quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Já que perguntar não ofende...

Será que Hugo Chavez será embalsamado, como seus congêneres Lênin, Mao Tse Tung e Kim Il-Sung?
Bizarrice comunista: corpo de Lênin embalsamado

Chavez e a piscina de bolinhas


Quem tem filhos pequenos sabe muito bem o que acontece quando leva a pirralhada a um parquinho ou a um aniversário. Hoje em dia é muito comum encontarmos as famosas piscinas de bolinhas, onde as crianças mergulham, fazem guerrinha e escondem-se. Confesso que no meu tempo de criança isso não era algo tão comum assim, e me lembro de uma única vez em que pude brincar em uma. E acreditem, é muito legal! 

Acontece que justamente por ser tão legal, é preciso disciplinar as crianças, e estipular um tempo para cada uma brincar lá dentro, afinal todas as outras também querem ter a oportunidade. Na hora de tirar uma criança lá de dentro, ela faz que não te escuta, se esconde, reclama, chora, esperneia, faz o maior barraco.

Pois é exatamente desta maneira que os chavistas estão se comportando na Venezuela. Expirado o tempo de Chavez dentro da piscina, ele deveria sair e comprar mais uma fichinha, ou voltar ao final da fila para poder mergulhar nas bolinhas novamente. Se é que ele ainda está vivo, obrigatoriamente deveria tomar posse hoje e indicar seu vice. Vivo ou morto, o fato é que ele não irá aparecer tão cedo. Seu mandato anterior terminou, logo o de seu vice também. Como a Justiça venezuelana é aparelhada por ministros chavistas, fez de conta que está tudo bem e dentro da normalidade e manteve o vice antigo na presidência, contrariando a Constituição do país.

Abandonados pela titia que cuida da piscina, os venezuelanos permanecerão chorando na fila, enquanto Chavez e seus amiguinhos continuarão a se divertir com as bolinhas.

"Não sabe brincar, não desce pro Play, pô!"


Quer trocar uma idéia com o Lula?

 

Se você tem interesse e estômago para isso, pode contatá-lo através de seus dados abaixo, divulgados hoje pelo hacker @nbdu1nder no Twitter. 

Nome: LUIZ INACIO LULA DA SILVA 
CPF: 070.680.938-68 
Nascimento: 06/10/1945 
Nome da Mãe: EURIDICE FERREIRA DE MELO 

ENDEREÇOS 
  • R ARCO IRIS 89 EMPREZA - FELIPE CAMARAO - NATAL - RN - 59074-310 
  • AV FRANCISCO PRESTES MAIA 1501 A 122 B 1 - CENTRO - SAO BERNARDO DO CAMPO - SP - 09770-000 
  • AV JORGE ABRAO 350 C - JD BELA VISTA - SERTAOZINHO - SP - 14160-350 
  • RUA SAO JOAO, 0000276, CASA, CEP: 09715-240, JARDIM SÃO PAULO, SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP 
TELEFONES 
(16) 3946-2029 
(84) 3605-3280 
(11) 96375-4845 
(11) 97503-1758 
(15) 3492-3035 
(11) 4345-2313 
(11) 4334-1717 
(11) 4339-8413 

EMPRESAS
13427330000100 - L.I.L.S. PALESTRAS, EVENTOS E PUBLICACOES LTDA. 

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

A cereja do bolo: Ministério Público finalmente sai à caça de Lula

 

Demorou 7 anos, mas o momento chegou. O verdadeiro chefe do Mensalão terá finalmente que se explicar ao Ministério Público. Desta vez não será com bravatas ou entrevistas para a imprensa amiga, e tampouco o investigado poderá sumir pela porta dos fundos.
O papo agora é sério, e se o trabalho do MP for bem feito, tem tudo para ir adiante e parar no STF, presidido hoje por ninguém menos que Joaquim Barbosa.

Leiam no Estadão:
 
Procurador decide pedir investigação de acusações de Valério contra Lula 
Operador do pior escândalo de corrupção do governo do petista prestou depoimento em setembro, durante o julgamento do caso no STF, e acusou ex-presidente de ter recebido dinheiro do esquema
 
 BRASÍLIA - O Ministério Público Federal vai investigar o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva com base na acusação feita pelo operador do mensalão, Marcos Valério, de que o esquema também pagou despesas pessoais do petista. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, decidiu remeter o caso à primeira instância, já que o ex-presidente não tem mais foro privilegiado. Isso significa que a denúncia pode ser apurada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, em Brasília ou em Minas Gerais. 

 A integrantes do MPF Gurgel tem repetido que as afirmações de Valério precisam ser aprofundadas. A decisão de encaminhar a denúncia foi tomada no fim de dezembro, após o encerramento do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF). Condenado a mais de 40 anos de prisão, Valério, que até então poupava Lula, mudou a versão após o julgamento.

 Ainda sob análise do procurador-geral da República, o depoimento de Valério em setembro do ano passado, revelado pelo Estado, e os documentos apresentados por ele serão o ponto chave da futura investigação que, neste caso, ficaria circunscrita ao ex-presidente. 

