediu o tucano José Serra. Agressão física mesmo! O candidato caminhava com partidários e aliados pelo calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, quando se deparou com um grupo de militantes petistas, organizado com a finalidade exclusiva de constranger os tucanos e lhes tirar o direito constitucional de ir e vir. O pessoal da SA tentou impedir a passagem da social-democracia. Houve enfrentamento. Uma bobina de papel atingiu a cabeça de Serra, que chegou a ficar um pouco zonzo e teve de ser atendido no hospital Sorocaba. Pedras foram lançadas contra o grupo, que era acompanhado por repórter que cobriam a caminhada.

Quem é o (i)rresponsável por isso? Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da República, cuja retórica de palanque simula uma guerra. Foi ele que, ao abandonar qualquer princípio de decoro a que sua condição obriga, ao renunciar à liturgia própria do cargo para se dedicar à campanha eleitoral mais rasteira, arrastou a disputa para o confronto de rua. Com uma diferença: só os seus brutamontes agridem.

Hoje, exercendo o seu papel predileto, o de vítima, Lula anunciou que a Polícia Federal está investigando ligações de telemarketing contra Dilma. Espero que a PF não esteja, também ela, a serviço do PT. Ou Lula não vai pedir que a polícia investigue os panfletos apócrifos contra Mônica Serra encontrados no QG petista?

Recorrendo à única metáfora em que consegue se expressar com alguma clareza teórica, afirmou: “O jogador que quer disputar um título mundial, ele não vai ficar rebolando dentro do campo. Ele vai jogar para marcar gol. Ele vai tirar a bola do adversário. Agora, isso tem de ser feito, mas o baixo nível que a campanha está tomando é uma coisa”. Não sei o que quer dizer direito, mas o certo é que esse jogo não supõe tentar quebrar a cabeça do adversário.

A retórica do presidente sempre foi e continua a ser a de um chefe de facção. E sua tropa de choque está nas ruas obedecendo, na prática, ao comando do chefe.

Bandidos (2): Escândalo Erenice é ainda pior do que se imaginava

Na Folha:

Sindicância aponta novos elos do caso Erenice na Presidência

O esquema de tráfico de influência comandado pelo filho da ex-ministra Erenice Guerra usava não apenas a estrutura da Casa Civil mas também a de pelo menos outros dois órgãos da Presidência da República: a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) e o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), informa reportagem de Andreza Matais e Felipe Coutinho, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Computadores e funcionários dessas outras duas repartições foram utilizados pelo grupo de amigos de Israel Guerra, filho de Erenice que era peça central do contato de empresários com negócios do governo --cobrando uma "taxa de sucesso" pelo tráfico de influência.

Esses novos braços do tráfico de influência foram identificados pela sindicância interna do Planalto que investiga a participação de servidores no esquema de tráfico de influência no órgão e cuja investigação corre em sigilo.

A comissão descobriu que o computador que era utilizado por Gabriel Laender na SAE foi acessado várias vezes com a senha de Vinícius Castro, ex-assessor da Casa Civil e sócio de um filho de Erenice na Capital, empresa da família Guerra que intermediava negócios com o governo.

OUTRO LADO

Questionada sobre as motivações para levar Gabriel Laender para o governo federal, a ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff disse que não o conhecia e passou a responsabilidade para Erenice Guerra, que era a número dois da pasta.

"A ministra Dilma Rousseff não conhece o referido servidor e as nomeações de DAS 102.4 [cargo de Laender] são de responsabilidade da Secretaria Executiva da Casa Civil", afirmou, por meio de sua assessoria.

Bandidos (1): Campanha de Dilma está mesmo envolvida na quebra de sigilo de pessoas próximas de Serra, confirma a Polícia Federal

Na Folha:

Polícia Federal liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma

Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), informa reportagem de Leonardo Souza, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

A PF já descobriu quem encomendou as informações: o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência".

Também identificou o homem que intermediou a compra dos dados obtidos ilegalmente em agências da Receita no Estado de São Paulo. Trata-se do despachante Dirceu Rodrigues Garcia.

O elo foi estabelecido a partir do levantamento de ligações entre o despachante e o jornalista revelado pelo cruzamento de extratos telefônicos obtidos pela PF com autorização judicial.

O uso de informações confidenciais de tucanos no dossiê petista foi revelado pela Folha em junho.

No inquérito aberto para investigar a violação do sigilo fiscal de parentes e pessoas próximas ao candidato José Serra (PSDB), a Polícia Federal já ouviu até agora 37 pessoas em mais de 50 depoimentos --alguns foram inquiridos mais de uma vez.

Ribeiro Jr. não foi indiciado até o momento.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Serra no Jornal Nacional

 Vamos ser sinceros... Não dá para comparar.

Dilma punida pelo TSE por divulgar mentiras em seu programa

Serra utilizará seu direito de resposta no horário eleitoral gratuito. Que os brasileiros também exerçam o seu, mas nas urnas no dia 31.


No Estadão:


TSE dá resposta a Serra em propaganda de Dilma

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, conseguiu garantir hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o direito de responder a informações veiculadas na propaganda de sua adversária, Dilma Rousseff. Na propaganda, foi veiculado que o tucano teria sido um dos responsáveis pela privatização da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e que 31 estatais teriam sido privatizadas em São Paulo.

Os ministros aceitaram o argumento segundo o qual as informações eram inverídicas, já que a CSN foi privatizada no governo de Itamar Franco, e não do também tucano Fernando Henrique Cardoso. Serra foi ministro na administração FHC. Sobre a quantidade de empresas privatizadas em São Paulo, os advogados também argumentaram que o dado era incorreto.