 O procurador da República que ficar responsável pelo caso poderá chamar o ex-presidente Lula para prestar depoimento. Marcos Valério também poderá ser chamado para dar mais detalhes da acusação feita ao Ministério Público em 24 de setembro, em meio ao julgamento do mensalão. Petistas envolvidos no esquema sempre preservaram o nome de Lula desde que o escândalo do mensalão foi descoberto, em 2005.

Mentiroso. Ao tomar conhecimento das acusações feitas por Valério, Lula o chamou de mentiroso. “Eu não posso acreditar em mentira, eu não posso responder mentira”, reagiu o ex-presidente, em dezembro do ano passado. 

No depoimento de 13 páginas, Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com “gastos pessoais” no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. O empresário relatou que os recursos foram depositados na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy. Nas palavras de Valério, Godoy era uma espécie de “faz-tudo” de Lula.

Ao investigar o mensalão, a CPI dos Correios detectou, em 2005, um pagamento feito pela SMPB, agência de publicidade de Valério, à empresa de Freud. O depósito foi feito, segundo dados do sigilo quebrado pela comissão, em 21 e janeiro de 2003, no valor de R$ 98,5 mil. 

Oficialmente, Freud Godoy afirmou que o dinheiro serviu para o pagamento de serviços prestados durante a campanha eleitoral de 2002. Esses serviços, admitiu Freud Godoy à época da CPI, não foram formalizados em contrato e não houve contabilização formal das despesas.

No depoimento, Valério disse que esse dinheiro tinha como destinatário o ex-presidente Lula. Ele, no entanto, não soube detalhar quais as despesas do ex-presidente foram pagas com esse dinheiro. Conforme pessoas próximas, Valério afirmou que esse pagamento ocorreu porque o governo ainda não havia descoberto a possibilidade de gastos com cartões corporativos. 

Gurgel volta de férias na próxima semana e vai se debruçar sobre o assunto. A auxiliares, o procurador já havia indicado que seria praticamente impossível arquivar o caso sem qualquer apuração prévia. No fim do ano, a subprocuradora Cláudia Sampaio e a procuradora Raquel Branquinho, que colheram o depoimento de Valério, foram orientadas por Gurgel a fazer um pente fino nas denúncias. 

A intenção era identificar possíveis inconsistências no depoimento e armadilhas jurídicas. Gurgel, por mais de uma vez, manteve reservas sobre a acusação feita por Valério. E publicamente afirmou que o empresário é um jogador. Mas não desqualificou de pronto as afirmações do operador do esquema.

O advogado de Valério, Marcelo Leonardo, disse que seu cliente vai aguardar “o destino que será dado ao expediente”.

Cobrança. No STF, a revelação das acusações levou integrantes do tribunal a cobrarem investigações. O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, afirmou em dezembro que não haveria outra saída senão investigar. “O Ministério Público, em matéria penal, no nosso sistema, não goza da prerrogativa de escolher o caso que leva adiante, que caso ele vai conduzir. É regido pelo princípio da obrigatoriedade, tem dever de fazê-lo”, disse.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A década perdida, por Marco Antonio Villa

 No Estadão:

A década perdida

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 foi recebida como um conto de fadas. O País estaria pagando uma dívida social. E o recebedor era um operário.

Operário que tinha somente uma década de trabalho fabril, pois aos 28 anos de idade deu adeus, para sempre, à fábrica. Virou um burocrata sindical. Mesmo assim, de 1972 a 2002 - entre a entrada na diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e a eleição presidencial -, portanto, durante 30 anos, usou e abusou do figurino do operário, trabalhador, sofrido. E pior, encontrou respaldo e legitimação por parte da intelectualidade tupiniquim, sempre com um sentimento de culpa não resolvido.

A posse - parte dos gastos paga pelo esquema do pré-mensalão, de acordo com depoimento de Marcos Valério ao Ministério Público - foi uma consagração. Logo a fantasia cedeu lugar à realidade. A mediocridade da gestão era visível. Como a proposta de governo - chamar de projeto seria um exagero - era inexequível, resolveram manter a economia no mesmo rumo, o que foi reforçado no momento da alta internacional no preço das commodities.

Quando veio a crise internacional, no final de 2008, sem capacidade gerencial e criatividade econômica, abriram o baú da História, procurando encontrar soluções do século 20 para questões do século 21. O velho Estado reapareceu e distribuiu prebendas aos seus favoritos, a sempre voraz burguesia de rapina, tão brasileira como a jabuticaba. Evidentemente que só poderia dar errado. Errado se pensarmos no futuro do País. Quando se esgotou o ciclo de crescimento mundial - como em tantas outras vezes nos últimos três séculos -, o governo ficou, como está até hoje, buscando desesperadamente algum caminho. Sem perder de vista, claro, a eleição de 2014, pois tudo gira em torno da permanência no poder por mais um longo tempo, como profetizou recentemente o sentenciado José Dirceu.