Merval Pereira: Minas decide

No Globo:

Minas decide

Tanto o governo quanto a oposição estão convencidos de que a eleição no segundo turno será decidida em São Paulo e Minas, os dois maiores colégios eleitorais do país. Desde a redemocratização, nenhum presidente foi eleito sem vencer em Minas. Mais uma vez o resultado do primeiro turno da eleição para presidente em Minas Gerais coincidiu com o resultado oficial geral.

A candidata Dilma Rousseff teve em Minas 46,9% dos votos, o mesmo percentual que obteve no Brasil, e o tucano José Serra teve 30,7%, contra 32,6% no país. Também a candidata verde Marina Silva recebeu em Minas 21,2% dos votos, contra 19,6% no plano nacional.

Não se trata de mera coincidência, mas de uma representação das diversas regiões do país que já havia sido detectada por um mineiro ilustre, Afonso Arinos de Mello Franco, e foi confirmada pelo presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, que constatou em muitos anos de pesquisa eleitoral que os resultados em Minas refletem cada vez mais a média nacional.

Isso porque Minas tem sua parte Nordeste na região do Vale do Jequitinhonha, e por isso faz parte da Sudene; ao mesmo tempo, é a segunda economia do país (disputando com o Rio) com uma região fortemente industrializada, grande influência paulista na divisa com São Paulo; Juiz de Fora é muito ligada ao Rio de Janeiro; e o estado tem no agronegócio uma parte influente de sua economia.

Em alguns casos, o resultado local foi praticamente igual ao nacional. E quando isso não acontece, é certo que a tendência fica definida nas urnas mineiras: Lula teve 50,80% (48,6% no país), contra 40,6% (41,6% no país) de Alckmin.

Em 1989, Collor teve 36,1% em Minas (30,5% no país) contra 23,1% (17,2%) de Lula; em 1994, Fernando Henrique teve 64,8% em Minas (54,3% nacional) contra 21,9% de Lula (27%); em 1998, FH teve 55,7% em Minas (53,1% nacional) contra 28,1% de Lula (31,7% nacional).

Em 2002, Lula venceu com 53% (46,4% nacional) e Serra teve 22,9% (23,2%).

O ex-governador Aécio Neves, a grande liderança política mineira em cujo empenho o PSDB deposita a esperança de reverter o quadro do primeiro turno, gosta de citar Afonso Arinos para explicar a centralidade de Minas no processo político nacional: “Minas é o centro, e o centro não quer dizer imobilidade, porém peso, densidade, nucleação, vigilância atenta, ação refletida, mas fatal e decisiva”.

Afonso Arinos explica em linguagem poética o que os números frios das urnas definem: “As suas terras tocam os climas do norte. Participa dos climas úmidos e florescentes da orla litorânea. A oeste, da civilização do couro. Ao sul, confina com a riqueza paulista. Daí a sua posição histórica, que é um imperativo geográfico, econômico, étnico”.

No primeiro turno, repetindo o que aconteceu com Lula em 2002 e 2006, a candidata do PT Dilma Rousseff teve 5.067.399 votos e venceu Serra por uma diferença de 1.750 mil votos.
O fato é que a situação em Minas já está mudando em favor de Serra. Na capital Belo Horizonte, onde Marina teve a maior votação no primeiro turno (39,8% dos votos), Dilma teve 30,9% e Serra, 27,7%, segundo o Instituto Vox Populi, que faz pesquisas para o governo do PSDB no estado, a eleição já virou: Serra estaria com 45%, contra 35% de Dilma.

Pelas contas do PSDB, o candidato tucano tem um potencial de agregar cerca de 3 milhões de votos, que foi a diferença da votação de Serra para a de Anastasia para governador.

Além do voto Dilmasia, provavelmente grande parte dos votos de Marina nesse primeiro turno foram também para o candidato oficial ao governo do Estado, já que o candidato do PV ao governo, José Fernando, teve apenas 234.125 votos.

Em São Paulo, Serra teve cerca de 2 milhões de votos a menos do que Geraldo Alckmin recebeu para governador, eleitorado que pretende recuperar neste segundo turno.

Além do mais, Marina Silva teve nada menos que 4.865.828 votos para presidente.

A diferença a favor de Serra em São Paulo foi de meros 700 mil votos, longe da vantagem histórica que os tucanos sempre tiram na eleição presidencial, mesmo quando perdem em nível nacional.
Geraldo Alckmin, em 2006, venceu Lula em São Paulo por 3,8 milhões de votos, e Fernando Henrique chegou a colocar 5 milhões de votos na frente na eleição de 1998.

Quando Serra estava na frente das pesquisas, os estrategistas do PSDB consideravam que seria possível garantir a eleição com uma vitória em Minas, o que representaria uma virada no voto de quase dois milhões de pessoas em relação às votações petistas dos últimos anos.

E que poderiam chegar à marca de 5 milhões de votos de diferença em São Paulo, pois o PSDB estava mantendo sua hegemonia paulista com o favoritismo de Geraldo Alckmin.

Os tucanos estão otimistas, achando que pode acontecer no segundo turno o cenário idealizado por eles para vencer no primeiro turno.

É por isso que o presidente Lula ficará dedicado nos últimos 10 dias de campanha a comícios em São Paulo e Minas, para garantir a vantagem de Dilma Rousseff.