Os bancos e as empresas estatais foram usados como instrumentos de política partidária, em correias de transmissão, para o que chamou o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, de "projeto criminoso de poder", quando do julgamento do mensalão. Os cargos de direção foram loteados entre as diferentes tendências do Partido dos Trabalhadores (PT) e o restante foi entregue à saciedade dos partidos da base aliada no Congresso Nacional. O PT transformou o patrimônio nacional, construído durante décadas, em moeda para obter recursos partidários e pessoais, como ficou demonstrado em vários escândalos durante a década.

O PT era considerado uma novidade na política brasileira. A "novidade" deu vida nova às oligarquias. É muito difícil encontrar nos últimos 50 anos um período tão longo de poder em que os velhos oligarcas tiveram tanto poder como agora. Usaram e abusaram dos recursos públicos e transformaram seus Estados em domínios familiares perpétuos. Esse congelamento da política é o maior obstáculo ao crescimento econômico e ao enfrentamento dos problemas sociais tão conhecidos de todos.

Não será tarefa fácil retirar o PT do poder. Foi criado um sólido bloco de sustentação que - enquanto a economia permitir - satisfaz o topo e a base da pirâmide. Na base, com os programas assistenciais que petrificam a miséria, mas garantem apoio político e algum tipo de satisfação econômica aos que vivem na pobreza absoluta. No topo, atendendo ao grande capital com uma política de cofres abertos, em que tudo pode, basta ser amigo do rei - a rainha é secundária.

A incapacidade da oposição de cumprir o seu papel facilitou em muito o domínio petista. Deu até um grau de eficiência política que o PT nunca teve. E o ano de 2005 foi o ponto de inflexão, quando a oposição, em meio ao escândalo do mensalão, e com a popularidade de Lula atingindo seu nível mais baixo, se omitiu, temendo perturbar a "paz social". Seu principal líder, Fernando Henrique Cardoso, disse que Lula já estava derrotado e bastaria levá-lo nas cordas até o ano seguinte para vencê-lo facilmente nas urnas. Como de hábito, a análise estava absolutamente equivocada. E a tragédia que vivemos é, em grande parte, devida a esse grave erro de 2005. Mas, apesar da oposição digna de uma ópera-bufa, os eleitores nunca deram ao PT, nas eleições presidenciais, uma vitória no primeiro turno.

O PT não esconde o que deseja. Sua direção partidária já ordenou aos milicianos que devem concentrar os seus ataques na imprensa e no Poder Judiciário. São os únicos obstáculos que ainda encontram pelo caminho. E até com ameaças diretas, como a feita na mensagem natalina - natalina, leitores! - de Gilberto Carvalho - ex-seminarista, registre-se - de que "o bicho vai pegar". A tarefa para 2013 é impor na agenda política o controle social da mídia e do Judiciário. Sabem que não será tarefa fácil, porém a simples ameaça pode-se transformar em instrumento de coação. O PT tem ódio das liberdades democráticas. Sabe que elas são o único obstáculo para o seu "projeto histórico". E eles não vão perdoar jamais que a direção petista de 2002 esteja hoje condenada à cadeia.

A década petista terminou. E nada melhor para ilustrar o fracasso do que o crescimento do produto interno bruto (PIB) de 1%. Foi uma década perdida. Não para os petistas e seus acólitos, claro. Estes enriqueceram, buscaram algum refinamento material e até ficaram "chiques", como a Rosemary Nóvoa de Noronha, sua melhor tradução. Mas o Brasil perdeu.

Poderíamos ter avançado melhorando a gestão pública e enfrentado com eficiência os nossos velhos problemas sociais, aqueles que os marqueteiros exploram a cada dois anos nos períodos eleitorais. Quase nada foi feito - basta citar a tragédia do saneamento básico ou os milhões de analfabetos.
Mas se estagnamos, outros países avançaram. E o Brasil continua a ser, como dizia Monteiro Lobato, "essa coisa inerme e enorme".

  MARCO ANTONIO VILLA É HISTORIADOR E PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFCAR)

Déjà vu: A ridícula não quer que toquem no assunto, mas apagão é cada vez mais provável

Após ter dito dias atrás que é ridículo falar em racionamento de energia, Dilma está prestes a passar vergonha mais uma vez. Em 2009, ainda ministra, dias após dizer que o país estava livre de apagões, 90 milhões de pessoas ficaram no escuro por várias horas.

Com o nível dos reservatórios muito abaixo do recomendável, e com todas as termoelétricas já funcionando em situação de emergência, a verdade é que a falta de investimentos do governo no setor torna-se cada vez mais evidente.

Só nos resta contar com as chuvas, pois com o governo Dilma há muito sabemos que não podemos contar. E não custa nada manter em casa um bom estoque de velas.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Filmão: Ron-Tiki

Recomendo bastante. Vejam abaixo o trailer e o link para pirateá-lo na cara dura:



Baixe o filme legendado clicando aqui.

2013!

Onde quer que você esteja, cerque-se das melhores pessoas, coma e beba sem frescuras, ria até doer, e viva mais do que sonhe. Garanto que funciona!

Ribeirão da Ilha, 29/12/2012

Cliquem nas fotos para ampliá-las.